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Twitter afirma que Bolsonaro e PSL não pagaram para impulsionar conteúdo

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Twitter afirmou que não permite o impulsionamento de conteúdo eleitoral no Brasil e em mais três países
Fernando Frazão/Agência Brasil – 25.10.18

Twitter afirmou que não permite o impulsionamento de conteúdo eleitoral no Brasil e em mais três países

O Twitter encaminhou, nesta segunda-feira (12), um comunicado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirmando que os perfis do presidente eleito Jair Bolsonaro e de seu partido, o PSL, não pagaram para impulsionar conteúdo e disseminar mensagens na rede social durante as eleições 2018. As informações são da Folha de S.Paulo

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“O Twitter averiguou internamente e foi constatado que as contas verificadas do candidato Jair Messias Bolsonaro e do partido político Partido Social Liberal (PSL) não contrataram impulsionamento de qualquer conteúdo, seja este eleitoral ou não” diz o comunicado. O Twitter disse que não permite anúncios de campanha eleitoral no Brasil, Marrocos, Paquistão e Coreia do Sul. 

Na última quinta-feira (8), o ministro e relator no TSE da prestação de contas de Bolsonaro , Luís Roberto Barroso, deu um prazo de três dias para que o WhatsApp, Facebook, Twitter, Instagram e Google respondessem se houve ou não a contratação de disparos de mensagens a favor do presidente durante a eleição. O Twitter foi o primeiro a responder. As outras empresas ainda não se manifestaram.

“Apesar da permissão de veiculação de propaganda eleitoral paga na Internet por meio da contratação de impulsionamento de conteúdo (…) as políticas de anúncios atuais do Twitter não permitem a contratação de impulsionamento de propaganda eleitoral para as campanhas direcionadas ao Brasil”,  disseram os advogados da empresa. 

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Sobre o impulsionamento de conteúdo eleitoral por meio de outras contas, se não a de Bolsonaro e a do PSL, a rede social respondeu que não permite este tipo de prática no Brasil e que para que isso seja possível, “faz-se imprescindível que os tuítes sejam devidamente especificados por meio de suas respectivas URLs, que permitam a localização inequívoca de seu conteúdo”.

Após o comunicado do Twitter , as outras empresas deverão responder ainda nesta semana se houve ou não o impulsionamento de conteúdo eleitoral. No dia 18 de outubro, a Folha revelou que  empresários impulsionaram disparos de mensagens por WhatsApp contra o PT.  Se trata de doação de campanha feita por empresas, uma prática ilegal, segundo o TSE. O presidente eleito nega que tenha contratado este tipo de serviço.

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‘Governo Bolsonaro não acredita em liberdade de imprensa’, diz Glenn

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Daryan Dorneles

O jornalista Glenn Greenwald

O Ministério Público Federal denunciou, nesta terça-feira (21), o jornalista Glenn Greenwald, do The Intercept Brasil , e outras setes pessoas por hackeamento de mensagens de autoridades, como o ministro Sérgio Moro. Glenn , no entanto, afirma que não cometeu nenhum crime, “sempre fiz meu trabalho como jornalista com muita cautela”.

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“É um ataque contra a imprensa livre. O governo Bolsonaro não acredita em liberdade de imprensa’, afirmou o jornalista em nota oficial. Ele defende que desde o início da divulgação das reportagens da Vaza Jato , Moro os “classificou como ‘aliados dos hackers’ por revelar sua corrupção, em vez de ‘jornalistas’”. 

O jornalista afirma que a denúncia é uma tentativa de atacar a imprensa em retaliação pelas revelações feitas pelas reportagens do The Intercept sobre Moro e o governo Bolsonaro. “Não seremos intimidados por essas tentativas tirânicas de silenciar jornalistas”, defende.

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Glenn também argumenta que o procurador da República Wellington Divino Marques de Oliveira – que apresentou a denúncia contra ele – foi o mesmo a denunciar o presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, por calúnia contra Moro . “O procurador está abusando do seu cargo”, diz.

Glenn também argumenta que a Polícia Federal examinou as mesmas evidências que o Ministério Público e o declarou inocente. “Eu não fiz nada além do meu trabalho como jornalista – dentro da ética e da lei”


“Nós vamos defender uma imprensa livre. Não seremos intimidados pelo abuso do aparato do estado nem pelo governo Bolsonaro”, concluiu o jornalista.

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Assista ao depoimento de Glenn e veja na íntegra a nota oficial sobre sobre a denúncia:

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Divulgação

Nota do jornalista Glenn Greenwald


Fonte: IG Nacional
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Mortes em confrontos com a polícia no Rio de Janeiro batem recorde em 2019

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Nelson Perez / GovRJ

Primeiro ano do governo de Wilson Witzel resultou em 1.810 mortes em confrontos contra a polícia.

As mortes em confronto com a polícia bateram recorde histórico do índice no Rio em 2019 , primeiro ano de governo de Wilson Witzel . De acordo com números do Instituto de Segurança Pública (ISP) divulgados nesta terça-feira, foram 1.810 casos ao longo do ano passado. É o maior número registrado desde 1998, início da série histórica. A quantidade de mortes em confronto com a polícia vêm em escalada no Rio desde 2017. No ano, foram registrados 1.127 casos no estado. Em 2018, foram 1.534.

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A quantidade de mortes provocadas por policiais representou 30,34% dos casos de letalidade violenta (soma de homicídio doloso, morte por intervenção de agente do estado, roubo seguido de morte e lesão corporal seguida de morte) registrados no estado em 2019. Isso significa que três em cada dez mortes intencionais no estado foram cometidas por policiais.


Apesar dos números ainda elevados, a quantidade de mortes provocadas por policiais vem caindo nos últimos meses. Foram 195 casos em julho, 173 em agosto, 154 em setembro, 144 em outubro, 135 em novembro e 124 em dezembro.

Os homicídios dolosos também caíram no estado. A diminuição foi de 19,3%, de 4950 (2018) para 3995 (2019). Foi a primeira vez, desde 1991, que o número ficou abaixo de 4 mil mortes no ano.

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Os roubos também apresentaram queda. O de veículos passou de 52097 (2018) para 39749 (2019), uma redução de 23,7%. O roubos a pedestres reduziu 11,4%. Foram 78.303 registros no ano passado, o menor número desde 2015. Já o roubo em ônibus, que apresentou uma tendência de alta durante o ano passado, terminou 2019 com uma pequena redução, de 1,8%, passando de 15.660 em 2018 para 15.379 em 2019 .

Fonte: IG Nacional
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