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Veja os 5 seminovos mais vendidos do Brasil

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Por que comprar um seminovo com alta procura no mercado? Um carro como esse é requisitado normalmente pela confiabilidade, baixos custos de manutenção, praticidade e outros tipos de custo-benefício. Com isso, os seminovos mais vendidos costumam depreciar menos ao longo do tempo e se mantêm relativamente atuais, mesmo com a chegada de sucessores. Entretanto, a maior das vantagens é certamente a facilidade de vendê-lo.

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Segundo levantamento da plataforma AutoAvaliar — utilizada atualmente em mais de 2.500 concessionárias e 30 mil revendedores multimarcas no Brasil — alguns foram os modelos que mais registraram interesse dos compradores. Entre os seminovos mais vendidos
, separamos os maiores destaques por marca. Veja quais são, com seus respectivos valores médios de revenda:

1- Chevrolet Classic (preço médio de R$ 16.669)


Chevrolet Classic é o maior destaque entre os seminovos mais vendidos, por conta de seu custo-benefício
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Chevrolet Classic é o maior destaque entre os seminovos mais vendidos, por conta de seu custo-benefício

O sedã do Corsa é o mais procurado entre os seminovos, superando o próprio Gol e seus 38 anos de mercado. Vendido por aqui entre 2003 e 2016, seu sucessor Prisma Joy ainda não acumulou uma legião tão grande de compradores apenas pela diferença de preço entre ambos, uma vez que a sua proposta de um sedã compacto para usar e abusar no dia-a-dia é a mesma do Chevrolet Classic
.

A versão mais procurada, segundo as pesquisas, é a 1.0 VHC E Flex, com motor que desenvolve 78 cavalos e 9.7 kgfm quando abastecido com etanol. Tem tanque de combustível com capacidade para 54 litros e autonomia de 900 km com gasolina, de acordo com dados da fabricante da época em que o carro foi lançado.  Entre as possíveis configurações com o passar dos anos, vinha com direção hidráulica, travas e vidros elétricos, chave com controle remoto e alarme antifurto, sistema de som com CD Player e entrada USB e Bluetooth.

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2- VW Gol (preço médio de R$ 16.845)


VW Gol pode até ser o 2º colocado entre os seminovos mais vendidos e ainda tem sucesso nas lojas de todo Brasil
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VW Gol pode até ser o 2º colocado entre os seminovos mais vendidos e ainda tem sucesso nas lojas de todo Brasil

Depois dos 26 anos consecutivos como líder de vendas, o carro é recordista entre os carros mais longevos do Brasil, como o Fusca, Opala e Kombi. A cada geração, uma novidade era lançada e fazia ele permanecer entre os mais vendidos. Tendo superado o Fusca em números de produção, em 2009, até hoje o hatch compacto é visto nas ruas em suas diversas formas e cores, mas todas elas com a mesma filosofia: oferecer apenas o necessário e ser muito bom nisso.

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Mesmo pensado para ser um carro “feijão com arroz”, a atual geração do VW Gol
traz equipamentos como duas opções de central multimídia: Discovery (R$ 2 mil) e Composition (R$ 2,1 mil). Já o pacote Urban (R$ 3 mil) acrescenta alarme, chave canivete, rodas de liga leve, faróis de neblina, ajuste de altura e profundidade do volante e sensor de estacionamento traseiro.

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3- Novo Ford Ka (preço médio de R$ 26.964)


Ford Ka: Mesmo com muito menos unidades em circulação, garante o 3º lugar na lista dos seminovos mais vendidos
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Ford Ka: Mesmo com muito menos unidades em circulação, garante o 3º lugar na lista dos seminovos mais vendidos

No levantamento, o Ford Ka
atual chegou a superar todos os anos em que ainda era um subcompacto, entre 1997 e 2013. Isso porque tem qualidades para competir no segmento mais quente do mercado brasileiro: o dos hatches compactos. Em seu lançamento na Europa, em 1996, foi considerado um carro à frente do seu tempo, cuja carroceria subcompacta antecipou atributos que só seriam oferecidos anos depois, com a conjuntura atual da mobilidade urbana.

Entre os maiores destaques da geração atual, está a central multimídia Sync 3, com tela sensível ao toque, que agora está disponível a partir da versão SE Plus 1.0 (R$ 48.490). No caso da SE (R$ 45.990), existe apenas um sistema de som convencional, com uma entrada USB e conexão via Bluetooth. Segundo o Inmetro, as versões equipadas com motor 1.0 de três cilindros é capaz de fazer 13,5 km/l de gasolina na cidade e 15,7 km/l na estrada, números que passam para 9,2 km/l e 10,8 km/l, com etanol, respectivamente.

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4- Fiat Palio (preço médio de R$ 21.840)


De rival número 1 do Gol e campeão de vendas, saiu do mercado de novos, mas é forte entre os seminovos mais vendidos
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De rival número 1 do Gol e campeão de vendas, saiu do mercado de novos, mas é forte entre os seminovos mais vendidos

Lançado pela marca italiana em 1996, com o objetivo de competir diretamente com o Gol, o carro teve apenas duas gerações ao longo de toda a sua trajetória que se encerrou este ano, apesar de seu visual permanecer vivo na picape Strada e na aventureira Weekend (que iniciou, ainda nos anos 90, a onda de modelos aventureiros urbanos). Foi precursor de algumas tecnologias, como air bags frontais e freios ABS para compactos. Por esses e outros motivos, o Fiat Palio
foi bem sucedido e sempre manteve índices altos nas vendas.

Durante as mais de duas décadas no mercado nacional, o compacto vendeu mais de 3 milhões de unidades e conseguiu desbancar o Gol na preferência dos consumidores em 2014. Mas, no ano passado, com a chegada do Argo, o número de vendas do Palio caiu, o que acabou por sacramentar o fim da linha de produção do popular. O modelo vinha sendo vendido nas versões com motor 1.0 Fire na carroceria antiga e 1.4 na do Novo Palio.

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5- Nissan March (preço meedio de R$ 25.519)


Nissan March é o representante japonês entre os populares que formam a lista dos seminovos mais vendidos
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Nissan March é o representante japonês entre os populares que formam a lista dos seminovos mais vendidos

O March começou a ser vendido no Brasil em 2011 sob importação do México e passou a ser produzido em Resende (RJ), ganhando retoques visuais em abril de 2014. Em relação aos rivais de sua categoria, muito chamava atenção o seu design carismático, mas acima de tudo, a boa reputação que qualquer marca japonesa tem no mundo todo. Desde então, o carro recebeu poucas novidades, sendo que a mais importante delas foi a introdução das configurações com motor 1.6 litro flex e câmbio automático Xtronic CVT, este herdado do sedã médio Sentra.

Por a partir de R$ 47.490, sua versão 2019 pode ser encontrada nas concessionárias em somente duas versões de acabamento, a SV e a SL. A primeira vem com motor 1.0 e opção de câmbio manual, ou 1.6 com caixa manual ou automática, do tipo CVT, enquanto a segunda é oferecida somente na configuração 1.6 CVT. Ambas as versões compõem os números do Nissan como um entre os seminovos mais vendidos
.

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Audi lança perua esportiva RS4 no Brasil no mês que vem. E terá outras novidades

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Audi RS4 passa a contar com desenho mais arrojado e novo conjunto mecânico poderoso, com 450 cv e 8 marchas
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Audi RS4 passa a contar com desenho mais arrojado e novo conjunto mecânico poderoso, com 450 cv e 8 marchas

A Audi prepara uma série de novidades no Brasil, que vai começar com a chegada da nova geração da perua esportiva RS4, cuja chegada às lojas do País será no mês que vem. Entre os carros que serão lançados, estão os novos A6, A7, A8, RS5 Coupé e os SUVs Q8 e o elétrico e-tron, no início do segundo semestre.

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Junto com os lançamentos, a Audi trabalha em uma nova estratégia de comunicação, com nova campanha publicitária que será divulgada em breves capítulos, maior investimento em mídia digital (de 20% do orçamento para 40%), readequação da rede de concessionários, maior divulgação da parte de competição, novos embaixadores da marca, entre outras ações.

No caso da perua RS4, o carro foi lançado no Salão de Frankfurt (Alemanha), em setembro de 2017, com novo motor motor 2.9 V6 biturbo, de 450 cv e 61 kgfm de torque, feito pela Porsche (assim como a clássica RS2), que trabalha em conjunto com o novo câmbio Tiptronic, reconfigurado, de oito marchas.

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Com o novo conjunto mecânico, a perua esportiva da Audi é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 4,1 segundos e atingir 250 km/h, velocidade limitada eletronicamente. Se vier com o chamado “Dynamic Package” é possível chegar nos 280 km/h. Além disso, o carro conta com controle dinâmico de condução, com opção de selecionar o comportamento desejado, bem como freios de cerâmica poderosos.

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Mais detalhes da Audi RS4


Audi RS4 vem com cluster totalmente digital e configurável, além de alta dose de sofisticação
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Audi RS4 vem com cluster totalmente digital e configurável, além de alta dose de sofisticação

 As rodas aro 19, com opcional de aro 20 polegadas, são um tributo ao Audi 90 Quattro IMSA GTO, ícone das corridas na passagem dos anos 80 para os 90. Ainda entre os destaques estéticos, estão os faróis com apenas LED no lugar de lâmpadas, os vincos na carroceria, largas entradas de ar, difusor traseiro e saídas de escape em formato oval.  

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Por dentro, entre os itens que mais chamam atenção estão os bancos esportivos, com largos aopios laterais e revestidos de couro, bem como o cockpit virtual, que vem aparecendo nos últimos carros da Audi, lembrando o motorista de que ele está em um legítimo esportivo.

A chegada da nova geração da Audi RS4 ao Brasil faz parte de uma tradição da marca no segmento de peruas esportivas no País que começou em meados dos anos 90. Foi quando chegou a RS2, já com tração integral Quattro e diversos componentes desenvolvidos pela Porsche, como o motor 2.2, turbo, de cinco cilindros e 315 cv.

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O aval da marca alemã sediada em Suttgart ao ajudar no projeto da RS2 estava até nas pinças de freio e nos retrovisores vindos do cupê esportivo 911, da geração conhecida como 993. Depois dele vieram outras peruas esportivas, inclusive as gerações anteriores da RS4, bem como a RS6 atual. Assim que chegar ao Brasil, a nova Audi RS4
será a única perua esportiva do segmento disponível no País. 

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Fonte: IG Carros
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Assim como a GM, outras fabricantes têm grandes desafios no mercado automotivo

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Linha de montagem da GM do Brasil, que vai lançar novos modelos no País, onde está se reestruturando
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Linha de montagem da GM do Brasil, que vai lançar novos modelos no País, onde está se reestruturando

Os novos acordos que a GM do Brasil tem feito para redução de custos e se adequar à realidade do mercado automotivo atualmente vai gerar novos investimentos no País em suas fábricas locais. Em breve, a matriz da marca americana deverá aprovar a liberação de R$ 10 bilhões para as unidades de produção de onde sairão novos modelos.

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Mas o exemplo da GM do Brasil
em se esforçar para enfrentar as dificuldades encontradas no mercado automotivo brasileiro serve de alerta para o que o sócio da consultoria A.T Kearney Brasil, Mark Essle, chama de “o canário da mina automotiva”. Trata-se de uma série de questões ligadas aos entraves que impedem que a cadeia automotiva no País seja tão eficiente como deveria.

Assim como em diversos países do mundo, no Brasil vivemos a nova era da mobilidade, em que há novos paradigmas que implicam na maior mudança que a indústria automotiva
já passou em todos os tempos. E isso significa que as fabricantes precisam se moderninzar e fazer novos investimentos  para sobreviverem no cenário global.  No mercado brasileiro, mais especificamente, Essle explica quais são os principais desafios a serem enfrentados de imediato.

“Um dos pontos fundamentais que não apenas a GM, mas outras fabricantes precisam enfrentar no Brasil está ligada à soma de encargos e ineficiências da cadeia como um todo”, diz Essle em seu artigo, que complementa explicando que “temos no País um pesado imposto de importação de até 14% sobre os preços de matérias primas, elevados custos de logística (acima do mercado internacional), alto conteúdo de impostos de 30% a 36% do valor de venda do veículo, entre outros problemas”.

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GM do Brasil e os desafios futuros 


Carlos Zarlenga, presidente da GM do Brasil e do Mercosul alerta sobre os novos desafios da indústria automotiva
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Carlos Zarlenga, presidente da GM do Brasil e do Mercosul alerta sobre os novos desafios da indústria automotiva

 Tudo isso tem levado a uma infinidade de empresas (não apenas do setor automotivo) sem previsão de lucros e distantes de um retorno adequado ao capital aplicado. Dentro desse contexto, o presidente da GM Mercosul, Carlos Zarlenga, chegou a alertar que os resultados financeiros de várias montadoras no Brasil mostram prejuízos de centenas de milhões de dólares e que suas matrizes enviaram, apenas em 2018, US$ 15 bilhões, ou algo em torno de R$ 50 bilhões.

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Afora as questões de ineficiência da cadeia automotiva, seja por causa da falta de infraestrutura, altos impostos e taxas, também é preciso enfentar no Brasil a grande transformação que se desenha no horizonte de 5 anos para a indústria automobilística. Será preciso de adaptar aos novos tempos em que as pessoas estão deixando de ser proprietárias de carros, mas assinantes de serviços de mobilidade.

Nesse novo cenário entram carros elétricos e autônomos, além de aplicativos de mobilidade, entre outros itens que exigem investimentos de centenas de bilhões de reais que o negócio atual das fabricantes precisará ter para pagar essa conta. Ainda segundo Essle, “estamos numa encruzilhada em que é necessário reiventar o setor, tornando-o competitivo  mundialmente ou corremos o risco de vermos sucumbir um parque industrial que emprega mais de 500 mil famílias no Brasil”.

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O fechamento da fábrica da Ford em SP


Ford fechará fábrica em São Bernardo do Campo (SP), ao contrário da GM do Brasil, manterá unidades de produção no País
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Ford fechará fábrica em São Bernardo do Campo (SP), ao contrário da GM do Brasil, manterá unidades de produção no País

No ano em que completa 100 anos de fundação no Brasil, a Ford decide fechar sua fábrica em São Bernardo do Campo (SP), o que implica no fim da produção dos caminhões das linhas Cargo, F-4000 e F-350, além do hatch compacto Fiesta, que passa a ser encontrado nas lojas apenas enquanto durarem os estoques. 

Haverá redução de mais de 20% dos custos ligados ao quadro de funcionários em toda a região da América do Sul. Além disso, a Ford irá se concentrar na sua linha de SUVs de picapes e expandirá suas parcerias, como a que foi criada com a Volkswagen.

Para que outras fabricantes não tenham também que fechar fábricas no Brasil
, Essle diz, em entrevista à reportagem de iG Carros, que ” o modelo atual em vigor na indústria automotiva, que foi estabelecido entre as fabricantes e o governo, está com os dias contados e precisa mudar”. Ele explica que, hoje em dia, no Brasil, privilegia-se o conteúdo local e não se permite exportar os produtos brasileiros para o mercado global. 

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Portanto, ainda conforme Essle, “a sociedade precisa reformular o sistema tributário e outros custos que reduzem a competitividade dos produtos brasileiros no mercado global. Impostos, taxas, entre outros encargos, fazem com que os veículos no Brasil sejam, em média, em torno de 40% mais caros”, diz ele.

Essa mudança à qual se refere Essle e alertada pela GM do Brasil,
  precisa ser colocada em prática. Levará um tempo e implicará num grande esforço em conjunto, mas, entre outras questões, está em jogo cerca de 1,2 milhão de empregos da cadeira automotiva no Brasil. Apenas no setor de autopeças, são aproximadamente 210 mil empregos,  220 mil nas concessionárias, 120 mil em serviços e assim por diante. 

Fonte: IG Carros
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