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Economia

Volkswagen coloca 800 funcionários em férias coletivas por falta de peças

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Fábrica da Volkswagen em Taubaté (SP)
Divulgação/Volkswagen

Fábrica da Volkswagen em Taubaté (SP)

Em meio à escassez de componentes, a Volkswagen vai colocar 800 funcionários da fábrica de Taubaté (SP), o correspondente a um turno, em novas férias coletivas. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região, a medida começa a valer na segunda-feira (27) e se estenderá por dez dias.

O motivo alegado pela montadora é a falta de insumos, sobretudo de semicondutores, que vem sofrendo oscilações no fornecimento e dificultando a produção mundial de veículos.

De acordo com o sindicato, a Volkswagen informou inicialmente que as férias coletivas seriam para 2 mil trabalhadores, mas que poderia sofrer alterações. Até o momento, a medida vale para 800 funcionários, que devem retornar no dia 7 de outubro.

Indústria automotiva enfrenta escassez de chips

O episódio marca a sexta vez no ano em que a Volkswagen concede férias coletivas aos funcionários. Ainda segundo o sindicato, também foram registrados 11 dias de paralisação e mais cinco dias de folga (ambos com utilização do banco de horas) por falta de peças.

Em julho, a Volkswagen concedeu férias coletivas de 20 dias para o primeiro turno de sua fábrica em São Bernardo do Campo e paralisou parte de sua planta em Taubaté.

No fim de agosto, a montadora também anunciou dez dias de férias coletivas para 2 mil funcionários na fábrica de Taubaté, também por falta de peças.

O problema de abastecimento tem sido enfrentado por toda a indústria automotiva, que lida com a escassez na cadeia global de suprimentos desde o fim do ano passado.

No mesmo dia em que o Sindicato dos Metalúrgicos anunciou a medida adotada pela Volkswagen em Taubaté, trabalhadores da Fiat em Betim aprovaram um programa de suspensão temporária do contrato de trabalho devido a falta de componentes eletrônicos.

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Economia

Caminhoneiros: governo marca reunião com líderes para evitar greve

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Greve dos caminhoneiros: governo marca reunião com líderes para evitar paralisação
Reprodução/Twitter

Greve dos caminhoneiros: governo marca reunião com líderes para evitar paralisação

Diante da promessa de uma greve pelos caminhoneiros, com início marcado a partir do dia 1º de novembro, o governo resolveu agir para evitá-la. Em 28 de outubro, os ministros Ciro Nogueira, da Casa Civil, e Tarcísio de Feitas, da Infraestrutura, devem se reunir com líderes da categoria e com o presidente da Frente Parlamentar dos Caminhoneiros e Celetistas, deputado Nereu Crispim (PSL-RS). A informação é do colunista Chico Alves do  UOL .

Até poucos dias atrás, o governo não acreditava em uma adesão significativa à paralisação . Porém, desde que foi marcada a greve, caminhoneiros têm demonstrado cada vez mais insatisfação, sobretudo, com a escalada nos preços do diesel. Inclusive, já há manifestações desde ontem em seis estados brasileiros , o que tem provocado um desabastecimento de combustíveis nos postos do país . Esses fatores têm preocupado o Palácio do Planalto.

Para compensar a alta do diesel, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciou na última quinta-feira (21) que o governo pagaria uma “ajuda” de R$ 400 para caminhoneiros autônomos . Mas a declaração repercutiu mal entre a categoria, que considerou o benefício uma espécie de “esmola”.

Na reunião, os líderes caminhoneiros devem negociar com os ministros o fim da paridade do preço do petróleo com o mercado internacional, a criação de uma tarifa fixa do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), a instituição do Piso Mínimo de Frete e o retorno da aposentadoria especial após 25 anos de contribuição ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

“Se eles não sabem como baixar o preço dos combustíveis, os caminhoneiros sabem”, afirmou deputado Nereu Crispim (PSL-RS) ao UOL .

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Economia

Após reunião, Guedes e Bolsonaro se entendem e ministro permanecerá no governo

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Paulo Guedes, Ministro da Economia
Edu Andrade/ Ascom ME

Paulo Guedes, Ministro da Economia

O ministro da Economia, Paulo Guedes, continuará no governo federal pelo menos até os próximos meses. A confirmação aconteceu em entrevista coletiva realizada na tarde desta sexta-feira (22), ao lado do presidente Jair Bolsonaro, na sede do Ministério da Economia. 

Até o começo desta sexta, havia especulação sobre a possibilidade de saída do ministro, após a debandada de sua equipe na última quinta-feira (21). Dois de seus principais secretários, Bruno Funchal (Orçamento) e Jeferson Bitencourt (Tesouro Nacional), deixaram a pasta. Outros dois secretários adjuntos também pediram demissão. 

A saída dos secretários aconteceu após desavenças sobre o pagamento do novo programa social do governo federal. A ala política quer o benefício em R$ 400 enquanto a equipe econômica diz que poderá gastar apenas R$ 300.

Uma das sugestões de apoiadores de Bolsonaro era usar os R$ 300 dentro do Orçamento do Bolsa Família e um auxílio temporário de R$ 100 até dezembro de 2022 contabilizado fora do teto de gastos. A proposta causou reboliço no mercado financeiro e culminou na demissão dos secretários de Paulo Guedes. 

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Na coletiva, Bolsonaro e Guedes fizeram um histórico sobre o Auxílio Brasil e valor dos combustíveis. O ministro da Economia lembrou que as negociações precisariam pesar entre os desejos políticos e a possibilidade de gasto da União em 2022. 

Mas logo Guedes fez questão de minimizar as saídas de Funchal e Bitencourt e afirmou ser ‘normal’ o pedido de demissão deles.

*Reportagem em atualização

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