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Tecnologia

Por mais segurança, Google esconde apps antigos na Play Store

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Para deixar Android mais seguro, Google esconde apps antigos na Play Store
Giovanni Santa Rosa

Para deixar Android mais seguro, Google esconde apps antigos na Play Store

As atualizações de aplicativos são super importantes. Além de trazer novos recursos, os desenvolvedores implementam melhorias no software para garantir mais segurança aos usuários e solucionar bugs. E é por isso que o Google vai começar a restringir os apps antigos ou abandonados para Android na Google Play Store.

A mudança foi anunciada em um blog da companhia nesta quarta-feira (6). Na publicação, o Google reforçou que já exige que os novos aplicativos submetidos à loja apontem para um nível de API dentro de um ano após o lançamento mais recente. Mas a empresa pretende redobrar este cuidado para tornar o Android mais seguro.

“Hoje, como parte das atualizações de política mais recentes do Google Play, estamos tomando medidas adicionais para proteger os usuários contra a instalação de aplicativos que podem não ter os recursos de privacidade e segurança mais recentes, expandindo nossos requisitos de API de nível de destino”, anunciaram.

Android: apps antigos serão limitados na Play Store

A alteração aponta diretamente para o nível de API do aplicativo. Ao preparar um aplicativo para o sistema, é preciso indicá-lo para um nível de API. É através desse elemento que o desenvolvedor informa sobre como o app é executado em diferentes versões do Android, segundo um documento do Google.

Cada versão do sistema operacional possui um nível diferente. Por exemplo, o Android 11 é identificado pela API de nível 31 enquanto o Android 10 traz o nível 30. Ou seja, o nível aumenta a cada nova versão do software – mas, claro, há exceções para esta regra.

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E é a partir desse elemento que o Google vai limitar aplicativos antigos. Segundo a publicação, se os apps existentes não segmentarem um nível de API “dentro de dois anos a partir da versão principal do Android mais recente”, o software ficará restrito na loja. Assim, se o celular tiver versões do sistema superiores ao nível da API de destino dos aplicativos, o usuário não poderá encontrá-los ou instalá-los.

Aatualmente, estamos no Android 12, que utiliza a API de número 31. Isto significa que se o seu celular estiver atualizado, o bloqueio não será aplicado aos apps que apontem para o Android 10 (nível 29) e Android 11 (nível 30). O diagrama abaixo também exemplifica isso:

Apps terão que atingir nível de API dos últimos dois anos para serem amplamente exibidos na Play Store
Reprodução/Google

Apps terão que atingir nível de API dos últimos dois anos para serem amplamente exibidos na Play Store

A regra está prevista para entrar em vigor em 1º de novembro de 2022. Mas é importante ressaltar que a política não vai impedir que usuários de versões antigas do sistema instalem apps pela Play Store. O Android Police também observa que, se você usa um celular com Android 9 Pie (nível 28), ainda será possível encontrar apps para o nível 28, por exemplo.

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Tecnologia

Primeiro tweet da história está à venda de novo via NFT, por US$ 48 mi

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Primeiro tweet da história está à venda de novo via NFT, por US$ 48 mi
Pedro Knoth

Primeiro tweet da história está à venda de novo via NFT, por US$ 48 mi

Uma cópia do primeiro tweet já escrito na história está à venda de novo via NFT. A publicação havia sido vendida  inicialmente em março do ano passado para o presidente da Bridge Oracle, provedora de serviços de blockchain, Sina Estavi, por US$ 2,9 milhões. Agora, ele está a revendendo por US$ 48 milhões, 16 vezes o valor que pagou.

O tweet é de autoria do fundador do Twitter, Jack Dorsey, que deixou o cargo de CEO da empresa em novembro do ano passado. “só estou configurando o meu twttr”, diz o post feito em 2006.

A venda será feita pela OpenSea, plataforma de negociação de ativos digitais. NFTs são tokens não-fungíveis, uma espécie de certificado digital que atesta a originalidade de um determinado bem.

Estavi anunciou a venda desse tweet por 14.969 Ethereum (ETH), segunda criptomeda mais valiosa do mundo.

Ele prometeu destinar 50% do lucro para a GiveDirectly, uma instituição de caridade que doa dinheiro a pessoas em situação de pobreza. É a mesma organização que Dorsey prometeu apoiar quando vendeu seu primeiro tweet no ano passado.

Jack Dorsey respondeu à publicação questionando: “por que não [doar] 99%?”, marcando no comentário também a GiveDirectly e o bilionário Elon Musk,  que recentemente foi indicado a membro do Conselho de Administração do Twitter.

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Xiaomi lança linha Redmi Note 11 no Brasil com preço promocional

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Linha Redmi Note 11 chega ao Brasil
Divulgação/Xiaomi

Linha Redmi Note 11 chega ao Brasil

A Xiaomi lançou na noite desta quarta-feira (6), em evento realizado no Espaço das Américas, em São Paulo, a linha Redmi Note 11 no Brasil. Quatro modelos de smartphones já estão disponíveis em todo o país.

“Em 2019, iniciamos a comercialização da família com o Redmi Note 7, que foi amplamente procurado pelos fãs, assim como os demais da série que chegaram nos anos seguintes. A linha Redmi Note 11 segue na categoria intermediário, porém com recursos e funcionalidades de um flagship, o que torna os aparelhos muito desejados e, inclusive, alternativas com custo-benefício vantajoso para quem busca trocar de smartphone ou almeja um aparelho com funcionalidades profissionais”, afirma Luciano Barbosa, head do projeto da Xiaomi Brasil.

Conheça a linha Redmi Note 11

O modelo mais simples da linha de intermediários é o próprio Redmi Note 11. Ele vem equipado com conjunto traseiro de quatro câmeras, sendo a principal de 50 MP. A tela de 6,43 polegadas tem taxa de atualização de 90 Hz e tecnologia AMOLED FHD+.

O processador do Redmi Note 11 é o Snapdragon 680, da Qualcomm, acompanhado de 4GB de memória RAM e 128 GB de armazenamento. A bateria é de 5.000 mAh.

A linha ainda conta com três outros smartphones: Redmi Note 11S, Redmi Note 11 Pro e Redmi Note 11 Pro 5G. Todos eles possuem câmera quádrupla com lente principal de 108 MP. Nos dois primeiros, o processador é o Helio G96, da MediaTek, enquanto a versão com 5G utiliza o Snapdragon 695 5G.

Assim como o Redmi Note 11, o Redmi Note 11S tem tela de 6,43 polegadas. Já os modelos Pro são maiores, com display de 6,67 polegadas. Além disso, as duas versões mais avançadas possuem compatibilidade com carregamento rápido de 67 W, enquanto as mais simples ficam com 33W.

Linha Redmi Note 11 no Brasil: preços e comparação

A linha estreia no Brasil em período promocional. Até sábado (8), ou enquanto durarem os estoques, o Redmi Note 11 será vendido po R$ 1.599,99 – o valor oficial é R$ 2.599,99, ou seja, o desconto é de R$ 1 mil, cerca de 40%.

A seguir, confira a comparação entre os quatro modelos e os preços oficiais praticados pela Xiaomi no Brasil:

Celular

Redmi Note 11

Redmi Note 11S

Redmi Note 11 Pro

Redmi Note 11 Pro 5G

Processador

Snapdragon 680

Helio G96

Helio G96

Snapdragon 695 5G

Tela

AMOLED FULL HD+ de 6,43 polegadas

AMOLED FULL HD+ de 6,43 polegadas

AMOLED FULL HD+ de 6,67 polegadas

AMOLED FULL HD+ de 6,67 polegadas

Câmeras

50 MP + 8 MP + 2 MP + 2 MP + 13 MP (frontal)

108 MP + 8 MP + 2 MP + 2 MP + 16 MP (frontal)

108 MP + 8 MP + 2 MP + 2 MP + 16 MP (frontal)

108 MP + 8 MP + 5 MP + 2 MP + 16 MP (frontal)

Bateria e carregador

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5000mAh e 33W

5000mAh e 33W

5000mAh e 67W

5000mAh e 67W

Memória RAM

4 GB

6 GB

6 GB

6 GB

Armazenamento

128 GB

128 GB

128 GB

128 GB

Cores

Cinza, azul e azul claro

Branco, azul e cinza

Branco, cinza e azul claro

Branco, azul e cinza

Sistema operacional

MIUI 13 (Android 11)

MIUI 13 (Android 11)

MIUI 13 (Android 11)

MIUI 13 (Android 11)

Preço

R$ 2.599,99

R$ 2.999,99

R$ 3.399,99

R$ 3.999,99

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