conecte-se conosco

  • banner_Lorenzetti_1250x250

Economia

Viagem de fim de ano: melhor abastecer com etanol ou gasolina?

Publicado

Festas de fim de ano chegando, viagem com a família devidamente programada e a visível percepção de que não há mais como economizar. Certo? Errado.


A conta sobre qual combustível usar vem compensando em dez estados.
Tomaz Silva/Agência Brasil

A conta sobre qual combustível usar vem compensando em dez estados.

Sim, há números importantes que podem causar uma sensação de conforto no bolso. E a saída pode estar no gasto com combustível. Melhor abastecer o carro com gasolina ou etanol? A resposta depende não apenas do preço do combustível no ponto de partida, mas, também, do percurso, da distancia que será percorrida.

E é para explicar esse cálculo, tão importante e tão pouco observado, que estreamos nosso espaço “Dinheiro no Bolso”.
Contas simples e rápidas que podem fazer com que você, leitor, aprenda a economizar em gastos do dia a dia.

Entenda

Para saber com qual usar, basta dividir o preço do etanol
pela gasolina. Se o resultado for inferior a R$ 0,7, vale a pena por etanol. A conta vem compensando em, pelo menos, dez estados. Mas se a conta der acima desse montante, gasolina é a melhor opção para rodar na cidade. Mas no caso de ir para as estradas, melhor é fazer a conta da quilometragem e verificar a autonomia do carro.

Gasolina ainda pode ser a melhor opção porque se anda mais do que com Etanol. Por exemplo, um carro popular que, em média, tem espaço para 54 litros, roda 572 km com um tanque de etanol e 826 km com gasolina. Ou seja, mais de 250 km de diferença a mais em quilometragem sem reabastecer.

É preciso calcular a distancia dessa viagem para ver se um tanque vai atender essa demanda. Em uma conta rápida para você que vai pegar a estrada, opte pela gasolina. Mas, para isso, saiba e entenda sobre seu carro: pesquise quanto suporta o tanque de abastecimento, e também leve em consideração detalhes como pneus cheios, numero de pessoas no carro, excesso do uso do ar condicionado, e por ai vai. Esses “detalhes” também podem fazer o gasto de combustível aumentar.

Claro que essa conta so vale a pena para os tipos de carros que há mais de 15 anos domina o mercado, os equipados com motor flex – que aceitam gasolina ou etanol em qualquer proporção.

Leia Mais:

“Preço do combustível está na média global”, diz futuro presidente da Petrobras

Comentários Facebook

Cidades

Mato Grosso tem a 4ª gasolina mais barata do país

Publicado

Mato Grosso tem o 4° preço mais barato do litro da gasolina no país, com R$ 6,99. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta terça-feira, 21.

O estado ficou em 16° lugar no ranking comparativo de maiores valores registrados do preço do combustível.

O valor em Mato Grosso está abaixo do preço médio do litro da gasolina no país, que ficou em R$ 7,232 na última semana. Os dados são referentes aos dias 12 a 18 de junho.

O preço médio mais alto foi verificado na Bahia (R$ 8,037). O maior valor cobrado foi encontrado foi no Rio de Janeiro (R$ 8,990). Já o menor foi registrado em um posto de São Paulo (R$ 6,170).

Em Mato Grosso, o preço mínimo registrado foi R$ 6,30 o litro. Como foi feita entre os dias 12 e 18 de junho, a pesquisa da ANP ainda não reflete totalmente o último reajuste anunciado pela Petrobras nas suas refinarias.

G1/MT

Continue lendo

Cidades

ANS aprova maior aumento em plano de saúde individual em 22 anos, 15,5%

Publicado

Os planos de saúde individuais e familiares ficarão até 15,5% mais caros, decidiu a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). É o maior percentual de reajuste anual autorizado pela agência desde 2000, ano de início da série histórica. Até então, o maior reajuste autorizado tinha sido de 13,57%, em 2016.

A medida vai impactar contratos de cerca de oito milhões de beneficiários, o que representa 16,3% dos consumidores de planos de saúde no Brasil. O aumento se refere ao período de maio de 2022 a abril de 2023 e só poderá ser aplicado no mês de aniversário do contrato —ou seja, no mês que o contrato foi assinado. A ANS diz que o reajuste foi motivado pelo aumento nos gastos assistenciais dos planos individuais no ano passado, em comparação a 2020, principalmente nos custos dos serviços.

Em contrapartida, a frequência no uso dos serviços de saúde não cresceu no mesmo ritmo, com uma retomada mais gradual em relação a consultas e internações. “Como a frequência na utilização de serviços apresentou queda bastante acentuada em 2020, a retomada em 2021, ainda que gradual, foi suficiente para que, ao lado de um aumento acentuado nos preços dos insumos e serviços, acelerasse o índice deste ano para 15,5%”, afirma a ANS.

Empresas de saúde afirmam que o setor acabou reduzindo a oferta de planos individuais justamente por causa da regulamentação da ANS, que estabelece limites para os reajustes. As companhias preferem lançar planos coletivos, com preços de mercado. Ao todo, 49,1 milhões de pessoas têm planos de saúde no país, de acordo com dados da ANS referentes a março.

Em 2021, mensalidades caíram pela primeira vez

No ano passado, a ANS determinou um reajuste negativo de 8,19% —na prática, os planos ficaram mais baratos aos consumidores, pela primeira vez. O percentual negativo refletiu a queda de 17% no total de procedimentos (consultas, exames, terapias e cirurgias) realizados em 2020, em relação a 2019, pelo setor de planos de saúde.

A redução da utilização dos serviços aconteceu em decorrência das medidas protetivas para evitar a disseminação da covid-19. Apesar da alta quantidade de atendimentos e internações pela doença, houve redução na procura por consultas, exames e cirurgias que não eram urgentes. Em 2021, com a retomada gradativa da utilização dos planos de saúde pelos beneficiários, as despesas assistenciais apresentaram crescimento, influenciadas principalmente pela variação no preço dos serviços/insumos de saúde.

Aumento deve ser descrito no boleto

O reajuste anual deve aparecer no boleto de cobrança dos planos de saúde individuais e familiares. Se a cobrança for superior a 15,5%, o consumidor deve ligar para a operadora para pedir esclarecimentos, diz a ANS.

Fonte: UOL

Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Política MT

Mais Lidas da Semana