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Elon Musk gastou US$ 2,6 bi em compras diárias de ações do Twitter

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Elon Musk é o maior acionista individual da rede social
Steve Jurvetson/Flickr

Elon Musk é o maior acionista individual da rede social

O empresário Elon Musk gastou US$ 2,64 bilhões na compra de ações do Twitter desde janeiro para se tornar o maior acionista da empresa. Ele fez compras quase diariamente desde o início do ano, segundo um documento divultado pela SEC, o órgão regulador do mercado de capitais nos EUA, equivalente á Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

O documento diz que Musk, que tem mais de 80 milhões de seguidores no Twitter, possui 73,1 milhões de ações, ou cerca de 9,2% da empresa. No fim do pregão de segunda-feira (4), sua participação já valia cerca de US$ 3,73 bilhões. As ações do Twitter dispararam mais de 25% desde que a posição acionária do bilionário se tornou pública.

A participação acionária de Musk foi divulgada segunda-feira por meio de um arquivamento 13G, que indica uma participação passiva ou quando um acionista não tenta exercer influência na empresa.

O novo relatório, desta vez sob código13D, confirma que o dono da Tesla será um investidor ativo que procura dominar os negócios e as operações do Twitter.

Outros saem ganhando

Mas ele não foi o único a sair ganhando com a alta dos papéis da rede social. Depois que Musk se tornou acionista do Twitter, uma legião de pequenos investidores seguidores do empresário correu para comprar ações da empresa.

Foi um fluxo de US$ 152 milhões, o maior de toda segunda-feira na Bolsa americana, segundo mostram dados da Vanda Research.

O executivo conquistou um público fiel de investidores que mantiveram papéis da Tesla durante a maior parte da década passada, enquanto ele ainda lutava para otimizar a produção de carros elétricos e torná-los acessíveis.

A Tesla está agora entre as empresas mais valiosas do mundo, com uma capitalização de mercado de mais de US$ 1 trilhão. “Tudo o que Elon toca cria uma onda de início. Tenho fé nas pessoas que acreditam nele”, disse Kyle Ash, de 25 anos, que comprou o equivalente a US$ 2.615 em ações do Twitter, assim que soube que o bilionário havia se tornado o maior acionista da empresa de mídia social.

Musk, que também está por trás de outros empreendimentos como a fabricante de foguetes SpaceX, é a pessoa mais rica do mundo, com um patrimônio líquido atrelado pela Forbes em US$ 290 bilhões.

A popularidade de Musk com investidores de varejo foi uma das razões pelas quais o Twitter concordou esta semana em oferecer a ele um assento em seu Conselho de Administração , disseram fontes familiarizadas com o assunto. Procurados pela reportagem, Musk e Twitter não responderam aos pedidos de comentários.

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O papel de investidores de varejo

As ações do Twitter ficaram para trás em meio ao esforço da empresa para tornar sua publicidade mais lucrativa e gerar mais receita com produtos de assinatura. As ações caíram 38% nos útlimos 12 meses até 1º de abril, antes de Musk revelar sua participação, contra um aumento de 13% no índice S&P 500 no período.

Os investidores de varejo representam 9,9% da base de compradores de ações do Twitter, segundo Vanda. Embora seja maior do que a Tesla, onde os investidores de varejo respondem por 1,5%, é significativamente menor do que a AMC, a ação de memes mais popular, na qual os investidores de varejo representam 40,9%.

“Considerando os seguidores de Musk nas mídias sociais e outras mídias, esperamos que as notícias gerem um interesse significativo de investidores de varejo e maior atividades para o mercado”, disse Justin Post, analista do Bank of America Securities, em nota de pesquisa nesta semana. Post alertou que o midiático empresário também pode atrair investidores que gostam de vender ações a descoberto.

Capitalizando com popularidade junto a investidores

Ao investir no Twitter, Musk está seguindo a cartilha da AMC e da GameStop, cujos executivos também capitalizaram sua popularidade com investidores de varejo para fazer apostas em outras empresas.

No mês passado, a AMC revelou um investimento de US$ 27,9 milhões na Hycroft Mining Holding Corp, uma operadora de minas de ouro e prata com problemas. Os investidores de varejo seguiram a dica, e as ações da Hycroft agora estão sendo negociadas a sete vezes mais do que valiam um mês atrás.

Um investimento do presidente da GameStop, Ryan Cohen, na varejista Bed Bath & Beyond no mês passado levou a dobrar o valor de mercado da empresa.

Alguns analistas alertaram que o aumento nas ações do Twitter com base na investida de Musk pode não ser suficiente para manter os investidores de varejo engajados.

A contribuição de longo prazo de Musk para o Twitter dependerá de ele poder ajudar a tornar a empresa mais lucrativa, escreveu o analista da CFRA Research, Angelo Zino, em nota nesta semana.

“O objetivo é monetizar melhor a plataforma, e achamos que Musk só pode ajudar, não prejudicar o processo, com suas recentes críticas à empresa como um sinal renovador”, escreveu Zino.

*Com agências internacionais

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Por mais segurança, Google esconde apps antigos na Play Store

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Para deixar Android mais seguro, Google esconde apps antigos na Play Store
Giovanni Santa Rosa

Para deixar Android mais seguro, Google esconde apps antigos na Play Store

As atualizações de aplicativos são super importantes. Além de trazer novos recursos, os desenvolvedores implementam melhorias no software para garantir mais segurança aos usuários e solucionar bugs. E é por isso que o Google vai começar a restringir os apps antigos ou abandonados para Android na Google Play Store.

A mudança foi anunciada em um blog da companhia nesta quarta-feira (6). Na publicação, o Google reforçou que já exige que os novos aplicativos submetidos à loja apontem para um nível de API dentro de um ano após o lançamento mais recente. Mas a empresa pretende redobrar este cuidado para tornar o Android mais seguro.

“Hoje, como parte das atualizações de política mais recentes do Google Play, estamos tomando medidas adicionais para proteger os usuários contra a instalação de aplicativos que podem não ter os recursos de privacidade e segurança mais recentes, expandindo nossos requisitos de API de nível de destino”, anunciaram.

Android: apps antigos serão limitados na Play Store

A alteração aponta diretamente para o nível de API do aplicativo. Ao preparar um aplicativo para o sistema, é preciso indicá-lo para um nível de API. É através desse elemento que o desenvolvedor informa sobre como o app é executado em diferentes versões do Android, segundo um documento do Google.

Cada versão do sistema operacional possui um nível diferente. Por exemplo, o Android 11 é identificado pela API de nível 31 enquanto o Android 10 traz o nível 30. Ou seja, o nível aumenta a cada nova versão do software – mas, claro, há exceções para esta regra.

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E é a partir desse elemento que o Google vai limitar aplicativos antigos. Segundo a publicação, se os apps existentes não segmentarem um nível de API “dentro de dois anos a partir da versão principal do Android mais recente”, o software ficará restrito na loja. Assim, se o celular tiver versões do sistema superiores ao nível da API de destino dos aplicativos, o usuário não poderá encontrá-los ou instalá-los.

Aatualmente, estamos no Android 12, que utiliza a API de número 31. Isto significa que se o seu celular estiver atualizado, o bloqueio não será aplicado aos apps que apontem para o Android 10 (nível 29) e Android 11 (nível 30). O diagrama abaixo também exemplifica isso:

Apps terão que atingir nível de API dos últimos dois anos para serem amplamente exibidos na Play Store
Reprodução/Google

Apps terão que atingir nível de API dos últimos dois anos para serem amplamente exibidos na Play Store

A regra está prevista para entrar em vigor em 1º de novembro de 2022. Mas é importante ressaltar que a política não vai impedir que usuários de versões antigas do sistema instalem apps pela Play Store. O Android Police também observa que, se você usa um celular com Android 9 Pie (nível 28), ainda será possível encontrar apps para o nível 28, por exemplo.

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Primeiro tweet da história está à venda de novo via NFT, por US$ 48 mi

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Primeiro tweet da história está à venda de novo via NFT, por US$ 48 mi
Pedro Knoth

Primeiro tweet da história está à venda de novo via NFT, por US$ 48 mi

Uma cópia do primeiro tweet já escrito na história está à venda de novo via NFT. A publicação havia sido vendida  inicialmente em março do ano passado para o presidente da Bridge Oracle, provedora de serviços de blockchain, Sina Estavi, por US$ 2,9 milhões. Agora, ele está a revendendo por US$ 48 milhões, 16 vezes o valor que pagou.

O tweet é de autoria do fundador do Twitter, Jack Dorsey, que deixou o cargo de CEO da empresa em novembro do ano passado. “só estou configurando o meu twttr”, diz o post feito em 2006.

A venda será feita pela OpenSea, plataforma de negociação de ativos digitais. NFTs são tokens não-fungíveis, uma espécie de certificado digital que atesta a originalidade de um determinado bem.

Estavi anunciou a venda desse tweet por 14.969 Ethereum (ETH), segunda criptomeda mais valiosa do mundo.

Ele prometeu destinar 50% do lucro para a GiveDirectly, uma instituição de caridade que doa dinheiro a pessoas em situação de pobreza. É a mesma organização que Dorsey prometeu apoiar quando vendeu seu primeiro tweet no ano passado.

Jack Dorsey respondeu à publicação questionando: “por que não [doar] 99%?”, marcando no comentário também a GiveDirectly e o bilionário Elon Musk,  que recentemente foi indicado a membro do Conselho de Administração do Twitter.

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