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Economia

Um em cada quatro desempregados procura trabalho desde 2016, diz IBGE

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Desemprego no Brasil atinge 12,5 milhões, sendo que um em cada quatro está a procura de trabalho desde 2016
Divulgação

Desemprego no Brasil atinge 12,5 milhões, sendo que um em cada quatro está a procura de trabalho desde 2016

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ( IBGE
) divulgou nesta quarta-feira (14) números que revelam que um em cada quatro desempregados brasileiros procura emprego há dois anos ou mais.

O Brasil registrou, em outubro, taxa de 11,9% de desemprego
, número que equivale a  12,5 milhões de desempregados
, segundo a última pesquisa do Instituto que calcula o índice no País. Dentre esses, 3,197 milhões já não tinham emprego e procuravam trabalhar no terceiro trimestre de 2016 – ou antes disso.

Este número representa um novo recorde histórico, correspondendo a 25,6% do total de desempregados e trazendo um aumento de 350 mil pessoas em um ano. No segundo trimestre deste ano, 24% do total estavam desempregados há dois anos ou mais, o equivalente a 3,162 milhões.

Os dados do IBGE mostram que o número de brasileiros que procuram emprego há menos de um mês também aumentou, enquanto os que buscam vaga há mais de 1 mês e há menos de 2 anos caiu.

Perspectivas e consequências do desemprego


Trabalhadores informais cresceram em função das dificuldades do mercado e o desemprego do País
Valter Campanato/Agência Brasil

Trabalhadores informais cresceram em função das dificuldades do mercado e o desemprego do País

As pessoas que ficaram desalentadas
, ou seja, desistiram de procurar emprego, são 4,78 milhões, número que se manteve estável em relação ao trimestre anterior. Bahia (794 mil) e Maranhão (523 mil) são os estados com maior número de desalentados.

O número de trabalhadores com carteira assinada
caiu entre o terceiro trimestre de 2018 e o mesmo período do ano anterior. O valor foi de 75,3% no 3º trimestre de 2017 para 74,1% neste ano. Santa Catarina, 88,4%, Rio Grande do Sul, 82,8%, e São Paulo, com 81,1%, são os estados com maiores percentuais. Maranhão, 51,1%, Piauí, 54,1, e Paraíba com 54,9%, os menores.

O trabalho sem carteira assinada
, por sua vez, cresceu 4,7% em relação ao trimestre anterior. Na relação com o terceiro trimestre de 2017, esse aumento chega a 5,5% (mais de 600 mil pessoas a mais).

Segundo o IBGE, o rendimento médio dos trabalhadores com carteira assinada foi de R$ 2.134 no terceiro trimestre deste ano, valor 60% maior do que o dos trabalhadores sem carteira (R$ 1.328).

Além disso, o alto desemprego
no Brasil ainda traz muitas incertezas, mesmo aos brasileiros que estão empregados. Segundo pesquisa CNDL/SPC Brasil
, que apura o Indicador de Confiança do Consumidor e foi divulgada na última semana, 29% dos trabalhadores têm receio médio ou alto de perder o emprego.

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Cidades

Mato Grosso tem a 4ª gasolina mais barata do país

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Mato Grosso tem o 4° preço mais barato do litro da gasolina no país, com R$ 6,99. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta terça-feira, 21.

O estado ficou em 16° lugar no ranking comparativo de maiores valores registrados do preço do combustível.

O valor em Mato Grosso está abaixo do preço médio do litro da gasolina no país, que ficou em R$ 7,232 na última semana. Os dados são referentes aos dias 12 a 18 de junho.

O preço médio mais alto foi verificado na Bahia (R$ 8,037). O maior valor cobrado foi encontrado foi no Rio de Janeiro (R$ 8,990). Já o menor foi registrado em um posto de São Paulo (R$ 6,170).

Em Mato Grosso, o preço mínimo registrado foi R$ 6,30 o litro. Como foi feita entre os dias 12 e 18 de junho, a pesquisa da ANP ainda não reflete totalmente o último reajuste anunciado pela Petrobras nas suas refinarias.

G1/MT

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Cidades

ANS aprova maior aumento em plano de saúde individual em 22 anos, 15,5%

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Os planos de saúde individuais e familiares ficarão até 15,5% mais caros, decidiu a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). É o maior percentual de reajuste anual autorizado pela agência desde 2000, ano de início da série histórica. Até então, o maior reajuste autorizado tinha sido de 13,57%, em 2016.

A medida vai impactar contratos de cerca de oito milhões de beneficiários, o que representa 16,3% dos consumidores de planos de saúde no Brasil. O aumento se refere ao período de maio de 2022 a abril de 2023 e só poderá ser aplicado no mês de aniversário do contrato —ou seja, no mês que o contrato foi assinado. A ANS diz que o reajuste foi motivado pelo aumento nos gastos assistenciais dos planos individuais no ano passado, em comparação a 2020, principalmente nos custos dos serviços.

Em contrapartida, a frequência no uso dos serviços de saúde não cresceu no mesmo ritmo, com uma retomada mais gradual em relação a consultas e internações. “Como a frequência na utilização de serviços apresentou queda bastante acentuada em 2020, a retomada em 2021, ainda que gradual, foi suficiente para que, ao lado de um aumento acentuado nos preços dos insumos e serviços, acelerasse o índice deste ano para 15,5%”, afirma a ANS.

Empresas de saúde afirmam que o setor acabou reduzindo a oferta de planos individuais justamente por causa da regulamentação da ANS, que estabelece limites para os reajustes. As companhias preferem lançar planos coletivos, com preços de mercado. Ao todo, 49,1 milhões de pessoas têm planos de saúde no país, de acordo com dados da ANS referentes a março.

Em 2021, mensalidades caíram pela primeira vez

No ano passado, a ANS determinou um reajuste negativo de 8,19% —na prática, os planos ficaram mais baratos aos consumidores, pela primeira vez. O percentual negativo refletiu a queda de 17% no total de procedimentos (consultas, exames, terapias e cirurgias) realizados em 2020, em relação a 2019, pelo setor de planos de saúde.

A redução da utilização dos serviços aconteceu em decorrência das medidas protetivas para evitar a disseminação da covid-19. Apesar da alta quantidade de atendimentos e internações pela doença, houve redução na procura por consultas, exames e cirurgias que não eram urgentes. Em 2021, com a retomada gradativa da utilização dos planos de saúde pelos beneficiários, as despesas assistenciais apresentaram crescimento, influenciadas principalmente pela variação no preço dos serviços/insumos de saúde.

Aumento deve ser descrito no boleto

O reajuste anual deve aparecer no boleto de cobrança dos planos de saúde individuais e familiares. Se a cobrança for superior a 15,5%, o consumidor deve ligar para a operadora para pedir esclarecimentos, diz a ANS.

Fonte: UOL

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