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Volkswagen Jetta 2019 chega em nova versão de entrada 250 TSi, por R$ 99.990

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Volkswagen Jetta 2019 acaba de chegar na nova versão de entrada  250 TSi, que busca aumentar o volume de vendas
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Volkswagen Jetta 2019 acaba de chegar na nova versão de entrada 250 TSi, que busca aumentar o volume de vendas

O Volkswagen Jetta 2019 acaba de ser lançado na nova versão de entrada 250 TSi, com o objetivo de estimular as vendas que, desde o seu lançamento, em setembro, não tem cumprido as expectativas da montadora. Por R$ 10 mil a menos que o Comfortline, chega por R$ 99.990, após a perda de alguns itens e a substituição do acabamento de couro por tecido. Além disso, agora traz rodas de 16 polegadas (ao invés das de 17) e não há o seletor de modo de condução.

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Importado do México, o Volkswagen Jetta 2019
da nova versão Comfortline 250 TSi
 tem o mesma motor do resto da linha, equipado com o 1.4 TSI, de 150 cv e 25,5 kgfm, acoplado ao câmbio automático, de 6 marchas. Enquanto isso, a versão de topo 2.0 TSi terá que aguardar até o ano que vem, que tal como a versão R-Line, promete trazer mimos adicionais, a exemplo das dez opções de luz ambiente cuja cor pode ser escolhida ao selecionar o modo individual.

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Equipamentos da nova versão do Volkswagen Jetta 2019


Novo Volkswagen Jetta 2019 de entrada tem como destaque a traz central multimídia  com tela sensível ao toque
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Novo Volkswagen Jetta 2019 de entrada tem como destaque a traz central multimídia com tela sensível ao toque

Mesmo sem alguns equipamentos, ainda assim vem equipado com faróis e lanternas de LED, ar-condicionado digital de duas zonas, seis airbags, sensor de chuva, controle de estabilidade, start-stop, assistente de partida em rampas, freio de estacionamento eletromecânico, central multimídia com tela de 8 polegadas, sensor de estacionamento dianteiro e traseiro e volante multifuncional. O porta-malas leva 510 litros.

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Ante os rivais da sua categoria, o sedã promete atrair pela mecânica eficiente, com consumo de combustível (gasolina) na casa dos 11 km/l na cidade e 14 km/l na estrada (de acordo com o Inmetro), aceleração até 100 km/h em menos de 9 segundos e novo design. Entre as cinco opções de cor, estão três sólidas (Branco Puro, Preto Ninja e Vermelho Tornado) e duas metálicas (Prata Snow e Cinza Platinum). Entre os itens extras, a fabricante oferece ao sedã médio
apenas carregador sem fio para o celular (R$ 470) e teto solar panorâmico (R$ 4.990).

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Mesmo com o lançamento da nova geração, o sedã da VW 
continua devagar nas concessionárias. Após outubro, o mês mais aquecido até o momento, quando emplacou 523 unidades, o sedã começou a cair de novo, chegando a 387 unidades em novembro. Trata-se da mesma média que a geração anterior tinha no começo do ano.

Atualmente, o Volkswagen Jetta 2019
é apenas o sexto sedã médio mais vendido e emplacou 3.999 unidades até novembro. Até que consiga batalhar no mercado à altura de sedãs médios como Civic e Corolla, as estratégias da montadora deverão ser, do mesmo modo que acontecia com a geração anterior, mais agressivas e pensadas para o bolso dos clientes.

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Audi lança perua esportiva RS4 no Brasil no mês que vem. E terá outras novidades

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Audi RS4 passa a contar com desenho mais arrojado e novo conjunto mecânico poderoso, com 450 cv e 8 marchas
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Audi RS4 passa a contar com desenho mais arrojado e novo conjunto mecânico poderoso, com 450 cv e 8 marchas

A Audi prepara uma série de novidades no Brasil, que vai começar com a chegada da nova geração da perua esportiva RS4, cuja chegada às lojas do País será no mês que vem. Entre os carros que serão lançados, estão os novos A6, A7, A8, RS5 Coupé e os SUVs Q8 e o elétrico e-tron, no início do segundo semestre.

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Junto com os lançamentos, a Audi trabalha em uma nova estratégia de comunicação, com nova campanha publicitária que será divulgada em breves capítulos, maior investimento em mídia digital (de 20% do orçamento para 40%), readequação da rede de concessionários, maior divulgação da parte de competição, novos embaixadores da marca, entre outras ações.

No caso da perua RS4, o carro foi lançado no Salão de Frankfurt (Alemanha), em setembro de 2017, com novo motor motor 2.9 V6 biturbo, de 450 cv e 61 kgfm de torque, feito pela Porsche (assim como a clássica RS2), que trabalha em conjunto com o novo câmbio Tiptronic, reconfigurado, de oito marchas.

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Com o novo conjunto mecânico, a perua esportiva da Audi é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 4,1 segundos e atingir 250 km/h, velocidade limitada eletronicamente. Se vier com o chamado “Dynamic Package” é possível chegar nos 280 km/h. Além disso, o carro conta com controle dinâmico de condução, com opção de selecionar o comportamento desejado, bem como freios de cerâmica poderosos.

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Mais detalhes da Audi RS4


Audi RS4 vem com cluster totalmente digital e configurável, além de alta dose de sofisticação
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Audi RS4 vem com cluster totalmente digital e configurável, além de alta dose de sofisticação

 As rodas aro 19, com opcional de aro 20 polegadas, são um tributo ao Audi 90 Quattro IMSA GTO, ícone das corridas na passagem dos anos 80 para os 90. Ainda entre os destaques estéticos, estão os faróis com apenas LED no lugar de lâmpadas, os vincos na carroceria, largas entradas de ar, difusor traseiro e saídas de escape em formato oval.  

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Por dentro, entre os itens que mais chamam atenção estão os bancos esportivos, com largos aopios laterais e revestidos de couro, bem como o cockpit virtual, que vem aparecendo nos últimos carros da Audi, lembrando o motorista de que ele está em um legítimo esportivo.

A chegada da nova geração da Audi RS4 ao Brasil faz parte de uma tradição da marca no segmento de peruas esportivas no País que começou em meados dos anos 90. Foi quando chegou a RS2, já com tração integral Quattro e diversos componentes desenvolvidos pela Porsche, como o motor 2.2, turbo, de cinco cilindros e 315 cv.

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O aval da marca alemã sediada em Suttgart ao ajudar no projeto da RS2 estava até nas pinças de freio e nos retrovisores vindos do cupê esportivo 911, da geração conhecida como 993. Depois dele vieram outras peruas esportivas, inclusive as gerações anteriores da RS4, bem como a RS6 atual. Assim que chegar ao Brasil, a nova Audi RS4
será a única perua esportiva do segmento disponível no País. 

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Fonte: IG Carros
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Assim como a GM, outras fabricantes têm grandes desafios no mercado automotivo

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Linha de montagem da GM do Brasil, que vai lançar novos modelos no País, onde está se reestruturando
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Linha de montagem da GM do Brasil, que vai lançar novos modelos no País, onde está se reestruturando

Os novos acordos que a GM do Brasil tem feito para redução de custos e se adequar à realidade do mercado automotivo atualmente vai gerar novos investimentos no País em suas fábricas locais. Em breve, a matriz da marca americana deverá aprovar a liberação de R$ 10 bilhões para as unidades de produção de onde sairão novos modelos.

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Mas o exemplo da GM do Brasil
em se esforçar para enfrentar as dificuldades encontradas no mercado automotivo brasileiro serve de alerta para o que o sócio da consultoria A.T Kearney Brasil, Mark Essle, chama de “o canário da mina automotiva”. Trata-se de uma série de questões ligadas aos entraves que impedem que a cadeia automotiva no País seja tão eficiente como deveria.

Assim como em diversos países do mundo, no Brasil vivemos a nova era da mobilidade, em que há novos paradigmas que implicam na maior mudança que a indústria automotiva
já passou em todos os tempos. E isso significa que as fabricantes precisam se moderninzar e fazer novos investimentos  para sobreviverem no cenário global.  No mercado brasileiro, mais especificamente, Essle explica quais são os principais desafios a serem enfrentados de imediato.

“Um dos pontos fundamentais que não apenas a GM, mas outras fabricantes precisam enfrentar no Brasil está ligada à soma de encargos e ineficiências da cadeia como um todo”, diz Essle em seu artigo, que complementa explicando que “temos no País um pesado imposto de importação de até 14% sobre os preços de matérias primas, elevados custos de logística (acima do mercado internacional), alto conteúdo de impostos de 30% a 36% do valor de venda do veículo, entre outros problemas”.

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GM do Brasil e os desafios futuros 


Carlos Zarlenga, presidente da GM do Brasil e do Mercosul alerta sobre os novos desafios da indústria automotiva
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Carlos Zarlenga, presidente da GM do Brasil e do Mercosul alerta sobre os novos desafios da indústria automotiva

 Tudo isso tem levado a uma infinidade de empresas (não apenas do setor automotivo) sem previsão de lucros e distantes de um retorno adequado ao capital aplicado. Dentro desse contexto, o presidente da GM Mercosul, Carlos Zarlenga, chegou a alertar que os resultados financeiros de várias montadoras no Brasil mostram prejuízos de centenas de milhões de dólares e que suas matrizes enviaram, apenas em 2018, US$ 15 bilhões, ou algo em torno de R$ 50 bilhões.

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Afora as questões de ineficiência da cadeia automotiva, seja por causa da falta de infraestrutura, altos impostos e taxas, também é preciso enfentar no Brasil a grande transformação que se desenha no horizonte de 5 anos para a indústria automobilística. Será preciso de adaptar aos novos tempos em que as pessoas estão deixando de ser proprietárias de carros, mas assinantes de serviços de mobilidade.

Nesse novo cenário entram carros elétricos e autônomos, além de aplicativos de mobilidade, entre outros itens que exigem investimentos de centenas de bilhões de reais que o negócio atual das fabricantes precisará ter para pagar essa conta. Ainda segundo Essle, “estamos numa encruzilhada em que é necessário reiventar o setor, tornando-o competitivo  mundialmente ou corremos o risco de vermos sucumbir um parque industrial que emprega mais de 500 mil famílias no Brasil”.

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O fechamento da fábrica da Ford em SP


Ford fechará fábrica em São Bernardo do Campo (SP), ao contrário da GM do Brasil, manterá unidades de produção no País
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Ford fechará fábrica em São Bernardo do Campo (SP), ao contrário da GM do Brasil, manterá unidades de produção no País

No ano em que completa 100 anos de fundação no Brasil, a Ford decide fechar sua fábrica em São Bernardo do Campo (SP), o que implica no fim da produção dos caminhões das linhas Cargo, F-4000 e F-350, além do hatch compacto Fiesta, que passa a ser encontrado nas lojas apenas enquanto durarem os estoques. 

Haverá redução de mais de 20% dos custos ligados ao quadro de funcionários em toda a região da América do Sul. Além disso, a Ford irá se concentrar na sua linha de SUVs de picapes e expandirá suas parcerias, como a que foi criada com a Volkswagen.

Para que outras fabricantes não tenham também que fechar fábricas no Brasil
, Essle diz, em entrevista à reportagem de iG Carros, que ” o modelo atual em vigor na indústria automotiva, que foi estabelecido entre as fabricantes e o governo, está com os dias contados e precisa mudar”. Ele explica que, hoje em dia, no Brasil, privilegia-se o conteúdo local e não se permite exportar os produtos brasileiros para o mercado global. 

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Portanto, ainda conforme Essle, “a sociedade precisa reformular o sistema tributário e outros custos que reduzem a competitividade dos produtos brasileiros no mercado global. Impostos, taxas, entre outros encargos, fazem com que os veículos no Brasil sejam, em média, em torno de 40% mais caros”, diz ele.

Essa mudança à qual se refere Essle e alertada pela GM do Brasil,
  precisa ser colocada em prática. Levará um tempo e implicará num grande esforço em conjunto, mas, entre outras questões, está em jogo cerca de 1,2 milhão de empregos da cadeira automotiva no Brasil. Apenas no setor de autopeças, são aproximadamente 210 mil empregos,  220 mil nas concessionárias, 120 mil em serviços e assim por diante. 

Fonte: IG Carros
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