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Robôs ajudam pessoas em isolamento social na Escócia

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Robô Pepper faz companhia para pessoas em isolamento na Escócia
Redes sociais/Reprodução

Robô Pepper faz companhia para pessoas em isolamento na Escócia

Na escócia, um robô chamado Pepper foi programado para fazer companhia a pessoas em isolamento social durante a pandemia de Covid-19 . A novidade é parte de um experimento sobre Inteligência Artificial realizado por uma Universidade Escocesa.

Assim como o caso de Pepper, cientistas da Universidade Heriot-Watt, situada em Edimburgo, têm programado robôs desenvolvidos no Japão em 2014 para efetuar tarefas normalmente feitas por cuidadores ou pessoas que prestam serviços em casas.

“Buscamos compreender quais são as necessidades das pessoas mais vulneráveis neste momento, e quais tecnologias podem ser usadas para facilitar a vida delas”, explica Mauro Dragone, responsável pelo projeto.

A Universidade recrutou pesquisadores, prestadores de serviços e usuários do sistema de ajuda domiciliar para participar remotamente do projeto.

“Estamos transformando esse laboratório em um local com acesso remoto aberto a distância, para que possamos continuar trabalhando juntos, apesar da distância física”, continua Dragone.

De acordo com Emma Donnely, diretora do programa digital do grupo, a pandemia provocada pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2) tornou urgente a necessidade de criar “soluções digitais no setor da saúde. Para ela, o projeto foi recebido “de forma muito positiva” até agora.

“Os profissionais da saúde sabem que o projeto os ajudará a facilitar um pouco a vida cotidiana”, declarou.

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Filme sobre a evolução do PlayStation ganha trailer; assista

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Olhar Digital

PlayStation
Unsplash/Denise Jans

Documentário mostra a evolução do PlayStation


Enquanto o PlayStation 5  não é lançado, um documentário independente sobre a história da linha de consoles da Sony  parece algo bem interessante. Chamado de ‘From Bedroom to Billions: The PlayStation Revolution’, o filme teve o primeiro trailer divulgado nesta quarta-feira (29).


Com lançamento previsto para 7 de setembro em plataformas digitais, Blu-Ray e DVD, o documentário conta com entrevistas feitas com personalidades que participaram de alguma forma da evolução da marca. Dentre as personalidades estão Jim Ryan, atual chefe da divisão PlayStation , Hideo Kojima, criador de ‘Metal Gear Solid’, Shinji Mikami, uma das mentes por trás de ‘Resident Evil’ e Mark Cerny, um dos principais responsáveis pelo desenvolvimento do PS5 .


Criado a partir de um financiamento coletivo no Kickstarter, a produção é dirigida por Antony e Nicola Caulfield, que anteriormente dirigiram documentários sobre a indústria dos videogames no Reino Unido.

O PlayStation original foi lançado no Japão em dezembro de 1994. No entanto, só foi levado para os Estados Unidos e para a Europa cerca de um ano depois, em setembro de 1995.

Produção do novo console

Às vésperas do lançamento do PlayStation 5 , a Sony  está ordenando um aumento de 50% na produção do novo console. Inicialmente, a empresa pretendia produzir 6 milhões de unidades para suprir o mercado até o fim do ano, mas agora irá produzir 9 milhões de unidades. As informações são do jornal japonês Nikkei, citando “fontes com conhecimento do assunto”.

O The Verge lembra que o PlayStation 4 foi lançado em 15 de novembro de 2013, e até o fim daquele ano vendeu 4,2 milhões de unidades. A marca de 10 milhões de unidades só foi atingida em agosto de 2014, nove meses após o lançamento.

Atualmente, o PlayStation 4 é o segundo  console mais vendido na história, com 110,4 milhões de unidades comercializadas até março deste ano. À sua frente está o PlayStation 2, com 155 milhões de unidades. A lista não inclui consoles portáteis – neste caso, o PS4 cairia para a quarta posição, sendo superado pelo Nintendo DS e Game Boy.

O otimismo da Sony está, de certa forma, ligado à pandemia de Covid-19 . “Durante a pandemia, a indústria de jogos viu um número recorde de adesões de jogadores a serviços online, já que mais consumidores estão levando em consideração os jogos como forma de entretenimento doméstico”. Disse Karn Chauhan, analista sênior da empresa de análise de mercado Counterpoint, ao Nikkei Asian Review.

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E-mails de Zuckerberg revelam segredos sobre compra do Instagram em 2012

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Olhar Digital

Facebook Instagram
Divulgação

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook


Em 2012, o Facebook concretizou uma das aquisições mais importantes de sua história, comprando o Instagram por US$ 1 bilhão, em um investimento que, em retrospectiva, se provou extremamente barato. No entanto, agora, oito anos no futuro, surgiram e-mails que indicam que Mark Zuckerberg , mais do que agregar valor à sua empresa, queria realmente eliminar um potencial competidor do mercado.


Os e-mails, publicados no site The Verge, mostram uma conversa importante com David Ebersman, diretor financeiro do Facebook na época, quando Zuckerberg se questionava sobre a aquisição de aplicativos potencialmente concorrentes, como Instagram e o Path e quanto a empresa poderia pagar por um app emergente do tipo, com alguns milhões de usuários e rápido crescimento, mas poucos funcionários e sem nenhuma receita. Ele afirmava que “os negócios são nascentes”, mas “podem se tornar disruptivos para nós”.

Ebersman se mostrou receoso sobre o negócio, apontando que esses investimentos muitas vezes não se pagam, e ofereceu três potenciais motivos para realizar uma aquisição: neutralizar um competidor, o que seria desaconselhável porque outro apareceria no lugar; adquirir talento para sua empresa, o que parecia muito caro; ou integrar seus produtos, o que parecia, para ele, uma razão mais atraente se houvesse uma visão clara de como os serviços poderiam se complementar.

Zuckerberg respondeu com clareza à pergunta afirmando que o interesse se dava pelas razões 1 e 3, o que deixa claro um plano de neutralizar um potencial competidor. Ele afirma que, em produtos sociais, existe um “efeito de rede” e um “número limitado de mecânicas para inventar”, que fazem com que, uma vez que um serviço se estabelece com um grande volume de usuários, se torna difícil destroná-lo sem apresentar algo muito novo e diferente. Portanto, Zuckerberg defende que eles estavam, na verdade, comprando tempo, permitindo a integração do app ao Facebook antes de um novo competidor surgir em seu lugar.

Posteriormente, Zuckerberg enviou outro e-mail para tentar clarificar que “não queria dar a entender que queria comprar o Instagram para impedi-los de competir” e amenizar o tom da conversa.

Os e-mails foram resgatados nesta quarta-feira (29), quando Zuckerberg  precisou depor no congresso dos Estados Unidos junto de outros CEOs de tecnologia por acusações de práticas anticompetitivas. Jerry Nadler, representante de Nova York do partido democrata, questionou diretamente o executivo sobre a compra do Instagram , entendida justamente como uma ação monopolista reforçada pelas mensagens. A explicação do executivo não ajudou no caso, dando a entender que o próprio Zuckerberg percebeu que a aquisição poderia ser entendida como anticompetitiva.

Em depoimento, o fundador do Facebook se defendeu apontando que a aquisição foi uma aposta, porque havia outros apps similares na época que não se tornaram a potência que o Instagram se tornou. Na visão de Zuckerberg, a aquisição também foi importante para permitir o crescimento do aplicativo com questões de infraestrutura, segurança e divulgação.

Outros e-mails mostram como Zuckerberg sabia que a compra dessas startups promissoras e potencialmente disruptivas era importante para o Facebook. Em uma outra troca de e-mails de 2012, um engenheiro apontou como a empresa não deveria se preocupar com o Google+ , descrito como um “clone de m****”, enquanto Instagram e Pinterest criavam novos mercados.

Depois da compra do Instagram, Zuckerberg respondeu a este funcionário reforçando sua opinião. “Eu lembro do seu post sobre como o Instagram era nossa ameaça e não o Google+. Você estava basicamente certo. Uma coisa sobre startups é que você frequentemente pode comprá-las”, disse Zuckerberg.

Em e-mail a outro funcionário que deu os parabéns ao executivo pela aquisição, Zuckerberg reforçou essa posição. “Uma razão subestimada pelas pessoas e importante de observar o Google é que nós provavelmente sempre podemos comprar qualquer startup competitiva, mas vai levar um tempo antes que possamos comprar o Google”, disse o criador do Facebook .

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