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Valorização do dólar faz preço da carne disparar e picanha chega a R$ 52 em MT

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O churrasco de final de ano vai ficar mais caro. A carne bovina está 18,6% mais cara este mês se comparada com igual mês do ano passado em Mato Grosso. O preço médio do quilo tem custado R$ 25,9, enquanto que em Novembro de 2018 estava a R$ 21,8.


O preço médio do quilo tem custado R$ 25,9, enquanto que em 2018 estava a R$ 21,8

A maior elevação de preço ocorreu nos cortes nobres como a picanha, que ficou 39,1% mais cara passando de R$ 37,5/kg e chegando a R$ 52,3/kg. Os dados são do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

A capa de filé ficou 28,5% mais cara este mês em relação a um ano, passando de R$ 14,3 para R$ 18,4/kg. Em seguida, a fraldinha foi o terceiro corte com maior elevação de preço no período, ficando 20,7% mais cara e sendo vendida pelo preço médio de R$ 23,4/kg.

Até cortes mais baratos, como a costela, está 19% mais caro, passando de R$ 12/kg a R$ 14/kg no período analisado.

O economista Amado de Oliveira, que é consultor da Acrimat, explica que diversos fatores influenciam o aumento do preço da carne. Umas das variáveis preponderantes é a valorização do dólar frente ao real, que tem impulsionado mais exportação da carne em busca de mais lucros.

Amado também cita o aumento do custo de produção da carne bovina influenciada por elevação no custo de insumos, medicamentos, e da energia elétrica  – que afeta diretamente as indústrias frigoríficas.

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“Apesar de parecer um aumento no preço da carne, para o criador está sendo momento de recuperação de valor, já que nos últimos 10 anos, o preço da carne cresceu metade da inflação acumulada no período”.

FONTE: RD News

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Brasil e Índia firmam cooperação técnica em produção animal

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Os governos do Brasil e da Índia firmaram neste sábado (25) declaração conjunta para cooperação na área de produção animal. O documento foi celebrado entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e o Ministério da Pesca, Pecuária e dos Laticínios da Índia (Departamento de Pecuária e Lácteos – DAHD), durante a visita de Estado do presidente Jair Bolsonaro ao país asiático.

O acordo prevê cooperação em sanidade animal (comércio de animais, material genético e produtos de origem animal), que envolve pecuária e pesca; capacitação técnica (assistência técnica, cursos e estágios e transferência de tecnologia em reprodução animal) e pesquisa em genômica bovina e intercâmbio mútuo de germoplasma (material genético).

Brasil e Índia também se comprometeram na instalação de um Centro de Excelência em Pecuária Leiteira em território indiano, além da promoção comercial e investimento entre os setores privados dos dois países, com destaque para atuação de empresas brasileiras de genética bovina na Índia.

O Mapa foi representado pela ministra Tereza Cristina e pelos secretários Jorge Seif Júnior (Aquicultura e Pesca) e Orlando Ribeiro (Comércio e Relações Internacionais).

Na declaração, Brasil e Índia referendaram memorando de entendimento entre a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Departamento de Pecuária e Lácteos da Índia, firmado em 2016, para capacitação de técnicos indianos em fertilização in vitro.


Informações à imprensa[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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Preço da carne bovina desacelera e segue em tendência de queda

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A redução na demanda pelo consumidor e no volume de exportações da carne bovina para a China têm provocado o recuo no preço do produto no varejo. Esse movimento reflete a variação no preço da arroba do boi gordo ao produtor que, em média, já caiu em torno de 5% desde o início do ano, segundo levantamento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Os preços do boi gordo nesta sexta feira (24) estavam cotados entre R$ 170 e R$ 180.  Em Mato Grosso do Sul, por exemplo, foi registrada uma queda 10,5%, na comparação entre o preço de R$ 190, em 30 de dezembro de 2019, e o fechamento na sexta-feira, em R$ 170.

A redução se torna ainda maior ao avaliar o comportamento do mercado em relação ao início de dezembro, quando a arroba chegou a R$ 216, conferindo uma queda da ordem de 21% em relação a esta sexta-feira.

O recuo no preço da carne também foi verificado no levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na quinta-feira (23). O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), a prévia da inflação, captou uma forte desaceleração no valor do produto. De uma alta de 17,71% em dezembro, a variação no preço da carne chegou a 4,83% em janeiro, puxando a inflação para baixo.

Para o coordenador-geral de Apoio à Comercialização da Agricultura Familiar do Mapa, João Antônio Salomão, além da questão das exportações, outros fatores contribuíram para pressionar o preço para baixo. “Neste período, há uma tendência de menor consumo de carne bovina, em virtude das férias e houve também uma mudança de hábito do consumidor, que migrou para a compra de outros tipos carnes, como frango e peixes”, observa.

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No varejo, os preços devem seguir tendência de queda, em virtude da demanda enfraquecida. O valor de cortes traseiros, que têm cotações mais altas e mais sensíveis à variação do mercado, registrou forte queda, como a alcatra. Enquanto em dezembro esse corte teve uma variação de 21,26%, neste mês, foi 4,49%, de acordo com o IPCA-15, do IBGE.


Informações à imprensa[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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