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Venezuela vai receber US$ 9,2 milhões de ajuda humanitária da ONU

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Nicolás Maduro estava relutante em aceitar ajuda internacional para a Venezuela
Divulgação/Governo da Venezuela – 30.7.2017

Nicolás Maduro estava relutante em aceitar ajuda internacional para a Venezuela

A Venezuela vai receber ajuda humanitária da Organização das Nações Unidas (ONU). Nesta segunda-feira (26), a organização intergovernamental liberou um fundo de emergência de US$ 9,2 milhões – cerca de R$ 35,5 milhões, sendo a primeira assistência destinada ao país.

O montante será destinado a programas humanitários para saúde e assistência nutricional, principalmente a mulheres e crianças venezuelanas. Segundo a agência Reuters, o regime de Nicolás Maduro estava relutante em aceitar ajuda internacional e culpava as sanções de outros países pelo colapso econômico e político no qual a Venezuela mergulhou nos últimos anos.

No último dia 8, as agências das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) e para Migrações (OIM) informaram que o número de refugiados e migrantes que deixaram o país venezuelano nos últimos anos devido à crise político-econômica atingiu a soma de 3 milhões de pessoas em todo o mundo. 

Segundo o levantamento, baseado em dados enviados pelas autoridades nacionais de imigração, a maior parte dos migrantes (2,4 milhões) se deslocou para países da América Latina e do Caribe. Também há registro de chegada dos refugiados a países da América Central, como o Panamá, onde vivem 94 mil venezuelanos.

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A Colômbia é o país vizinho que tem mais venezuelanos abrigados: mais de 1 milhão de migrantes. Os outros países com maior número de venezuelanos são: Peru (meio milhão), Equador (220 mil), Argentina (130 mil), Chile (100 mil) e Brasil (85 mil).

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No comunicado, as agências da ONU ressaltam que a política de fronteira aberta para os refugiados é louvável, mas lembram que o intenso o fluxo migratório aumenta significativamente também as necessidades dos migrantes e compromete a capacidade de recepção dos países acolhedores.

As organizações destacam que a resposta humanitária está sendo liderada pelos governos da região por meio do processo de Quito, que visa no âmbito regional a ampliar e harmonizar as políticas de acolhimento dos países. 

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De acordo com as agências da ONU, em dezembro, será lançado um Plano Regional de Resposta Humanitária para Refugiados e Migrantes venezuelanos (RMRP) pela Plataforma Regional de Coordenação Interagencial, que atua desde setembro no fortalecimento à resposta operacional por meio do apoio de 40 parceiros e participantes, incluindo agências da ONU, organizações internacionais, sociedade civil e organizações religiosas.

A Venezuela atravessa uma crise política e econômica aguda, com a hiperinflação que, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), alcançará 1.350.000% este ano.

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Já apostou? Prêmio da Mega-Sena pode chegar a R$ 42 milhões neste sábado

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Aposta mínima da Mega-Sena (seis números) custa R$ 3,50 e pode ser feita em qualquer casa lotérica do País
Paulo Pinto/Fotos Públicas

Aposta mínima da Mega-Sena (seis números) custa R$ 3,50 e pode ser feita em qualquer casa lotérica do País

Um sortudo pode ganhar até R$ 42 milhões no próximo concurso da  Mega-Sena , que será realizado neste sábado (15). O prêmio acumulou depois que ninguém acertou as seis dezenas do sorteio da última quarta-feira (12).

No entanto, a  Mega-Sena  deixou muita gente sorrindo a toa. A quina teve 82 apostas ganhadoras, sendo que cada apostador ficou com R$ 35.639,55. A quadra teve 5.610 apostas ganhadoras, ficando cada uma com R$ 744,19.

Para participar, é necessário realizar uma aposta mínima de R$ 3,50 em qualquer uma das 13 mil lotéricas espalhadas pelo País.  Apostadores também podem entrar no sorteio pela internet, o valor mínimo para fazer uma compra pelo sistema online é de R$ 30 em apostas. O serviço do site funciona 24 horas por dia.

Esse é um concurso realizado pela  Caixa  Econômica Federal que pode pagar milhões ao apostador que acertar seis números, que são sorteados ao menos duas vezes por semana – normalmente, de quarta-feira e sábado. Ainda é possível ganhar prêmios menores ao acertar quatro (Quadra) ou cinco dezenas (Quina).

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O próprio jogador pode escolher os números da aposta ou tentar a sorte com a “Surpresinha”, em que o sistema das  lotéricas  escolhe os números. É possível também concorrer com as mesmas dezenas por dois, quatro ou oito concursos consecutivos na chamada “Teimosinha”.

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Como jogar na Mega-Sena


Para concorrer ao prêmio da Mega-Sena, é preciso escolher pelo menos seis números entre os 60 disponíveis
iG São Paulo

Para concorrer ao prêmio da Mega-Sena, é preciso escolher pelo menos seis números entre os 60 disponíveis

Os prêmios iniciais costumam ser em torno de R$ 2,5 milhões para quem acerta seis dezenas. O valor vai acumulando a cada concurso sem vencedor. Também é possível ganhar prêmios ao acertar 4 ou 5 números dentre os 60 disponíveis no volante de apostas. Para isso, é preciso marcar de 6 a 15 números do volante.

Leia também: Apostas para a Mega da Virada 2018 já estão abertas em todo o país 

O prêmio bruto da  Mega-Sena  corresponde a 46% da arrecadação. Dessa porcentagem, 35% são distribuídos entre os acertadores dos 6 números sorteados, 19% entre os acertadores de 5 números (Quina), 19% entre os acertadores de 4 números ( Quadra ), 22% ficam acumulados e distribuídos aos acertadores dos 6 números nos concursos de final 0 ou 5 e 5% ficam acumulado para a primeira faixa (Sena) do último concurso do ano de final zero ou 5.

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Freixo diz que não acredita na ligação de milícias com  a morte de Marielle

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Marcelo Freixo falou sobre os riscos de vida que corre e criticou suspeitas levantadas sobre assassinato de Marielle Franco
Cristina Indio de Brasil/Agência Brasil

Marcelo Freixo falou sobre os riscos de vida que corre e criticou suspeitas levantadas sobre assassinato de Marielle Franco

O deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL/RJ) disse não ter dúvida de que continuará recebendo ameaças enquanto a morte da vereadora Marielle Franco (PSOL/RJ) não for esclarecida. Ainda assim, disse que não tem razão para acreditar que o suposto plano para mata-lo tenha vindo do mesmo grupo que assassinou a vereadora. Na última quarta-feira (14), Freixo recebeu a informação de que seria morto durante evento neste fim de semana.

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“Se nós não descobrirmos quem mandou matar Marielle e porque mandou matar, isso significa dizer que um grupo político pode ter a violência como método, um grupo político pode se contrariado matar. Talvez eles descubram que podem matar não só uma juíza, não só uma deputada, não só uma vereadora, mas podem matar um promotor, uma jornalista, podem matar outros. Basta que seus interesses sejam ameaçados”, afirmou Marcelo Freixo .

O deputado também criticou a declaração do secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, general Richard Nunes, em entrevista publicada nesta sexta-feira (14) no jornal  O Estado de S. Paulo , que atribuiu a morte de Marielle Franco a milicianos interessados na grilagem de terrenos na zona oeste do Rio . O deputado estadual disse que não interessa mais declarações de autoridades sobre as possíveis causas e que o secretário deveria esclarecer o crime e não falar de possibilidades.

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 “São nove meses de investigações. É tempo de apresentar provas e concluir o caso. A gente também não quer que, no final do ano, no afogadilho, do final da intervenção, seja apresentado qualquer resultado. Isso também não é aceitável”.

A CPI das Milícias , que tinha Freixo como presidente, terminou em novembro de 2008 com 226 indicados. Entre eles, políticos, policiais militares, agentes penitenciários e integrantes das Forças Armadas. No entanto, descartou a possiblidade de a morte de Marielle ser resultado do trabalho na CPI, quando era assessora, ou pela atuação dela contra as milícias, já durante o mandato.

“A Marielle não teve, no curto período que exerceu a vereança, que foi apenas um ano e três meses, uma atuação destacada em áreas de milícias. Ela não estava à frente de nenhuma CPI ou investigação. Houve um trabalho de sua assessoria de regularização fundiária de uma determinada região que não foi concluía, mas não foi ela. É claro que isso tem que ser investigado”, disse.

Desde o fim da CPI das Milícias, o deputado é acompanhado por uma escolta de segurança. Ele afirmou que pretende continuar com o mesmo grupo, o qual já conhece como atua. Em fevereiro, Freixo, que foi eleito deputado federal, começará a trabalhar em Brasília.

O parlamentar não acredita que precisará mudar a equipe de escolta por policiais federais, porque pretende contar em Brasília com a proteção da Polícia Legislativa da Câmara Federal.

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*Com Agência Brasil

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