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Cidades

Economia brasileira cai 0,1% no terceiro trimestre deste ano

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O Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, recuou 0,1% no terceiro trimestre deste ano, na comparação com o trimestre anterior. O PIB, no período, somou R$ 2,2 trilhões. Os dados foram divulgados ontem (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na comparação com o terceiro trimestre de 2020, no entanto, houve uma alta de 4%. O PIB também acumula alta no período de 12 meses (3,9%).

Na passagem do segundo para o terceiro trimestre deste ano, a queda foi puxada pelo setor agropecuário, que teve perdas de 8%. Segundo a pesquisadora Rebeca Palis, do IBGE, o resultado foi influenciado pelo encerramento da safra de soja, que fica mais concentrada no primeiro semestre do ano.

“Como ela é a principal commodity brasileira, a produção agrícola tende a ser menor a partir do segundo semestre. Além disso, a agropecuária vem de uma base de comparação alta, já que foi a atividade que mais cresceu no período de pandemia e, para este ano, as perspectivas não foram tão positivas, em ano de bienalidade negativa para o café e com a ocorrência de fatores climáticos adversos na época do plantio de alguns grãos”, afirma a pesquisadora.

A indústria manteve-se estável no período. Por outro lado, a alta de 1,1% do setor de serviços evitou um recuo maior do PIB no terceiro trimestre. A construção cresceu 3,9% e evitou uma queda da indústria.

A alta dos serviços foi puxada por outras atividades de serviços (4,4%), informação e comunicação (2,4%), transporte, armazenagem e correio (1,2%) e administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,8%). As atividades imobiliárias mantiveram-se estáveis, enquanto atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados e comércio tiveram quedas de 0,5% e 0,4%, respectivamente.

Sob a ótica da demanda, a formação bruta de capital fixo, isto é, os investimentos, caiu 0,1%. O consumo das famílias cresceu 0,9%, enquanto o consumo do governo subiu 0,8%.

No setor externo, houve quedas nas exportações (-9,8%) e importações (-8,3%) de bens e serviços.

O IBGE também divulgou uma revisão do desempenho do PIB em 2020. A taxa de queda de 4,1%, informada anteriormente, foi corrigida para um decréscimo de 3,9%.

Fonte: AMM

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Cidades

Não facilitou: Fazendeiro atira e mata homem durante tentativa de assalto

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Um assaltante de 20 anos morreu após ser baleado pelo proprietário de uma fazenda durante uma tentativa de assalto. O fato aconteceu no município de Salto do Céu (143 km de Tangará da Serra). Não foi possível identificar o suspeito, pois o mesmo estava usando uma balaclava. O comparsa conseguiu fugir e até o momento não foi encontrado pela polícia.

O proprietário da fazenda relatou aos policiais que ouviu gritos de sua sogra, vindos dos fundos do imóvel. Ao perceber que a mulher e sua esposa foram feitas reféns, foi até o quarto, pegou sua pistola e permaneceu na residência.

Enquanto o primeiro assaltante rendia as mulheres, o segundo assaltante (que morreu) foi até a residência e pela janela do quarto o suspeito encapuzado e armado com um revólver, Cal.38 apareceu na janela e gritou “perdeu, perdeu”, tentando lhe render com a arma, porém, a vítima reagiu e revidou a ameaça atirando contra o suspeito que saiu correndo para os fundos da residência.

O assaltante tentando fugir caiu próximo a um cercado da residência, morrendo no local.

Segundo o dono da fazenda, sua arma é devidamente legalizada e registrada em seu nome. A pistola foi recolhida e entregue para a Polícia Civil que abriu um inquérito para investigar o caso. Ele ainda compareceu na delegacia em companhia do advogado para prestar depoimento sobre o caso.

Com Estadão de Mato Grosso

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Cidades

CNM compõe o novo Fórum Permanente dos Órgãos Executivos de Trânsito

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O Fórum Permanente dos Órgãos Executivos de Trânsito, instituído pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran/MInfra), prevê em sua composição a Confederação Nacional de Municípios (CNM), um pleito antigo do movimento municipalista, reforçado durante o último Seminário Técnico de Mobilidade e Trânsito da CNM, realizado entre os dias 28 e 29 de outubro. 

A Portaria Senatran 1.571, de 27 de dezembro de 2021, instituiu o Fórum Permanente dos Órgãos Executivos de Trânsito dos Municípios, composto por 38 integrantes do governo federal e entidades setoriais, como a CNM, o Secretário Nacional de Trânsito, que o presidirá; o Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Públicos de Mobilidade Urbana; seis Vice-Presidentes do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Públicos de Mobilidade Urbana; o Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Trânsito (FOCOTRAN); a Frente Nacional de Prefeitos (FNP); e um dirigente do órgão executivo de trânsito de um Município de cada Estado brasileiro.

O objetivo é promover o fortalecimento do Sistema Nacional de Trânsito (SNT) e estreitar a relação institucional entre a Senatran e os órgãos e entidades executivos de trânsito dos Municípios, além de proposição de ações, programas, estudos e projetos e promoção de intercâmbio de informações relativas ao setor.

Pleitos Municipalistas

A gestão eficiente do trânsito é resultado de um planejamento em âmbito municipal e de um conjunto de políticas nos três níveis de governo, dentre elas a existência de programas e incentivos federais e estaduais que auxiliem os Municípios a implantarem os órgãos municipais de trânsito, para a execução da infraestrutura, sinalização, fiscalização, engenharia de tráfego, estatística e educação no trânsito.

A CNM acompanha o projeto-piloto do consórcio público municipal, citado pelo Secretário da Senatran no Seminário da CNM, que instituirá um órgão executivo de trânsito, viabilizando tal obrigação nos Municípios de pequeno e médio porte. 

O Fórum será um espaço para que o movimento municipalista leve as pautas e desafios que ocorrem lá na ponta. Além dos pleitos citados, a dificuldade de captação de recursos para gestão do trânsito em Municípios de pequeno e médio porte é essencial para viabilizar os serviços, já que mesmo a criação do órgão por meio de Consórcios Públicos Municipais, não permite a captação de recursos de financiamentos e nem por emenda parlamentar, uma vez que os parlamentares têm limitações de valores que não se encaixam às necessidades dos projetos de gestão do trânsito.

Desafios na mobilidade e os impactos na pandemia

A CNM publicou recentemente um estudo, na Revista Monitor, sobre os impactos na mobilidade durante a pandemia e os efeitos que podem permanecer posteriormente. Lembrando que a gestão do trânsito é primordial para a implantação de ações que visem reduzir os impactos e garantir a retomada de forma mais segura.

Acesse aqui a publicação. 

Fonte: AMM

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