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Zika e Chikungunya: Mesmo com baixa incidência, saúde pública entra em alerta

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As autoridades da saúde pública de Tangará da Serra estão em alerta contra a zika e a chikungunya, doenças também transmitidas pelo Aedes Aegypti. Já há, na cidade, uma notificação relacionada a chikungunya e um caso suspeito de zika.

O provável caso de zika foi notificado neste final de semana em um morador do Jardim Europa. A suspeita já rendeu ações preventivas do poder público, com aplicação do tradicional ‘fumacê’ nos arredores do quarteirão da possível incidência. Já a chikungunya já resultou em uma notificação neste mês de fevereiro.

No Jardim Europa, caso suspeito já rendeu ações preventivas do poder público, com aplicação do tradicional ‘fumacê’ nos arredores do quarteirão da possível incidência

Os primeiros casos de zika foram diagnosticados em Tangará da Serra ao final de 2015. Foram 148 notificações, 144 delas somente em dezembro. Em 2016, nos três primeiros meses, a incidência de zika causou apreensão com 370 notificações em janeiro, 547 em fevereiro e 269 em março. Aquele ano acabou fechando com um total de 1.235 notificações.

Neste período, a maior apreensão da comunidade esteve relacionada às gestantes, uma vez que a zika pode atingir o feto e resultar em microcefalia. Os casos confirmados de problemas em recém nascidos totalizaram cinco, com registro de dois óbitos ocorridos logo após o nascimento.

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Já em 2017 e 2018 os casos de zika decaíram de forma vertiginosa, com respectivos 36 e 46 registros, com picos nos meses de março e maio. Considerando os números do ano passado – total de 46 casos – a incidência foi reduzida em 96% em relação ao ano de 2016, quando do recorde da doença.

Chikungunya

Arbovirose causada pelo vírus CHIKV, a chikungunya teve seus primeiros registros em Tangará da Serra no ano de 2016, com quatro notificações. Os casos cresceram para 30 em 2017 e 74 no ano passado. Este ano já há o registro de um caso, neste mês de fevereiro.


Os números da zika e da chikungunya no período compreendido entre 2015 e o início de 2019 constam no ‘1º Boletim Epidemiológico das Doenças Transmitidas pelo Vetor Aedes Aegypti’, divulgado no último dia 08 pela Vigilância Epidemiológica de Tangará da Serra. Neste período, foram notificados um total de 1.465 casos de zika e outros 109 casos de chikungunya.

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Tangará Shopping: Perícia poderá levar de uma semana a 30 dias

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Avaliação preliminar realizada pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (POLITEC) no local do desabamento ocorrido do Tangará Shopping, na tarde de ontem, confirma que houve colapso na estrutura física da cobertura do principal centro comercial de Tangará da Serra.

Segundo admitiu a direção do shopping, o motivo do sinistro foi a sobrecarga causada por acúmulo de material para substituição de telhas que, além do telhado, trouxe abaixo uma parede que sustentava a estrutura.

Motivo do sinistro foi a sobrecarga causada por acúmulo de material para substituição de telhas.

Já está em andamento um trabalho mais minucioso da perícia, que segundo a POLITEC poderá levar pelo menos sete dias. A redação, porém, apurou junto a uma fonte especializada que a perícia poderá demandar 30 dias ou mais, caso haja necessidade de exame de engenharia legal, o que exigiria profissionais de fora de Tangará da Serra, possivelmente da capital do estado.

Desabamento

O desabamento da cobertura ocorreu ontem, por volta das 16h30, na área onde está instalada a Lojas Americanas. No momento do acidente, vários clientes e funcionários estavam no local.

Duas pessoas ficaram feridas, sendo uma delas com fratura na clavícula e perda de dentes, além de escoriações. Outra vítima sofreu ferimentos leves.


Segundo informações da direção do Tangará Shopping, uma equipe que trabalhava na restauração do telhado empilhou cerca de 20 a 30 telhas a cada três metros em um único lado da cobertura, o que sobrecarregou um jogo de tesouras da estrutura, causando uma reação em cadeia nas demais sustentações e, assim, o desabamento.

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SHOPPING: Troca de telhas teria provocado desabamento

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Uma troca de telhas teria sido a causa do desabamento do telhado da Lojas Americanas ocorrido na tarde desta terça-feira (30) no Tangará Shopping, em Tangará da Serra.

 

Segundo uma fonte da administração do centro de compras, o telhado cedeu em razão de uma sobrecarga. Uma equipe que trabalhava na restauração do telhado empilhou cerca de 20 a 30 telhas a cada três metros em um único lado da cobertura, o que sobrecarregou um jogo de tesouras da estrutura, causando uma reação em cadeia nas demais sustentações e, assim, o desabamento.

Telhado veio abaixo, causando ferimentos em duas pessoas e grande susto em clientes e funcionários.

Duas pessoas ficaram feridas, sendo uma delas com fratura na clavícula e perda de dentes, além de escoriações. Outra vítima sofreu ferimentos leves.


Ainda não há informações precisas sobre as investigações do grave acidente. Segundo apurou o Bem Notícias, autoridades deverão se pronunciar sobre o ocorrido a partir desta quarta-feira.

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