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Tecnologia

WhatsApp deixa de funcionar em alguns aparelhos em 2019; confira

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WhatsApp parou de funcionar em celulares com sistema S40
Reprodução

WhatsApp parou de funcionar em celulares com sistema S40

O WhatsApp parou de funcionar em alguns aparelhos telefônicos nesta terça-feira (1º). Em dezembro, o aplicativo de mensagens havia anunciado que deixaria de disponibilizar seu serviço para aparelhos com sistema operacional S40, da Nokia, em 2019.

Leia também: WhatsApp vai reduzir ainda mais número de mensagens encaminhadas

Entre os celulares em que o WhatsApp parou de funcionar
, estão modelos como o Nokia 206 e 208, Nokia 301, Nokia 515 e grande parte da série Nokia Asha C3, X2 e X3. De acordo com a empresa de smartphones, o S40 foi desenvolvido em 1999 e conquistou “centenas de milhões” de usuários.

Confira a lista completa de aparelhos que deixarão de possuir o aplicativo de mensagens
:

Leia também: Banco do Brasil inova e passa a permitir saques pelo WhatsApp; veja como fazer

  • Nokia 208
  • Nokia 301
  • Single SIM e dual SIM Chat Edition
  • Nokia 515 pré-instalado WhatsApp
  • Novo Nokia Asha 201
  • Nokia Asha 205 Chat Edition
  • Nokia Asha 210
  • Nokia Asha 230 
    Single SIM e dual SIM

  • Nokia Asha 300
  • Nokia Asha 302
  • Nokia Asha 303
  • Nokia Asha 305
  • Nokia
    Asha 306
  • Nokia Asha 308
  • Nokia Asha 309
  • Nokia Asha 310
  • Nokia Asha 311
  • Nokia Asha 500
  • Nokia Asha 501
  • Nokia Asha 502
  • Nokia Asha 503
  • Nokia C3-00
  • Nokia C3-01
  • Nokia X2-00
  • Nokia X2-01
  • Nokia X3-02
  • Nokia X3-02.5
  • Nokia 206 Single SIM e dual SIM

Em 2020, WhatsApp vai parar de funcionar em outros aparelhos


WhatsApp parou de funcionar em alguns aparelhos da Nokia em 2019; em 2020, Apple e Android serão afetados
aplicativo WhatsApp

WhatsApp parou de funcionar em alguns aparelhos da Nokia em 2019; em 2020, Apple e Android serão afetados

Leia também: Caiu na rede! De vazamento a fakes, relembre assuntos que tomaram a web em 2018

O WhatsApp parou de funcionar
no sistema S40 e também adiantou algumas mudanças para 2020. Segundo o aplicativo, a partir de 1º de fevereiro de 2020, o serviço não vai mais funcionar para usuários do Iphone 4, da Apple. Até lá, ainda será possível usar, contanto que a conta já esteja criada. Atualmente, o aplicativo não permite mais a inicialização de novas contas neste modelo de aparelho ou para usuários que usem o iOS 7 ou qualquer outra versão anterior do sistema operacional da Apple.  A mesma coisa vai acontecer para usuários do software Android 2.3.7, conhecido como “Gingerbread”, ou suas versões anteriores – aqui, o WhatsApp também só funcionará  até 31 de janeiro de 2020.

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Tecnologia

Por mais segurança, Google esconde apps antigos na Play Store

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Para deixar Android mais seguro, Google esconde apps antigos na Play Store
Giovanni Santa Rosa

Para deixar Android mais seguro, Google esconde apps antigos na Play Store

As atualizações de aplicativos são super importantes. Além de trazer novos recursos, os desenvolvedores implementam melhorias no software para garantir mais segurança aos usuários e solucionar bugs. E é por isso que o Google vai começar a restringir os apps antigos ou abandonados para Android na Google Play Store.

A mudança foi anunciada em um blog da companhia nesta quarta-feira (6). Na publicação, o Google reforçou que já exige que os novos aplicativos submetidos à loja apontem para um nível de API dentro de um ano após o lançamento mais recente. Mas a empresa pretende redobrar este cuidado para tornar o Android mais seguro.

“Hoje, como parte das atualizações de política mais recentes do Google Play, estamos tomando medidas adicionais para proteger os usuários contra a instalação de aplicativos que podem não ter os recursos de privacidade e segurança mais recentes, expandindo nossos requisitos de API de nível de destino”, anunciaram.

Android: apps antigos serão limitados na Play Store

A alteração aponta diretamente para o nível de API do aplicativo. Ao preparar um aplicativo para o sistema, é preciso indicá-lo para um nível de API. É através desse elemento que o desenvolvedor informa sobre como o app é executado em diferentes versões do Android, segundo um documento do Google.

Cada versão do sistema operacional possui um nível diferente. Por exemplo, o Android 11 é identificado pela API de nível 31 enquanto o Android 10 traz o nível 30. Ou seja, o nível aumenta a cada nova versão do software – mas, claro, há exceções para esta regra.

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E é a partir desse elemento que o Google vai limitar aplicativos antigos. Segundo a publicação, se os apps existentes não segmentarem um nível de API “dentro de dois anos a partir da versão principal do Android mais recente”, o software ficará restrito na loja. Assim, se o celular tiver versões do sistema superiores ao nível da API de destino dos aplicativos, o usuário não poderá encontrá-los ou instalá-los.

Aatualmente, estamos no Android 12, que utiliza a API de número 31. Isto significa que se o seu celular estiver atualizado, o bloqueio não será aplicado aos apps que apontem para o Android 10 (nível 29) e Android 11 (nível 30). O diagrama abaixo também exemplifica isso:

Apps terão que atingir nível de API dos últimos dois anos para serem amplamente exibidos na Play Store
Reprodução/Google

Apps terão que atingir nível de API dos últimos dois anos para serem amplamente exibidos na Play Store

A regra está prevista para entrar em vigor em 1º de novembro de 2022. Mas é importante ressaltar que a política não vai impedir que usuários de versões antigas do sistema instalem apps pela Play Store. O Android Police também observa que, se você usa um celular com Android 9 Pie (nível 28), ainda será possível encontrar apps para o nível 28, por exemplo.

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Primeiro tweet da história está à venda de novo via NFT, por US$ 48 mi

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Primeiro tweet da história está à venda de novo via NFT, por US$ 48 mi
Pedro Knoth

Primeiro tweet da história está à venda de novo via NFT, por US$ 48 mi

Uma cópia do primeiro tweet já escrito na história está à venda de novo via NFT. A publicação havia sido vendida  inicialmente em março do ano passado para o presidente da Bridge Oracle, provedora de serviços de blockchain, Sina Estavi, por US$ 2,9 milhões. Agora, ele está a revendendo por US$ 48 milhões, 16 vezes o valor que pagou.

O tweet é de autoria do fundador do Twitter, Jack Dorsey, que deixou o cargo de CEO da empresa em novembro do ano passado. “só estou configurando o meu twttr”, diz o post feito em 2006.

A venda será feita pela OpenSea, plataforma de negociação de ativos digitais. NFTs são tokens não-fungíveis, uma espécie de certificado digital que atesta a originalidade de um determinado bem.

Estavi anunciou a venda desse tweet por 14.969 Ethereum (ETH), segunda criptomeda mais valiosa do mundo.

Ele prometeu destinar 50% do lucro para a GiveDirectly, uma instituição de caridade que doa dinheiro a pessoas em situação de pobreza. É a mesma organização que Dorsey prometeu apoiar quando vendeu seu primeiro tweet no ano passado.

Jack Dorsey respondeu à publicação questionando: “por que não [doar] 99%?”, marcando no comentário também a GiveDirectly e o bilionário Elon Musk,  que recentemente foi indicado a membro do Conselho de Administração do Twitter.

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