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Carros e Motos

Veja 5 conversíveis seminovos de até R$ 80 mil

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O Brasil tem alguns atributos que tornam a aquisição de um conversível em algo muito interessante. Para começar, temos uma grande faixa litorânea. Imagine você, carioca, desfilando de capota aberta pela Avenida Atlântica ao sopro do vento marítimo. A segurança pública precária, entretanto, é o principal fator para desencorajar qualquer endinheirado (um Mini Cabrio S custa R$ 170 mil!) de realizar o sonho. Mas ainda temos alguns conversíveis seminovos
interessantes para quem se arriscar na empreitada.

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Sabemos que ainda existem aqueles que não dispensam a sensação de abrir a capota em uma rodovia. Cabelos ao vento e um sentimento de liberdade que muitos imaginam ser exclusividade dos ricaços. Ledo engano, se considerarmos que é possível comprar um cabriolet na faixa dos R$ 50 mil. Para ajudar a fazer a melhor escolha, a reportagem do iG Carros separou 5 conversíveis seminovos
até R$ 80 mil em diversas categorias que podem satisfazer seus desejos.

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1 – Mercedes-Benz SLK 230 MT 1998 – R$ 68 mil


O Mercedes-Benz SLK 230  tem várias razões para estar na lista, como tração traseira, versão manual e sobra de fôlego
Divulgação

O Mercedes-Benz SLK 230 tem várias razões para estar na lista, como tração traseira, versão manual e sobra de fôlego

 O SLK praticamente redefiniu o que se esperava de um cupê esportivo durante os anos 90. Sua geração R170 é lembrada como uma das mais elegantes entre todos os veículos da Mercedes-Benz na época. Com Bruno Sacco à frente do projeto (o pai do emblemático 190), o SLK chamou muita atenção quando foi apresentado no Salão de Turim de 1996.

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Tratava-se de uma interpretação moderna no antigo 190SL dos anos 50. A versão 230 com câmbio manual foi uma das mais desejadas pelos endinheirados brasileiros, com 197 cv de potência e 28,5 kgfm de torque derivados de um motor 2.3 de compressor volumétrico acionado por correia. Entre outros detalhes, introduziu o conceito de capota rígida sobrável, que o torna um cupê ou conversível em 29 segundos. Basta apenas pressionar um botão no console central. 

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2 – Volkswagen Eos 2.0 FSI 2009 – R$ 80 mil


Volkswagen Eos não teve o brilho que a marca alemã esperava. Mas não deixa de ser uma boa opção entre os seminovos
Divulgação

Volkswagen Eos não teve o brilho que a marca alemã esperava. Mas não deixa de ser uma boa opção entre os seminovos

Em poucas palavras, o VW Eos
é basicamente um Golf MK5 com carroceria de conversível. Foi nesta geração que a marca decidiu abandonar o nome Cabriolet para batizá-lo com uma alcunha completamente nova. Apesar de suas semelhanças com o hatch mais vendido do mundo, o Eos é descendente direto do antigo cupê Corrado, que teve sua produção encerrada em meados dos anos 90.

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Foi um dos primeiros modelos a surgir com a motorização FSI, utilizado até mesmo pelo Audi TT. O modelo entrega 200 cv de potência e 28,5 kgfm de torque, através de um câmbio automatizado de seis velocidades. Com esse conjunto mecânico, o Eos acelera de 0 a 100 km/h em 7,9 segundos, antes de atingir seus 229 km/h de velocidade máxima. Como os carros da Volkswagen têm uma desvalorização baixa, o conversível é uma das opções mais salgadas de nossa lista. Mas ainda vale a pena pela diversão que proporcionará.

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3 – Peugeot 307 CC 2008 – R$ 54 mil


Peugeot 307 CC é um dos conversíveis seminovos mais baratos do mercado. O problema fica por conta da mecânica
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Peugeot 307 CC é um dos conversíveis seminovos mais baratos do mercado. O problema fica por conta da mecânica

Achou o Eos muito caro? Uma das opções mais baratas de nossa lista é o polêmico 307 CC
. A receita dos dois é semelhante, uma vez que o CC é feito sob a mesma base do hatch médio 307. Este é um dos tópicos mais polêmicos, uma vez que seu conjunto mecânico não era dos melhores.

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Enquanto o Volkswagen garantia um câmbio automatizado de seis velocidades, o 307 CC (de coupé-cabriolet, dois em um) tinha apenas quatro marchas. Seu entendimento com o motor 2.0 de 143 cv de potência e 20 kgfm de torque não era dos melhores, fazendo com que o Peugeot acelerasse de 0 a 100 km/h em longos 10,7 segundos. Desempenho abaixo da média para um modelo de proposta esportiva, mas que entra para a lista pelo preço atraente.

4 – Fiat 500 1.4 Cabrio 2015 – R$ 50 mil


Fiat 500 Cabrio está entre os conversíveis seminovos, mesmo que seu teto não seja necessariamente
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Fiat 500 Cabrio está entre os conversíveis seminovos, mesmo que seu teto não seja necessariamente “cabriolet”

Outro modelo polêmico de nossa lista é o Fiat 500 Cabrio
, que não chega a ser necessariamente um “cabriolet”, como o nome diz. Está mais para um teto panorâmico estendido e feito de lona. O preço competitivo, entretanto, pode te fazer relevar este detalhe.

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As primeiras unidades do 500 Cabrio vieram da Polônia, mas recomendamos a compra dos modelos importados do México a partir de 2014, que vêm com motor flex, inclusive. É possível encontrar vários modelos com baixa quilometragem nos classificados online, sempre equipados com motor 1.4 de 107 cv e câmbio automático de seis velocidades. Por R$ 50 mil, é uma boa compra para quem curte seu estilo retrô.

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5 – Mini Cooper Cabrio 1.6 S 2013/14 – R$ 80 mil


Mini Cooper S Cabrio é uma boa opção entre os conversíveis seminovos. Prepare a coluna, pois a suspensão é rígida
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Mini Cooper S Cabrio é uma boa opção entre os conversíveis seminovos. Prepare a coluna, pois a suspensão é rígida

Eis um dos modelos mais divertidos de nossa lista, o Mini Cooper S
na versão conversível. Além de toda a personalidade e carisma, o Cabrio fica um charme com a capota de lona rebatida. Por conta de sua suspensão rígida e a má qualidade do asfalto, uma boa parte dos proprietários prefere utilizar o compacto apenas aos fins de semana. Logo, encontrar um Mini Cabrio pouco rodado será uma tarefa fácil.

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Seu motor 1.6 turbo entrega 184 cv de potência e 24,5 kgfm de torque, gerenciados através de um câmbio automático de seis velocidades. Por conta do baixo peso (pouco mais de 1,200 kg), o Mini Cabrio acaba se tornando um foguetinho de bolso. O 0 a 100 km/h acontece na casa dos 7 segundos, podendo chegar a 222 km/h de velocidade máxima entre os conversíveis seminovos
.

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F-150 Lightning será a primeira picape elétrica Pace Car da Nascar

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F-150 Lightning adesivada para comandar o grid da Nascar, que acontece durante o próximo final de semana
Divulgação/Ford

F-150 Lightning adesivada para comandar o grid da Nascar, que acontece durante o próximo final de semana

A Ford anunciou nesta quarta-feira que o Pace car da etapa da Nascar em Martinsville será um carro  elétrico. A F-150 Lightning será o terceiro modelo elétrico da montadora de Detroit a comandar uma prova da categoria.

Fazendo oposição ao motor V8 de 5.8L que equipa os modelos da Nascar e geram entre 550 e 670 cv, dependendo da configuração, a F-150 Lightning possui dois motores elétricos que combinam para 563 cv e 107 kgfm de torque, e o Vice Presidente de veículos elétricos da marca, Darren Palmer, espera que os torcedores da Ford fiquem impressionados com a picape:

“Mal podemos esperar aos nossos fãs do que a F-150 Lightning é capaz. Fazendo 0 a 100 km/h em 5 segundos, acredito que vamos chamar alguma atenção na pista.”

A versão elétrica da F-150 vem sendo um grande sucesso para a montadora, tendo sido realizados quase duzentos mil pedidos de reserva desde que o modelo foi revelado, em maio de 2021. A montadora até revelou que irá aumentar a produção da F-150 Lightning de 40 mil unidades por ano para 150 mil até o meio de 2023.

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“A resposta dos consumidores à picape Lightning foi tão positiva que decidimos trazer o modelo para um evento da Nascar. Sabemos que quem estará presente adora caminhonetes e estamos confiantes que vão gostar ainda mais quando assistirem a F-150 Lightning liderando o pelotão”, disse Jeannee Kirkaldy  Gerente de Marketing de competições da Ford Performance .

A F-150 Lightning será o terceiro modelo elétrico da Ford a servir como Pace Car em uma prova da Nascar. O primeiro foi o Focus EV, de 141cv que comandou a etapa de Richmond, em abril de 2012, mais recentemente o Mustang Mach-E comandou a prova de Talladega no ano passado.

A etapa de Martinsville da Nascar Cup Serie s acontecerá no sábado (9) às 20h30 e será transmitida para o Brasil no canal Bandsports na TV fechada.

Fonte: IG CARROS

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Conheça os padrões de conectores para carregar um carro elétrico

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Não há um consenso mundial sobre um padrão a ser adotado para carregar os veículos elétricos até o momento
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Não há um consenso mundial sobre um padrão a ser adotado para carregar os veículos elétricos até o momento

Ao dirigir um carro elétrico, o motorista sempre ficará atento à autonomia do veículo e à localização dos eletropostos pelo trajeto já que achá-los pode não ser tarefa tão simples, ainda mais com pouca autonomia no carro. Mas além dessas preocupações, ao chegar aos pontos de carregamento surge mais uma: O conector do posto é compatível com meu carro?

Antes de apresentar os tipos de plugues disponíveis, é necessário entender primeiro o tipo de corrente elétrica que cada estação de recarga fornece. Correntes elétricas são o movimento de elétrons através de um material condutor, que se movem a fim de equilibrar a diferença de potencial elétrico entre as extremidades.

Existem dois tipos de correntes elétricas: Correntes alternadas e correntes contínuas . Basicamente, o que define o tipo de corrente é a movimentação das partículas, na corrente contínua os elétrons se movem apenas em um sentido, enquanto na corrente alternada, o movimento é variável.

Nos carregadores DC a corrente já é convertida antes das “bombas” dos eletropostos
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Nos carregadores DC a corrente já é convertida antes das “bombas” dos eletropostos

Existem os carregadores AC e DC (Corrente Alternada e Corrente Contínua, em inglês). O tipo mais comum é o AC, de corrente alternada. Esse tipo de corrente é mais fácil de ser transportado pela rede elétrica, por isso é o utilizado nas residências e na maioria dos eletropostos.

Ao conectar um carregador AC no seu carro elétrico o tempo de recarga será longo, pois a corrente alternada é convertida em corrente contínua dentro do próprio carro, que é o tipo utilizado pelas baterias.

Nos carregadores DC a corrente já é convertida antes das “bombas” dos eletropostos , e ao ser conectado no veículo a energia vai diretamente para as baterias, reduzindo assim o tempo gasto para recarregar o veículo.

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Não há um consenso mundial sobre um padrão a ser adotado para carregar os veículos elétricos, cada continente tem um formato. Sobre cada um deles, a reportagem de iG Carros conversou com Tiago Garcia, youtuber e dono do canal “Meu Carro Elétrico”.

1 – J1772 e CCS1

O Padrão J1772 é regulamentado pela SAE (Sociedade de Engenheiros Automotivos) e busca simplificar os conectores de carregamento  de elétricos. Esse padrão é utilizado na América do Norte e Japão. A partir deste modelo nasceu o padrão CCS1 de carregamento em corrente contínua (DC), ambos são muito similares, mas o padrão para recarga rápida possui dois conectores extras, específicos para a corrente contínua.

2 – CHAdeMO

Apesar do padrão de recarga em corrente alternada japonês ser o mesmo do norte-americano, o sistema de carga rápida é diferente. O modelo é fabricado desde 2009 e foi pioneiro na eletrificação dos modelos japoneses, é utilizado somente no mercado asiático e alguns veículos como os modelos da Tesla que são importados vem com o adaptador.

3 – Mennekes e CCS2

O padrão europeu é o mais comum de ser encontrado no Brasil , já que muitos veículos elétricos disponíveis aqui são importados do Velho Continente. O padrão tem esse nome devido à empresa que o fabrica. Assim como no modelo norte-americano , a entrada de carregamento rápido é apenas uma adaptação da entrada comum, o que facilita na hora de realizar a recarga rápida.

4 – GB/T

O maior mercado de carros elétricos do mundo tem seu próprio padrão de carregamento. Além da China o padrão GB/T é utilizado também na Índia. É o modelo encontrado nos carros elétricos vendidos pela JAC no Brasil, mas a marca disponibiliza o adaptador que converte o europeu dos eletropostos para o chinês encontrado no veículo. Mas vale atenção: apesar de ter o mesmo nome para as versões de corrente contínua e alternada, os encaixes não são os mesmos.

5 – Tesla

O último padrão disponível é o desenvolvido pela fabricante estadunidense Tesla. O modelo da empresa de Elon Musk não diferencia corrente alternada de corrente contínua, o que fará a diferença da velocidade é o ponto de recarga. Os modelos da Tesla disponíveis no Brasil podem enfrentar dificuldades ao utilizar os postos de carga, por serem importados independentemente, o padrão encontrado no carro será o do país de origem do carro.

No Brasil o padrão mais comum é o mesmo utilizado na Europa, tanto para recargas de corrente alternada quanto de corrente contínua. Um padrão global de carregadores elétricos poderia facilitar a vida das montadoras que importam seus veículos elétricos ao redor do mundo e também dos compradores, que não precisariam ter mais dúvidas.

Fonte: IG CARROS

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