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Yellow e Grin anunciam fusão; Grow compartilhará patinetes e bicicletas

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Conhecidas pelos aluguéis de bicicletas e patinetes, a Grin e a Yellow vão se unir em um novo empreendimento
Reprodução Grin
Conhecidas pelos aluguéis de bicicletas e patinetes, a Grin e a Yellow vão se unir em um novo empreendimento

As empresas de mobilidade Grin e Yellow, conhecidas por fornecer aluguél de patinetes elétricos e de bicicletas, respectivamente, vão se unir para criar um novo serviço. De acordo com as empresas, que anunciaram a fusão nesta quarta-feira (30), a nova companhia será chamada de Grow.

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Em nota, os aplicativos disseram que a novidade vai reunir tanto os patinetes elétricos da Grin quanto as biciletas sem estação fixa da Yellow
. Juntas, elas terão uma frota que soma 135 mil patinetes e bicicletas e que vai atuar em sete países da América Latina.

Segundo as empresas, o novo empreendimento terá 1.100 funcionários, número que deve bastar para que o serviço atenda às cerca de 2,7 milhões de viagens que fazem, juntas, semestralmente.

“A demanda por esses serviços cotidianos na América Latina é enorme e, combinando forças e recursos, poderemos nos mover mais rapidamente para atender mais usuários”, afirmou o confundador da Grin e presidente da Grow
, Sergio Romo.

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A nota também afirma que, até a junção efetiva de seus serviços, as duas empresas vão continuar atuando separadamente e de maneira inalterada. Até lá, o financiamento de US$ 150 milhões deve dar conta de fazer os principais ajustes no novo aplicativo de mobibilidade
.

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Conheça os serviços da Grin e da Yellow


Bikes amarelas da Yellow estarão no novo aplicativo Grow, fusão da empresa com a Grin
Divulgação/Yellow

Bikes amarelas da Yellow estarão no novo aplicativo Grow, fusão da empresa com a Grin



O serviço de patinetes elétricos da mexicana Grin chegou ao Brasil e a toda América Latina após uma parceria com o aplicativo de entregas Rappi. O projeto começou recentemente em São Paulo mas, segundo a Rappi, o plano é chegar a 12 mil patinetes em todo o País. De acordo com o aplicativo de entregas, a parceria entre as duas empresas não vai acabar após a fusão.


Já as biciletas amarelas da
Yellow

podem ser alugadas e deixadas em qualquer lugar da cidade. Este modelo de aluguel, conhecido como “dockless”, já é popular na China e em algumas cidades da Europa. O sistema faz com que as bicicletas fiquem travadas nas ruas, sendo liberadas apenas após um processo realizado por meio de um aplicativo para smartphones.

Fonte: IG Tecnologia
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Tecnologia

Proteja-se: golpe rouba conta WhatsApp e já afetou 8,5 milhões de brasileiros

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Olhar Digital

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shutterstock
Cibercriminosos conseguem roubar conta de WhatsApp e se passar por usuário

A clonagem de WhatsApp é um golpe que pode trazer transtornos graves à vítima, permitindo que ela seja imitada por alguém com más intenções, facilitando, por exemplo, a extorsão de amigos e familiares.

Para piorar, essa modalidade de ataque tem se tornado mais comum: segundo levantamento da empresa de segurança PSafe, cerca de 8,5 milhões de brasileiros já foram atingidos por um golpe do tipo.

WhatsApp fica instável na noite desta segunda-feira

Ainda segundo a empresa, o Dfndr Lab, divisão especializada em segurança digital ligada ao aplicativo de antivírus Dfndr, detectou apenas neste ano mais de 134 mil tentativas de roubo de contas de WhatsApp.

O método de ataque mais comum, segundo Emilio Simoni, diretor do laboratório, envolve enganar a vítima a fornecer o código de autenticação. O cibercriminoso cadastra o número em um aparelho, mas o código é enviado por SMS para o celular da vítima , ao qual o golpista normalmente não tem acesso direto.

Hackers conseguem alterar mensagens no WhatsApp, diz empresa de segurança

Por isso, ele tenta entrar em contato com a vítima para fazer com que ela diga o código alegando algum motivo falso, normalmente ligado a segurança. Ao fornecer esse dado, o WhatsApp é bloqueado no celular da vítima e o cibercriminoso passa a ter controle da conta.

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Esse não é o único método, no entanto. Uma técnica famosa é o “SIM Swap”, no qual o golpista obtém um chip de celular com o número da vítima, o que pode ser feito enganando um atendente da operadora ou simplesmente o subornando. A partir daí, ele pode usar o WhatsApp de outra pessoa livremente no seu smartphone.

De acordo com o estudo da PSafe, o principal prejuízo destes ataques foram o vazamento de conversas privadas , reportado por 26,7% dos entrevistados. Bem perto, na segunda colocação, está o envio de links com golpes para contatos, com 26,6% das respostas.

Outros relatos envolvem solicitações de dinheiro aos amigos (18,2%), perda da conta do WhatsApp (18,0%); e chantagem (10,5%).

Como evitar

A forma mais fácil de evitar esse tipo de ataque é jamais informar para ninguém o número de autenticação que chega por SMS.

É preciso ativar a verificação em duas etapas para manter meu login seguro?


Outra opção, consideravelmente mais segura, é cadastrar a autenticação em duas etapas , o que garante que, mesmo que alguém tenha o código de verificação do WhatsApp em mãos ele ainda precisará de uma senha previamente cadastrada, o que é mais difícil de ser obtido.

Fonte: IG Tecnologia
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WhatsApp fica instável na noite desta segunda-feira

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Usuários do Twitter relatam instabilidade no serviço do WhatsApp na noite desta segunda-feira. As mensagens não estão sendo encaminhadas mesmo para quem está com serviço de internet estável.

No Twitter, internautas criticam o serviço com tom de brincadeira





A empresa ainda não se manifestou sobre o problema.

Fonte: IG Tecnologia
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