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Veja os 5 carros mais confiáveis para se comprar no Brasil

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O Engie é um dispositivo que mete parâmetros e estatísticas diárias em mais de 45 mil veículos espalhados pelo Brasil. Ele é capaz de detectar o diagnóstico de falhas, carga da bateria, eficiência do combustível e emissões com uma instalação simples no painel do carro. Com base nestes dados, é possível identificar os cinco carros mais confiáveis à venda no Brasil. A amostragem da Engie foi feita com base no diagnóstico de no mínimo 500 carros de cada modelo, sem repetir marcas.

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5 – Ford Ranger – 5% de falhas detectadas


A Ranger é a única representante das picapes na lista dos carros mais confiáveis do Brasil
Divulgação
A Ranger é a única representante das picapes na lista dos carros mais confiáveis do Brasil

A Ranger aparece na quinta colocação entre os carros mais confiáveis
à venda no Brasil. De acordo com a Engie, a porcentagem de falhas detectadas no modelo fabricado em Buenos Aires, na Argentina, é de 5%, se destacando entre as picapes médias de seu segmento. Ao todo, são onze versões disponibilizadas pela Ford, partindo de R$ 110.490 na versão XLS 2.5 e chegando a R$ 188.990 no modelo Limited 3.2 diesel, com tração 4×4. Entre elas, há uma versão chassi com motor diesel, por R$ 120.150.

4 – Honda HR-V – 3% de falhas detectadas


Além de ser um dos SUVs de maior destaque no País, o Honda HR-V também surge entre os carros mais confiáveis
Divulgação
Além de ser um dos SUVs de maior destaque no País, o Honda HR-V também surge entre os carros mais confiáveis

Ainda de acordo com a Engie, o Honda HR-V
é o quarto modelo que menos apresenta problemas mecânicos ou elétricos, com porcentagem de falhas detectadas de 3%. Renovado no fim do ano passado, o modelo é vendido em apenas três versões: LX (R$ 92.500), EX (R$ 98.700) e EXL (R$ 108.500). Todas são equipadas com o já conhecido 1.8, de 139 cv de potência e 17,4 kgfm de torque.

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3 – VW Gol – 3% de falhas detectadas


O longevo hatchback da Volkswagen continua sendo um dos carros mais confiáveis do Brasil, conforme a Engie
Divulgação
O longevo hatchback da Volkswagen continua sendo um dos carros mais confiáveis do Brasil, conforme a Engie

O carro mais vendido da história do Brasil é também o medalhista de bronze da lista dos modelos mais confiáveis. O Gol
tem o bom percentual de apenas 3% de falhas detectadas entre todos os outros veículos analisados pela Engie. Antigamente, o hatch já foi cheio de versões, mas hoje ficamos restritos ao 1.0 manual (R$ 46.320), 1.6 manual (R$ 52.770) e 1.6 automático (R$ 57.260), sendo este último o mesmo motor MSI que equipa o Polo.

2 – Toyota Etios – 3% de falhas detectadas


O Toyota Etios é o segundo colocado entre os carros mais confiáveis do Brasil, com controle de estabilidade de série
Renato Maia/Falando de Carros
O Toyota Etios é o segundo colocado entre os carros mais confiáveis do Brasil, com controle de estabilidade de série

O Etios também aparece bem no ranking de confiabilidade, com os mesmos 3% de falhas detectadas do hatch da Volkswagen. A Toyota disponibiliza o modelo nas versões X 1.3 (R$ 48.400 com câmbio manual; R$ 53.440 na automática), X-Plus 1.5 (R$ 54.920 na manual; R$ 59.960 na automática), XLS (R$ 64.440) e Platinum (R$ 67.690). A partir da linha 2019, todas as versões integram controle de estabilidade e tração.

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1 – Fiat Grand Siena – 2% de falhas detectadas


A presença do Cronos não fez o Fiat Grand Siena cair entre os carros mais confiáveis à venda no Brasil em 2019
Divulgação
A presença do Cronos não fez o Fiat Grand Siena cair entre os carros mais confiáveis à venda no Brasil em 2019

A medalha de ouro entre os carros mais confiáveis
à venda no Brasil, de acordo com a Engie, é o Fiat Grand Siena, que ainda convive com o Cronos na linha da marca italiana. Seu índice de detecção de falhas é de apenas 2%, entre todos os 45 mil veículos analisados. Lançado em meados de 2011, o sedã compacto é vendido em apenas uma versão: Attractive, com motor 1.0 (R$ 49.590) e 1.4 (R$ 54.590).

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Fonte: IG Carros
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Argo e Polo vão puxar a nova onde carros aventureiros

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Projeção antecipa detalhes de como deverá ficar o Fiat Argo Trekking,  novidade entre os carros aventureiros
Kleber Silva
Projeção antecipa detalhes de como deverá ficar o Fiat Argo Trekking, novidade entre os carros aventureiros

Depois dos SUVs, os CUVs do Fiat Argo e do Volkswagen Polo vão invadir sua praia. Eles são apenas dois dos carros aventureiros que virão por aí. Na verdade, os CUVs já existem há bastante tempo: são os Crossovers Utilities Vehichles.

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A diferença é que antes os SUVs que não tinham o DNA de utilitários eram chamados de crossovers, mas agora os carros aventureiros
estão sendo “promovidos” para essa categoria. Independentemente do nome que tenham, o fato é que não passam de versões aventureiras de hatches, sedãs, peruas ou picapes que já estão no mercado.

 O Fiat Argo “CUV” ou aventureiro deverá utilizar o bom motor 1.3 Firefly e um câmbio automático de seis marchas. Já é uma boa notícia saber que ele não virá com o câmbio GSR (automatizado de embreagem simples) usado atualmente nas versões 1.3 da Fiat.


A maior distância livre do solo será uma das diferenças do Fiat Argo que fará parte dos novos carros aventureiros
Kleber Silva
A maior distância livre do solo será uma das diferenças do Fiat Argo que fará parte dos novos carros aventureiros

O projeto chama-se X6HX.  Pelo que já se sabe, o carro terá suspensão elevada em 3 cm, segundo o site Autos Segredos, chegando a bons 17,9 cm de altura do solo. Já sobre Polo “CUV” ou aventureiro não existem muitas informações, mas a Volkswagen costuma ser menos ousada do que a Fiat nesse segmento.

História dos carros aventureiros


Fiat Palio Weekend Adventure foi o primeiro integrante do segmento de carros aventureiros, a partir de 1999
Divulgação
Fiat Palio Weekend Adventure foi o primeiro integrante do segmento de carros aventureiros, a partir de 1999

 Desde que a Fiat lançou o Palio Adventure,
em 1999, esse tipo de carro faz sucesso no mercado brasileiro. O Palio Adventure foi a primeira tentativa de dar a um carro razoavelmente acessível o estilo dos precursores Volvo Cross Country e Audi Allroad, que eram muito caros.

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O Audi Allroad trazia tração 4×4 e proteção de plástico nas caixas de rodas e nos para-choques. A carroceria tinha maior distância do solo do que a de modelos normais. Os pneus eram de uso misto. Também havia bússola e inclinômetro.

 Com o Palio Adventure, a Fiat testou a fórmula em um carro com tração dianteira. Foi seguida por vários fabricantes. Mas a grande sacada foi da Ford com o EcoSport. O carro nada mais era do que um Fiesta.

Entretanto, a Ford aumentou bastante a distância do solo, introduziu os aparatos de aventura e posicionou o estepe do lado de fora do veículo. Os consumidores viram no EcoSport uma miniatura de SUV. A Volkswagen foi atrás e lançou o CrossFox,
também com o estepe do lado de fora.

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 Não demorou muito, porém, para que os estepes voltassem para dentro do carro. Isso não era um problema nos enormes SUVs, mas era para modelos compactos. Percebendo que os consumidores quase não usavam os aparatos de aventura, a Volks manteve o estepe externo no CrossFox, mas lançou outros dois carros com o estilo aventureiro (e com os estepes dentro do porta-malas): Gol Rallye e SpaceCross.


VW Gol Rallye também faz parte dos carros aventureiros que mais fizeram sucesso no Brasil nos últimos anos
Divulgação
VW Gol Rallye também faz parte dos carros aventureiros que mais fizeram sucesso no Brasil nos últimos anos

 A Fiat seguiu fiel à ideia inicial. Seus carros aventureiros mantiveram os grandes protetores de caixas de roda, a bússola, o inclinômetro e o grafismo diferenciado do quadro de instrumentos. Várias outras versões Adventure surgiram, na picape Strada, no Doblò, no Idea e até no Uno (batizado de Way e não de Adventure). Depois a Fiat adotou o sistema Locker para que o carro pudesse atravessar atoleiros em linha reta.

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A Volkswagen foi em direção oposta: eliminou até as proteções de plástico das caixas de rodas, substituindo-as por uma faixa preta colada nas bordas da carroceria. O interior também foi modificado e os carros aventureiros da marca passaram a ser exatamente iguais aos demais.

 CUVs ou crossovers, eles têm bom mercado


Chery Tiggo 2 é um SUV compacto, mas também faz parte do grupo de carros aventureiros que temos no Brasil
Cauê Lira/iG Carros
Chery Tiggo 2 é um SUV compacto, mas também faz parte do grupo de carros aventureiros que temos no Brasil

 Atualmente, versões aventureiras nada mais são do que carros com visuais diferentes e com 2 cm mais altos. Às vezes, nem isso. Os carros aventureiros existem porque muitas pessoas gostam de “parecer” ter uma vida cheia de aventura, e não necessariamente porque precisam de certos equipamentos.

Nesse ponto, as chinesas JAC Motors e Caoa Chery foram até além, pois transformaram carros que eram hatches na origem no que são hoje o T40 e o Tiggo2. Tecnicamente, esses carros seriam crossovers ou CUVs, mas ganharam o status de SUVs, como tantos outros.

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 Os números desse mercado de carros aventureiros
nunca são abertos pelas montadoras. Eventualmente, uma ou outra divulga um esboço do ranking. Mas é um mercado de 400 a 600 carros/mês para os líderes, como o Chevrolet Onix Active, o Hyundai HB20X e o Renault Sandero Stepway. É nesse jogo que a Fiat e Volkswagen vão entrar com os “CUVs” do Argo e do Polo.

Projeções: Kleber Pinho da Silva

Fonte: IG Carros
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Primeiro SUV elétrico da Audi está pronto para ganhar as ruas

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A marca das quatro argolas apresentou aquele que será o seu quinto automóvel elétrico de produção, o Audi Q4 e-tron concept. Trata-se de um SUV compacto, com lançamento marcado para 2020 e que se vai situar abaixo do já conhecido Audi E-tron.

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A fabricante definiu o lançamento de 12 automóveis totalmente elétricos até 2025 como um dos seus grandes objetivos e o Audi Q4
e-tron é o próximo nome nesta lista. Montado sobre a plataforma modular MEB do grupo VW, este SUV eléctrico tem 4,59 metros de comprimento, 1.90 metros de largura e 1,61 metros de altura, ao passo que a distância entre eixos é de generosos 2,77 metros.

Como acontece com o Audi e-tron, este Q4 e-tron concept conta com dois motores eléctricos (um por eixo) que oferecem uma potência combinada de 301 cavalos. Este sistema é alimentado por uma bateria que garante autonomia de 450 quilômetros. Sistema de tração é o Quattro da Audi.

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Um dos trunfos do novo modelo é a plataforma MEB, desenvolvida pela Volkswagen para o seu I.D. Neo, veículo agendado para o início de 2020, que depois irá servir para uma série de outros modelos do grupo. Fabricada exclusivamente em aço, para ser mais simples de construir e posteriormente de reparar, além de mais barata do que o alumínio, a MEB vai permitir que o Q4 e-tron surja com versões com apenas tração atrás, mas igualmente com sistema 4×4, quando equipado com um segundo motor eléctrico montado no eixo dianteiro.

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As baterias do Audi Q4


Audi Q4 e-tron foi mostrado no Salão de Genebra como conceito, mas modelo de produção será bem semelhante
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Audi Q4 e-tron foi mostrado no Salão de Genebra como conceito, mas modelo de produção será bem semelhante

Quanto às baterias para o Q4 e-tron, o segredo ainda é total, sabendo-se contudo que a plataforma MEB permite montar várias capacidades de acumuladores, tendo a menor 48 kWh e a maior 80 kWh, pelo menos para um veículo com a distância entre eixos do I.D. Neo
. Neste modelo da  Volkswagen
, estes packs de baterias permitem antecipar autonomias entre 330 km e 550 km.

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O primeiro modelo elétrico da marca, além do Audi Q4
, foi o E-tron, que foi mostrado no Salão do Automóvel de São Paulo no ano passado, começa a ser vendido na Europa este ano e em seguida também chegará ao Brasil. A Audi ainda não confirma, mas o E-Tron deverá aparecer por aqui ainda neste ano.

Fonte: IG Carros
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