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Tecnologia

Uber Juntos chega para substituir a versão Pool; veja o que muda no app

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A Uber renomeou e alterou algumas práticas da versão de carona compartilhada, agora chamada de Uber Juntos
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A Uber renomeou e alterou algumas práticas da versão de carona compartilhada, agora chamada de Uber Juntos

A Uber anunciou, na última terça-feira (30), algumas mudanças no aplicativo de caronas. A partir de agora, a versão Pool, responsável pelas viagens compartilhadas e mais baratas, passa a se chamar Uber Juntos no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Leia também: Conheça 5 apps de mobilidade no Brasil que valem a pena hoje em dia

A medida já estava em período de testes no Rio de Janeiro entre o fim de setembro e outubro e, agora, passa a ser adotada definitivamente também em São Paulo. A principal mudança trazida pelo Uber Juntos
é a exigência de que os usuários se encontrem em um ponto de encontro para iniciar a corrida.

Para solicitar uma viagem no Uber Juntos, o usuário deverá aguardar por até dois minutos para que seja feita a definição do ponto de encontro. A distância de caminhada até o local estabelecido não deve levar mais do que alguns minutos, afirmou a empresa em posicionamento oficial.

Como a novidade traz certo estranhamento ao usuário, a empresa vem oferecendo viagens a R$ 4 no Rio de Janeiro e em Niterói para estrear a modalidade. Para incentivar o uso em São Paulo, a Uber oferecerá descontos de até 50% em relação ao Uber X, nos primeiros três meses. Após esse período inicial, os descontos devem ser de 35%, definitivamente.

Além de baratear o custo para o usuário, a facilidade para o motorista é visada pela medida. “Com o Uber Juntos, sempre que você aceitar um novo usuário, o sistema entende a sua rota e define um ponto de encontro próximo para que seus passageiros se encontrem com você. Você dá menos voltas e vai direto ao ponto”, diz a empresa em comunicado direcionado aos motoristas. 

A distância da corrida acaba sendo maior também, o que maximiza o ganho do motorista, que ganha por tempo e distância. Viajar menos tempo com o carro vazio e ficar menos tempo parado, em média, ajuda a acelerar o processo, ligar uma viagem na outra e facilitar a vida de todos. O usuário gasta menos e o motorista ganha mais.

Em outros países, como os Estados Unidos, a versão Juntos é chamada de ‘Uber Pool Express’ e tem a mesma funcionalidade, que busca viagens “mais rápidas, acessíveis e previsíveis”, mesmo objetivo a ser alcançado no Brasil. 

Segundo a Uber, a medida vai facilitar a vida do usuário que percorre distâncias curtas e está disposto a ir ao ponto de encontro e fazer uma viagem compartilhada. A praticidade de todo o processo depende, ainda, da definição dos pontos de encontro, que devem entender as necessidades do usuário, garantindo curtas distâncias de caminhada.

Leia também: Uber vai avisar sobre meio de pagamento do usuário ao motorista antes da corrida

O Uber Juntos na prática


Uber Juntos é uma oportunidade mais em conta para quem quer economizar e está disposto a compartilhar a viagem e encontrar o motorista em um ponto determinado pelo app
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Uber Juntos é uma oportunidade mais em conta para quem quer economizar e está disposto a compartilhar a viagem e encontrar o motorista em um ponto determinado pelo app

Já em funcionamento, a versão foi testada em São Paulo e, de fato, garante preços consideravelmente menores ao usuário em relação ao UberX, o UberSelect e o UberBlack.

Em uma corrida da redação do iG à Praça da Sé, viagem de aproximadamente 35 minutos fora do horário de pico, os resultados obtidos foram:

Uber Juntos:
R$ 17,19 (R$ 20,22 sem a promoção de lançamento)

– UberX: R$ 36,36

– UberSelect: R$ 42,35

– UberBlack: R$ 54,83

Leia também: Isso é muito Black Mirror! Passageiros sem nota mínima serão barrados do Uber

Mesmo sem o desconto adicional de 15% (50% atual irá para 35%), o Uber Juntos
pode ser uma opção interessante para quem está disposto a economizar, especialmente em trajetos mais longos.

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Por mais segurança, Google esconde apps antigos na Play Store

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Para deixar Android mais seguro, Google esconde apps antigos na Play Store
Giovanni Santa Rosa

Para deixar Android mais seguro, Google esconde apps antigos na Play Store

As atualizações de aplicativos são super importantes. Além de trazer novos recursos, os desenvolvedores implementam melhorias no software para garantir mais segurança aos usuários e solucionar bugs. E é por isso que o Google vai começar a restringir os apps antigos ou abandonados para Android na Google Play Store.

A mudança foi anunciada em um blog da companhia nesta quarta-feira (6). Na publicação, o Google reforçou que já exige que os novos aplicativos submetidos à loja apontem para um nível de API dentro de um ano após o lançamento mais recente. Mas a empresa pretende redobrar este cuidado para tornar o Android mais seguro.

“Hoje, como parte das atualizações de política mais recentes do Google Play, estamos tomando medidas adicionais para proteger os usuários contra a instalação de aplicativos que podem não ter os recursos de privacidade e segurança mais recentes, expandindo nossos requisitos de API de nível de destino”, anunciaram.

Android: apps antigos serão limitados na Play Store

A alteração aponta diretamente para o nível de API do aplicativo. Ao preparar um aplicativo para o sistema, é preciso indicá-lo para um nível de API. É através desse elemento que o desenvolvedor informa sobre como o app é executado em diferentes versões do Android, segundo um documento do Google.

Cada versão do sistema operacional possui um nível diferente. Por exemplo, o Android 11 é identificado pela API de nível 31 enquanto o Android 10 traz o nível 30. Ou seja, o nível aumenta a cada nova versão do software – mas, claro, há exceções para esta regra.

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E é a partir desse elemento que o Google vai limitar aplicativos antigos. Segundo a publicação, se os apps existentes não segmentarem um nível de API “dentro de dois anos a partir da versão principal do Android mais recente”, o software ficará restrito na loja. Assim, se o celular tiver versões do sistema superiores ao nível da API de destino dos aplicativos, o usuário não poderá encontrá-los ou instalá-los.

Aatualmente, estamos no Android 12, que utiliza a API de número 31. Isto significa que se o seu celular estiver atualizado, o bloqueio não será aplicado aos apps que apontem para o Android 10 (nível 29) e Android 11 (nível 30). O diagrama abaixo também exemplifica isso:

Apps terão que atingir nível de API dos últimos dois anos para serem amplamente exibidos na Play Store
Reprodução/Google

Apps terão que atingir nível de API dos últimos dois anos para serem amplamente exibidos na Play Store

A regra está prevista para entrar em vigor em 1º de novembro de 2022. Mas é importante ressaltar que a política não vai impedir que usuários de versões antigas do sistema instalem apps pela Play Store. O Android Police também observa que, se você usa um celular com Android 9 Pie (nível 28), ainda será possível encontrar apps para o nível 28, por exemplo.

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Primeiro tweet da história está à venda de novo via NFT, por US$ 48 mi

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Primeiro tweet da história está à venda de novo via NFT, por US$ 48 mi
Pedro Knoth

Primeiro tweet da história está à venda de novo via NFT, por US$ 48 mi

Uma cópia do primeiro tweet já escrito na história está à venda de novo via NFT. A publicação havia sido vendida  inicialmente em março do ano passado para o presidente da Bridge Oracle, provedora de serviços de blockchain, Sina Estavi, por US$ 2,9 milhões. Agora, ele está a revendendo por US$ 48 milhões, 16 vezes o valor que pagou.

O tweet é de autoria do fundador do Twitter, Jack Dorsey, que deixou o cargo de CEO da empresa em novembro do ano passado. “só estou configurando o meu twttr”, diz o post feito em 2006.

A venda será feita pela OpenSea, plataforma de negociação de ativos digitais. NFTs são tokens não-fungíveis, uma espécie de certificado digital que atesta a originalidade de um determinado bem.

Estavi anunciou a venda desse tweet por 14.969 Ethereum (ETH), segunda criptomeda mais valiosa do mundo.

Ele prometeu destinar 50% do lucro para a GiveDirectly, uma instituição de caridade que doa dinheiro a pessoas em situação de pobreza. É a mesma organização que Dorsey prometeu apoiar quando vendeu seu primeiro tweet no ano passado.

Jack Dorsey respondeu à publicação questionando: “por que não [doar] 99%?”, marcando no comentário também a GiveDirectly e o bilionário Elon Musk,  que recentemente foi indicado a membro do Conselho de Administração do Twitter.

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