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Polícia

Veículo roubado em Goiânia é apreendido na capital com placas clonadas

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Assessoria | PJC-MT

Um veículo Agile com as placas clonadas foi apreendido na tarde desta quarta-feira (12.06), pela Polícia Civil, durante diligências da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos Automotores (Derrfva), em Cuiabá.

O veículo foi abordado na Avenida Rubens de Mendonça (CPA), após os policiais constarem que a numeração dos vidros não era a padrão do automóvel. O condutor e proprietário do veículo, J.M.B, 41, que foi conduzido à Delegacia e responderá por crime de adulteração de sinal identificador de veículo, pois também foi constato em checagem que o chassi é clonado e o motor estava com a numeração rapada.


A Perícia foi acionada e constatou que a placa original do veículo pertence a um veículo roubado em Goiânia (GO).

 

Fonte: PJC MT
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Polícia

Mato Grosso registra 2.313 casos de estelionato entre janeiro e abril

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Hérica Teixeira e Luciene Oliveira | Sesp-MT e PJC-MT 

Foto por: Gabriel Aguiar/Sesp-MT

Mato Grosso registrou 2.312 casos de estelionato no primeiro quadrimestre deste ano. O dado se manteve quase igual no mesmo período do ano passado, quando foram contabilizados 2.311 registros. Os dados são da Coordenadoria de Estatística e Análise Criminal (Ceac) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) e abrange todas as modalidades praticadas do crime, dentre elas, internet e telefone.

O Código Penal Brasileiro define estelionato como crime contra o patrimônio com o objetivo de obter vantagem ilícita em prejuízo alheio. Em 2018 foram registrados em Mato Grosso 6.578 casos de estelionato. Já no mesmo período de 2017 foram 6.390 ocorrências.

Uma prática que tem lesado algumas pessoas é a fraude mediante clonagem do aplicativo de mensagens WhatsApp. Neste modelo, o suspeito se utiliza da rede de contatos da vítima e pede que quantias em dinheiro sejam transferidas na conta de uma terceira pessoa. Por se tratar de um contato conhecido da vítima, a mesma repassa valor e só depois descobre que caiu em um golpe.

O analista de tecnologia da Sesp, Manoel Amorim, explica que a clonagem não é uma prática nova, mas tem vitimado muitas pessoas por falta de adoção de medidas primárias. “Uma saída para evitar cair no golpe é ao quando receber este tipo de pedido, ligar para o solicitante e confirmar a veracidade da história. Porque muitas vezes o suspeito pede para transferir na conta de outra pessoa que não está na rede de contatos”, destaca.

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Ainda segundo o analista, outras práticas podem ser adotadas, por exemplo, a de realizar a verificação em duas etapas do celular. Para isso, basta entrar em configurações do aparelho e habilitar um e-mail de uso pessoal. Com esta medida, será pedida uma senha e toda vez que houver perigo na rede, um e-mail será enviado como sinal de alerta. Tal ação garante também ao usuário trocar a senha e realizar autenticação.

Orientações

O delegado chefe da Gerência de Crimes de Alta Tecnologia (Gecat), Eduardo Botelho, orienta que em caso de clonagem do cartão Simcard, a vítima deve imediatamente registrar um boletim de ocorrência e na sequência avisar seus contatos e familiares sobre a fraude, e bloquear o cartão junto à operadora de telefonia.

Conforme o delegado, se o criminoso tiver conseguido habilitar a verificação em duas etapas, reinstale novamente o aplicativo e digite erroneamente códigos sucessivos até bloquear a conta.

Outro passo importante, após ter a conta do aplicativo WhatsApp invadida por um criminoso, é encaminhar um email para [email protected], em português mesmo, solicitando  o bloqueio da conta. No corpo da mensagem, o usuário deve colocar o código do país, ex: +55 9999-9999. A empresa vai desativar a conta do aplicativo, que somente poderá ser utilizada em sete dias.

 “É sempre importante, ao iniciar uma conta no whatsapp, fazer a verificação de segunda etapa do aplicativo. Não repassar nenhum código fornecido por SMS, ficar atendo a dados conflitantes na mensagem recebida”, orienta o delegado.

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Como regra, as grandes empresas de compra e venda na internet não mantém contato com os clientes via aplicativo de mensagem. Os golpes mais comuns, geralmente iniciam após a vítima confirmar dados cadastrais via mensagem recebida pelo aplicativo, e induzida a fornecer o código de seis dígitos, repassados por SMS, e a partir daí ocorre a clonagem do número no aplicativo. 


A Gecat é ligada à Coordenadoria de Inteligência Tecnológica, da Diretoria de Inteligência, que atua no assessoramento às delegacias da Polícia Judiciária Civil, e trabalha com investigações complexas que envolvem o uso da tecnologia de ponta ou a utilização de recursos tecnológicos, mais especificadamente, a internet.

Fonte: PJC MT
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Polícia

Coordenadores de Grupos de Operações Especiais discutem técnicas em encontro nacional

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Assessoria |PJC-MT

O Comitê Nacional dos Coordenadores de Operações Especiais (CNCOPE), em 2018, foi reconhecido como unidade de assessoramento técnico-operacional do Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil (CONCPC), ressaltando sua importância perante as Polícias Civis dos estados.

Com o objetivo de promover o intercâmbio de boas práticas, padronização das técnicas e fardamento, que coordenadores de 17 unidades operacionais dos estados da federação e mais o Distrito Federal, estão reunidos nesta semana em Cuiabá, no 5º Encontro Nacional dos Coordenadores de Operações Policiais (CNCOPE).

O delegado chefe da Gerência de Operações Especiais, Ramiro Mathias Ribeiro Queiroz, falou da satisfação em receber os convidados para o encontro nacional, que iniciar nesta terça-feira, 25 de junho, e segue até quinta-feira, 27 de junho.

 “É de suma importância, tendo em vista ser este o 5º Encontro e já estarmos sediando em nosso Estado de Mato Grosso. Isso mostra a importância da nossa Gerência, agrega valor e conhecimento para toda a polícia”, disse.

O presidente do CNCOPE, delegado André Corteze Ganga, que há 13 anos está na coordenação do Grupo Tático 3 (GT3) do Estado de Goiás,  disse que o evento é realizado a cada seis meses, em média, buscando, sobretudo, promover o intercâmbio entre as unidades operacionais do Brasil, trocar experiências e expertises das ações desenvolvidas, com uma padronização mínima da base curricular dos cursos realizados, visto que cada estado tem suas peculiaridades

“A única coisa que queremos aqui é que se melhorem nossas atividades. Desde 2017 nossos encontros estão tomando corpo e conseguimos dar apoio a outros estados na formação de novos operadores, na padronização de cursos e conseguimos criar algumas doutrinas a nível nacional. Organizamos-nos num tempo muito curto em nível nacional”, destacou.

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O delegado geral da Polícia Civil mato-grossense, Mário Dermeval, agradeceu a presença dos coordenadores dos estados e destacou o papel relevante sa Gerência de Operações Especiais (Goe), atualmente, chefiada pelo delegado Ramiro Mathias, mas que por muitos anos foi comandada pelo delegado Marcos Veloso e também o delegado recém-aposentado, Wladimir Fransosi,

“Todos tiveram grande desempenho na infraestrutura da unidade, formação dos policiais do grupo e padronização das técnicas operacionais. São pessoas de extrema competência e perseverança. Talvez esse encontro possa estar existindo, justamente, devido essas qualidades. Na formação da filosofia, na organização e depois na infraestruturação do local de trabalho, cada um cumpriu dignamente com o seu papel”,  disse.

O delegado e vereador por Cuiabá, Marcos Veloso, que em 1998 fez seu primeiro curso de atividades especiais, contou que já naquela época tinham um desafio e um sonho. O delegado foi quem padronizou o uniforme usado na unidade até hoje, do tipo Multicam que é a vestimenta ideal para atividades operacionais táticas.

 “No ano de 2000 nos reunimos no parque Barigui, em Curitiba, e fizemos o primeiro simpósio de operadores de operações especiais do Brasil, policiais militares e civis juntos. (…) um dia sempre em sonhei em falar para nossos policiais o tanto que sinto-me feliz, o tanto que lutei para ter a unidade que temos hoje”, afirmou Marcos Veloso.  

O investigador da Polícia Civil do Pará, Élzamo Lobato, é o coordenador do Grupo de Pronto-Emprego da Polícia Civil/PA, que existe há 12 anos naquele estado. O policial contou que o grupo está vinculado diretamente ao delegado geral, que tem buscado a reestruturação de equipamentos, bem como das técnicas operacionais. “Aqui eu destaco o espaço próprio da GOE/MT, que já colocam eles à frente de muitos outros grupos. Vejo esse encontro como importante porque discutimos a padronização do nosso fardamento, técnicas operacionais e o intercambio entre os grupos operacionais de todo o Brasil”, afirmou.

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O também investigador André Suzate, que é o chefe de operações do Centro de Operações Policiais Especiais (COPE), do Paraná, contou que a ideia de reunir todos os coordenadores nasceu em 2017, durante a feira de armamento e tecnologias de segurança realizada anualmente no Rio de Janeiro.

“O primeiro foi na Bahia e tivemos a presença de 15 estados. Nesses simpósios discutimos a padronização entre as unidades de operações especiais visando que se crie uma uniformização de trabalhos, discutimos nossas técnicas-táticas de procedimentos, os cursos, criado assim todo um sistema para que tenhamos um norte a ser seguido”, explicou.


Durante o evento, a Gerência de Operações Especiais  entregou certificados de conclusão do 1º Curso de Atirador de Precisão Policial aos investigadores Edcarlos da Silva Campos e Fausto Juliano Moura, e o descerramento da placa do curso.

 

Fonte: PJC MT
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