conecte-se conosco


Tangará da Serra

Vereadores se mobilizam para cobrar medidas emergenciais de manutenção na MT-339

Publicado

Os vereadores, Ronaldo Quintão (PP) e Hélio da Nazaré (PSD) visitaram na manhã de sexta-feira (11) trechos da  MT- 339 que cruza o assentamento Antonio Conselheiro.

Foto: Marcos Figueiró

A estrada com vários pontos em situação crítica, necessita urgente de obras de manutenção. Os pequenos produtores da região informaram que serão mais enérgicos ao cobrar por melhorias ao novo secretário municipal de Infraestrutura, José Bernardino. Devido aos transtornos enfrentados no trecho, o presidente da Câmara, Ronaldo Quintão, destaca que irão trabalhar em defesa dos moradores locais. “O secretário Bernardino assume as funções agora, mas a gestão é a mesma e os problemas exigem ações imediatas, por isso fazemos essa cobrança na esperança de que a situação seja resolvida com ações de maior impacto, que evitem problemas no próximo período de chuvas”, afirma.

Os próprios vereadores, puderam comprovar os transtornos. Hélio da Nazaré aponta que em alguns pontos está difícil a passagem de veículos, o que dificulta a vinda dos pequenos produtores até a cidade. “Há trechos problemáticos nas proximidades das agrovilas 14 e 19, e também na chamada Curva da Bênção. Por isso pedimos ao Executivo que realize o trabalho de melhoria das estradas do assentamento, com a recuperação e cascalhamento, a fim de proporcionar melhores condições de locomoção aos moradores”, diz Hélio.

Além da via ser um importante meio de escoamento de produtos agrícolas, a MT-339 é utilizada para o transporte de doentes e alunos que estudam em Tangará da Serra.


 

Leia mais:  Polícia procura criminoso que fugiu em um carro branco depois de furtar oficina mecânica

 

Da Redação com Informações de Assessoria de Imprensa

 

Comentários Facebook
publicidade

Estradas

Preterimento: Tangará da Serra é o único município-polo com estradas em situação precária

Publicado

Quando se pensa em município-polo, uma das primeiras ideias que vêm à mente é que as estradas de acesso e de seu entorno são (ao menos) bem conservadas. Mas não é esse o caso de Tangará da Serra.

A cidade é servida apenas por rodovias estaduais. No percurso até a capital Cuiabá, a ligação é feita pelas ruins MTs 358, 343 e 246 até o entroncamento com a BR-163, em Jangada. A mesma MT-358 liga o município ao norte, na BR-364, divisa com Campo Novo do Parecis. Outra ligação com a federal 364 é pela MT-480, já na localidade de Deciolândia, em Diamantino. Na direção oeste, a alternativa é a MT-339, com apenas 2,5 quilômetros de asfalto.

Servida apenas por rodovias estaduais, Tangará da Serra tem ligação com a capital pelas ruins MTs 358, 343 e 246 até o entroncamento com a BR-163, em Jangada.

Considerando dados socioeconômicos, percebe-se certa injustiça em ligações por estradas tão ruins. O município que polariza a região sudoeste de Mato Grosso tem a quinta população do estado (104 mil habitantes, segundo o IBGE), o quinto maior colégio eleitoral (67,7 mil leitores antes da biometria) e é uma das 10 maiores economias mato-grossenses, com um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 2,9 bilhões. Tangará da Serra também é referência no comércio, na prestação de serviços, na saúde (pública e privada) e no ensino superior.

Considerando dados socioeconômicos diferenciados, percebe-se certa injustiça em ligações por estradas tão ruins.

Estes atributos atraem, todas as semanas, milhares de pessoas de municípios vizinhos e até mais distantes – como Brasnorte, Comodoro e Juína –, em busca de tratamento médico, ensino superior, mercadorias, serviços, entre outras demandas. Neste vai-e-vem de pessoas, não há quem não reclame das estradas que levam a Tangará da Serra, seja quem vem de fora, seja  quem mora na cidade.

Leia mais:  Polícia procura criminoso que fugiu em um carro branco depois de furtar oficina mecânica

Federalização

Ganhou força no início deste mês a possibilidade de federalização do trecho Jangada-Itanorte, composto pelas rodovias estaduais MTs-246, 343 e 358, num total de 177 quilômetros. A proposta – que inclui percurso de 493 quilômetros entre Novo Mundo e Juína, no noroeste do estado – consiste em projeto de lei de autoria do deputado federal Dr. Leonardo (Solidariedade) atendendo pedido do suplente de deputado federal e empresário Vander Masson (PSDB), de Tangará da Serra.

A proposta tem por objetivo incluir o trecho de rodovias estaduais no Plano Nacional de Viação (Lei 5.917, de setembro de 1973). De acordo com o autor da matéria, o trecho Jangada-Itanorte já está previsto no traçado original da BR-364.

Importância

Consultado pela redação, o economista e engenheiro especialista em logística Silvio Tupinambá afirma que a federalização seria de grande importância para a região, na medida em que formaria com estradas estaduais como a MTs 240, 339 e 480 (além da MT-343, em Barra do Bugres) uma malha viária que beneficiaria o escoamento da produção de Tangará da Serra e municípios vizinhos, além de facilitar o acesso de pessoas, mercadorias e serviços.

Tupinambá também considera a federalização como parte importante de uma cadeia de suprimentos em projeções de curto, médio e longo prazos.

Tupinambá também considera a federalização como parte importante de uma cadeia de suprimentos em projeções de curto, médio e longo prazos. Neste particular, a implantação da Zona de Processamento e Exportação – ZPE – de Cáceres teria efeitos econômicos que se fariam sentir fortemente na região, facilitados por uma logística de transporte melhorada com a federalização do trecho Jangada-Itanorte. “Isso (a federalização) criará, lá na frente, condições para uma retrologística interessante relacionada à própria ZPE e ao porto de Cáceres, contando com a hidrovia Paraguai-Paraná”, destacou o economista.

Leia mais:  Apae suspende transporte escolar e demite funcionários em Tangará da Serra

Comparação

Na região metropolitana de Cuiabá e nas outras cidades-polo do estado a situação é muito melhor. Cáceres, por exemplo, é servida pelas BRs 070 e 174. Em breve, a cidade do oeste terá ligação pavimentada com Barra do Bugres pela MT-343. Barra do Garças, por sua vez, é servida pela porção oriental da BR-070 e também pela BR-158. Outras estradas que servem de ligação a Barra do Garças são as MTs 100 e 260, ambas em boas condições.

Rondonópolis, segunda cidade do estado, também é privilegiada. As BRs 163 e 364, mais as MTs 130 e 270 formam uma encruzilhada na cidade. Em Sinop, a BR-163 é a principal via, respaldada pelas bem conservadas MTs 140, 222 e 423.

Questão política

A explicação para o preterimento de Tangará da Serra está, obviamente, na pouca força política da cidade e da região como um todo. O município ficou praticamente dez anos – 1997 a 2006 – sem representação na Assembleia Legislativa. Quando elegeu representantes diretamente, teve de conviver com maus governos, como os do indiferente Blairo Maggi (2002/2010), do corrupto Silval Barbosa (2011/2014) e do inerte Pedro Taques (2015/2018).

Maus governos que consolidaram isolamento: O indiferente Blairo Maggi (2002/2010), o corrupto Silval Barbosa (2011/2014) e o inerte Pedro Taques (2015/2018).

As esperanças da cidade estão no novo governo de Mauro Mendes (DEM) – que fez 55% dos votos válidos dos eleitores tangaraenses nas eleições de 2018 – e do presidente Jair Bolsonaro, que recebeu nos primeiro e segundo turnos do último pleito votos de, respectivamente, 68% e 77% do eleitorado local.


Porém, até o momento, as esperanças não se converteram em nada prático, principalmente da parte do governo do Estado.

Comentários Facebook
Continue lendo

Mato Grosso

Ambulâncias novas do SAMU estão paradas para emplacamento e seguro em Tangará da Serra

Publicado

Três novas ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) estão paradas em Tangará da Serra, porque a prefeitura ainda aguarda para fazer o emplacamento e seguro desses veículos.

Foram repostas ambulâncias de suporte básico (Bravo).

Encaminhados pelo Ministério da Saúde e recebidos pela atual gestão, no dia 09 de junho, os veículos permanecem parados no pátio do município. Em rede social o prefeito Fábio Martins Junqueira se manifestou explicando que as ambulâncias vieram apenas com a nota fiscal de doação. “Adianto que a gestão não tem como colocar os veículos para rodar sem a devida documentação. As ambulâncias foram doadas ao município e agora estão em processo junto a CIRETRAN, para licenciamento e expedição de documentos”.

As ambulâncias precisam ser emplacadas e após o trâmite a prefeitura contratará a seguradora para prestar o serviço ao município.  Serão feitos orçamentos com as empresas, que se interessaram pelo serviço. O seguro de ambulâncias é caro devido ao alto risco de acidentes.


Foram repostas ambulâncias de suporte básico (Bravo), veículos que representam a renovação de 75% da frota do SAMU em Tangará da Serra.

Comentários Facebook
Leia mais:  Corpo de Mariana é encontrado no bairro Jardim Acapulco
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Política MT

Mais Lidas da Semana