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Vazam imagens do novo BMW Série 7, antes do Salão de Detroit 2019

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Assim está a nova geração do novo BMW Série 7, que poderá receber explicações da marca no Salão de Detroit 2019
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Assim está a nova geração do novo BMW Série 7, que poderá receber explicações da marca no Salão de Detroit 2019

O novo BMW Série 7 2020 acaba de ter as suas imagens vazadas, antes mesmo da fabricante falar sobre ele no Salão de Detroit 2019. O sedã de luxo é esperado para aparecer oficialmente apenas no início do ano que vem, com sua chegada às lojas prevista em setembro para os EUA, e nada especulado sobre o Brasil, segundo a própria BMW.

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Pelas fotos, divulgadas pelo BMW Blog, dá para notar que este será apenas um facelift da geração atual do sedã de luxo
, com pequenos retoques visuais. A grade dianteira ficou ligeiramente maior e os para-choques foram redesenhados. As lanternas traseiras também foram levemente modificadas, e agora estão conectadas por uma barra de luz fina. Veremos se a marca falará mais sobre no Salão de Detroit 2019
. As imagens vazadas já são do configurador do site da BMW, já que mostram o modelo com diferentes tipos de acabamento — repare nas diferentes rodas, saídas de ar e escape duplo.

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Expectativas sobre o BMW no Salão de Detroit 2019


Série 7 em outra configuração, sem as rodas e visual da série M. O Salão de Detroit 2019 promete nos dar mais detalhes
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Série 7 em outra configuração, sem as rodas e visual da série M. O Salão de Detroit 2019 promete nos dar mais detalhes

Mas vale lembrar que os detalhes mais interessante estão no seu interior, todo luxuoso e cheio de tecnologia. Para se ter uma ideia, o sedã vendido por aqui tem acabamento extremamente refinado, central multimídia de 12,3 polegadas, sistema de som de 1.400 watts com 16 alto-falantes iluminados, bancos com ajustes elétricos, ar-condicionado digital de três zonas, iluminação indireta com diferentes cores, seletor de modos de condução e um sistema de condução capaz de assumir sozinho a direção, o acelerador e o freio. Não por acaso, o carro é vendido no Brasil por mais de R$ 700 mil.

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Para quem vai atrás, há telas individuais, geladeira, tablet (capaz de controlar desde o ar-condicionado de quatro zonas até os assentos dos demais passageiros), programa de massagem nos bancos, mesa de trabalho retrátil e cortinas elétricas. O lado direito reclina e até permite esticar as pernas. Entretanto, infelizmente informações como itens de série e motorização só devem ser divulgadas na data do lançamento. Ou teremos que esperar por mais um vazamento inesperado.

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A atual geração do BMW Série 7
conta com um total de seis airbags e, apesar dos 5,238 metros de comprimento (é o maior carro da BMW), o Série 7 é equipado com um V8 4.4 biturbo de 450 cv e 66,2 kgfm, combinado ao câmbio automático de oito marchas. Com isso, garante o seu tempo de aceleração de 0 a 100 km/h em 4,7 segundos e a velocidade máxima atinja os 250 km/h, limitados eletronicamente pela fábrica. O motorista conta, também, com controle de tração e estabilidade, pneus run-flat (que podem rodar mesmo em caso de furos) e quatro câmeras, que fornecem uma visão de 360°. Devemos acompanhar se algo mais será dito sobre o carro no Salão de Detroit 2019
.

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Veja 5 carros iguais que são vendidos por marcas diferentes

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Componentes automotivos normalmente são intercambiáveis por conta dos fornecedores. Para citar um breve exemplo, as transmissões Aisin e ZF aparecem em diversos modelos no Brasil, além da Chevrolet já ter fornecido motores para a Fiat. Apesar dessa intercambialidade de componentes, algumas marcas ultrapassam os limites e fornecem a licença de projetos completos aos rivais, como carros irmãos.

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Já falamos da primeira geração do Siena, que foi vendida na Coreia do Norte pela Pyeonghwa Motors. Apesar de ser um exemplo distante, o mesmo fenômeno pode acontecer bem na nossa frente sem que a maioria das pessoas perceba. A reportagem de iG Carros enumera cinco carros irmãos
que foram vendidos por duas marcas diferentes através dos anos.

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1 – Suzuki Fun e Chevrolet Celta


Começamos a lista dos carros irmãos com o Suzuki Fun, representante do nosso Chevrolet Celta na Argentina
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Começamos a lista dos carros irmãos com o Suzuki Fun, representante do nosso Chevrolet Celta na Argentina

Se você já foi para Buenos Aires (Argentina), talvez tenha visto um Celta com o símbolo da Suzuki no lugar da Chevrolet. Na prática, era apenas uma troca simples de logotipos, mas o Suzuki Fun ainda não ficava livre de algumas diferenças pontuais em relação ao nosso Celta, que deixou de ser fabricado em setembro de 2015. 

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Para começar, o modelo dos hermanos
vinha equipado com motor 1.4, de 85 cv de potência. Por aqui, era o saudoso 1.0 VHCE Flex, capaz de desenvolver 77 cv. A capacidade do tanque de combustivel do Celta também era maior, com 54 litros ante apenas 46 litros do Fun. O pacote de equipamentos, entretanto, era o mesmo. Falaremos mais sobre a parceria entre Suzuki e Chevrolet em outro tópico.

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2 – Yusheng S330 e Ford Territory


O Yusheng S330 deu a base para o Ford Territory entre os carros irmãos. O modelo não será mais vendido no Brasil
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O Yusheng S330 deu a base para o Ford Territory entre os carros irmãos. O modelo não será mais vendido no Brasil

Quem esteve no Salão do Automóvel, no São Paulo Expo, em novembro último, pôde conhecer o SUV Territory, que até então estava nos planos da marca para o mercado brasileiro. O modelo seria importado da China para rivalizar diretamente com o Jeep Compass, ocupando a lacuna que ainda existe entre os SUVs EcoSport e Edge. Com 4,58 metros de comprimento por 1,93 m de largura e 2,72 m de entre-eixos, suas dimensões são equiparáveis com o Jeep.

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O Territory é, na verdade, um SUV chinês conhecido como Yusheng S330. Ele foi mostrado como conceito durante o Salão de Shanghai (China) de 2015, sendo lançado ao mercado em 2016. Por lá, é o principal rival do Landwind X7, conhecido internacionalmente como um plágio do Range Rover Evoque.

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3 – Fiat Freemont e Dodge Journey


Dodge Journey e Fiat Freemont eram carros irmãos, sem tirar nem pôr. Os públicos, entretanto, eram diferentes
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Dodge Journey e Fiat Freemont eram carros irmãos, sem tirar nem pôr. Os públicos, entretanto, eram diferentes

A dupla foi o primeiro fruto da parceria entre Fiat e Chrysler no fim da década passada, como se fossem irmãos gêmeos. Os públicos, por outro lado, eram bem diferentes. O Fiat, evidentemente, visava um público menos abastado, enquanto o Dodge ocupava um segmento premium.

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O Journey era equipado com motor 3.6 V6, de 280 cv de potência e câmbio de seis marchas.  O motor do Freemont, por sua vez, era menor: 2.4 de quatro cilindros em linha, com 172 cv de potência. Desde então, a FCA nunca mais lançou modelos “gêmeos”, dando preferência pela intercambialidade de plataformas entre Fiat e Jeep.

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4 – Suzuki Vitara e Chevrolet Tracker


A parceria com a Suzuki também rendeu frutos ao aventureiro Chevrolet Tracker entre os carros irmãos
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A parceria com a Suzuki também rendeu frutos ao aventureiro Chevrolet Tracker entre os carros irmãos

Neste ponto, podemos aprofundar mais as questões que envolveram a parceria entre Suzuki e Chevrolet. Em meados da metade dos anos 90, a GM comprou 20% das ações da marca japonesa. Alguns anos depois, ainda em 1999, foi iniciada a produção do aventureiro Grand Vitara na Argentina.

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A Chevrolet aproveitou o projeto para lançá-lo no Brasil como Tracker, mas os projetos tinham algumas diferenças de motor e câmbio. O Vitara era equipado com motor 2.0 turbodiesel, enquanto o Tracker trazia uma unidade a gasolina. De resto, os carros eram praticamente iguais. A parceria entre as duas marcas durou até 2010, quando a Volkswagen se tornou a maior acionista da Suzuki.

5 – Pontiac Solstice, Opel GT, Daewoo G2X e Saturn Sky


Pontiac Solstice também é um dos carros irmãos do trio de esportivos de Saturn, Opel e Daewoo, todos roadsters
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Pontiac Solstice também é um dos carros irmãos do trio de esportivos de Saturn, Opel e Daewoo, todos roadsters

Neste caso, estamos falando de quadrigêmeos. Os modelos Pontiac Solstice, Daewoo G2X, Opel GT (vendido nos EUA pela Buick) e Saturn Sky foram apostas da General Motors na categoria dos esportivos. Eles não compartilham apenas a plataforma. Havia duas opções de moitor: 2.4 Ecotec, de 177 cv e 2.0, turbo, de 260 cv. E o sistema de transmissão podia contar com câmbio automático ou manual.

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Diferentemente de modelos anteriores, compartilhar a base de esportivos continua em alta no mundo automotivo. Podemos citar o roadster Fiat 124 que tem a mesma base do Mazda MX-5, ou o novo Toyota Supra, que é feito sob os moldes do clássico BMW Z4, que vem com motor 2.0, turbo, capaz de gerar 304 cv. Tudo indica que este fenômeno continuará forte entre as picapes médias.

Estes foram alguns dos exemplos mais curiosos que destacamos, mas também podemos apontar este fenômeno em outras condições. Na Europa, a Volkswagen é dona das fabricantes Skoda (República Tcheca) e Seat (Espanha).

A partir disso, da mesma forma, o nosso Up! era vendido pelas três marcas em um esquema bem semelhante. Na América Latina, Renault, Nissan e Mercedes-Benz compartilham o projeto de suas picapes, e tudo indica que o mesmo acontecerá entre Ford Ranger e VW Amarok entre os carros irmãos
.

Fonte: IG Carros
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Porsche Cayenne ganha versão SUV-cupê para concorrer com BMW X6

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Porsche Cayenne cupê será mais caro que o SUV convencional, pois vai estrear novos equipamentos e tecnologias
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Porsche Cayenne cupê será mais caro que o SUV convencional, pois vai estrear novos equipamentos e tecnologias

Nascido SUV, o Porsche Cayenne foi apresentado em uma nova versão crossover “SUV-cupê”. Prevista para ser lançada em maio, trata-se da configuração mais agressiva, pensada para rivalizar com BMW X6, Mercedes-Benz GLE Coupé e novo Audi Q8. Ainda não se sabe quando virá ao Brasil, mas custará mais caro que o modelo convencional.

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Em relação ao Porsche Cayenne
 original, o teto ficou 20 milímetros mais baixo, deixando a coluna A e o parabrisa mais inclinados. O banco traseiro está 18 mm mais largo por conta das novas portas de trás, bem como o spoiler ativo teve que posicionado mais abaixo, deixando fixo o componente aerodinâmico do do teto. Ao passar de 90 km/h, ou durante as frenagens, atua para gerar pressão aerodinâmica descendente e de freio, respectivamente.

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A Porsche irá oferecer duas opções aos clientes. Uma é o teto solar panorâmico, e a outra é um feito de fibra de carbono. Essa última opção faz parte de um dos três pacotes de redução de peso para o SUV, incluindo ainda rodas de 22 polegadas mais leves, novo escapamento esportivo, peças de carbono, forração de Alcântara para o interior, entre outros itens.

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Tecnologias e números do Porsche Cayenne


Porsche Cayenne trouxe reformulação da carroceria, que impactou diretamente na disposição do interior
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Porsche Cayenne trouxe reformulação da carroceria, que impactou diretamente na disposição do interior

Entre os equipamentos do SUV de luxo
, recebe as tecnologias usadas em outros modelos da marca, como esterçamento das rodas traseiras, controle de cruzeiro adaptativo e a nova geração da central multimídia. A opção mais cara contará com o motor 4.0 biturbo, de 550 cv e 78,5 kgfm, capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 3,9 segundos e chegar aos 286 km/h.

O novo Porsche pode vir com o 3.0 V6 turbo, que gera 340 cv e 45,8 kgfm, números para ir de 0 a 100 km/h em 6,0 segundos (5,9 s com o pacote Sport Chrono) e até os 243 km/h. O câmbio é automático, de 8 marchas, e funciona com tração nas quatro rodas.

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Com a mudança no porte, vieram características curiosas. Mede 4,93 metros de comprimento (apenas um centímetro a menos do que o Cayenne normal), mas oferece espaço para quatro pessoas apenas, uma vez que o centro do banco traseiro foi reservada para um porta-objetos.

Como o teto é mais baixo, a Porsche deixou a fileira traseira de assentos 30 mm mais baixa, evitando que os passageiros encostassem a cabeça no teto. Perdeu um pouco de capacidade no porta-malas, com 625 litros na versão Coupé e 600 litros na Coupé Turbo, enquanto o Cayenne convencional conta com um total de 770.

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Posicionado acima do Porsche Cayenne
SUV, o crossover começará em 83.771 euros (cerca de R$ 364.500), o que é 8.883 euros (R$ 38.600) mais caro do que o modelo normal. No caso do Coupé Turbo, são 146.662 euros (R$ 638.100), a diferença é de 7.812 euros (R$ 33.900), fazendo com que o SUV esportivo
custe 146.662 (R$ 638.100).

Fonte: IG Carros
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