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Toyota Hilux renovada ganhará uma série de novidades

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Toyota Hilux da linha 2021 terá retoques no visual e nova central multimídia para ganhar apelo diante dos principais concorrentes no mercado

A versão renovada da picape Toyota Hilux está pronta para estrear em alguns mercados e deve chegar ao Brasil no segundo semestre, mas sem data precisa por conta da pandemia causada pelo novo coronavírus. De qualquer forma, entre as mudanças que serão adotadas, destacam-se itens como motor turbodiesel mais potente, retoques no visual e nova central multimídia.

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Quanto ao desenho, a Toyota Hilux da linha 2021 terá uma frente com novos detalhes estéticos para dar uma ideia de mais robustez ao utilitário . Serão alterações sutis na grade frontal, para-choque e faróis, apenas para deixar o carro com aspecto atualizado, algo importante para manter o apelo do modelo no mercado.

Outro ponto que vai mudar na Toyota Hilux 2021 será o motor turbodiesel. O 2.8 passará a ter mais força e menores índices de emissões. Portanto, espere mais que os 177 cv e 42,8 kgfm atuais. E, também, pelo menos uma versão híbrida, pois essa é a nova tendência entre os utilitários dos próximos dois anos, quando as picapes elétricas deverão chegar com força total no sentido mais amplo da palavra.

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Como não poderia deixar de ser, a central multimídia também terá novidades. Passará a ser compatível com Android Auto e Apple Carplay, algo que estava faltando no utiitário da marca japonesa, assim como um funcionamento mais intuitivo e prático no dia a dia. Depois que estiver atualizada a Toyota Hilux poderá enfrentar as rivais com mais apelo.

Fonte: IG Carros
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Números do setor automotivo caem quase 90% na segunda metade do mês

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Divulgação/Jaguar Land Rover

Com baixa atividade depois da segunda metade do mês, setor automotivo começa a rever seus planos para 2020

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) divulga os números de março com algumas informações alarmantes. Por conta da pandemia causada pelo novo coronavírus, as últimas semanas de março tiveram uma queda abrupta nas vendas e na produção de automóveis e comerciais leves. Se for comparado o total vendido na primeira semana de março com a última, houve declínio de 86,5%, de 10,7 mil unidades para apenas 1,4 mil.

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Conforme o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, o setor automotivo vinha, nas duas primeiras semanas de março, mantendo um ritimo muito bom, dentro do previsto, mas a partir do dia 18, começou uma queda acentuada por causa do fechamento das concessionárias e das fábricas. Ainda seguno o executivo, cada fabricante está analisando diariamente o andamento da crise e revendo seus cronogramas, o que vai depender das melhores condições na crise da saúde que afeta o Brasil.

Moraes também comentou que todo o setor automotivo está com 63 fábricas fechadas e mais de 123 mil colaboradores parados. E que não há como fazer previsões futuras no momento. O que se sabe até agora é que o mercado financeiro como um todo aponta para uma queda no PIB brasileiro de 2,3%, em média, para 2020.

Setor automotivo em alerta

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Com fábricas paradas a partir de meados de março, produção do mês teve queda de 21% na produção durante o mês


Em março, as vendas de automóveis e comerciais leves foram de 163,3 mil unidades, o que é 21,8% menor que as 209, mil do mesmo mês de 2019 e 18,6% abaixo doas 201 mil de fevereiro último. No acumulado do primeiro trimestre, a baixa nas vendas é de 8,1%, com 558,1 mil unidades ante 607,6 mil do mesmo período do ano passado.

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Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea, diz que a crise está apenas no começo e ainda não há como fazer previsões para 2020

Atualmente, os estoques são de 48 dias, o que deverá ser o suficiente para suprir a demanda de abril e maio. E o nível de empregos, pelo menos por enquanto, manteve-se estável em março em relação a fevereiro, com 126 mil ante 125,7 mil, o que representa uma leve queda de 0,2%. Observando março de 2020 com um todo, a queda em relação ao mesmo mês de 2019 foi de 21% para produção, licenciamentos e exportação, coincidentemente. Na comparação com fevereiro, a retração foi de 18% nos emplacamentos e nas exportações, e de 7% na produção.

Mesmo diante dos resultados negativos, segundo Moraes,” o momento é de priorizar a saúde da população, e todas as nossas associadas estão dando sua contribuição no combate ao novo coronavírus , seja reparando respiradores, seja produzindo e doando máscaras, ou mesmo cedendo suas frotas vários para as mais diversas finalidades”, disse ele.

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Ainda conforme Moraes “também é hora de uma conscientização de todas as esferas do governo, bancos e sociedade para criar mecanismos que permitam à cadeia automotiva atravessar esse período de retração com a preservação das empresas e dos empregos”, alertou.

Fonte: IG Carros
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BMW R 18 é revelada para competir com as Harley-Davidson e deve vir ao Brasil

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BMW R 18 chega no segmento das cruiser para os que curtem viajar por longas distâncias e acelerar

Depois de ganhar registro de patente no Brasil, a nova BMW R 18 foi revelada, e agora posiciona a fabricante no segmento das cruisers para concorrer com Harley-Davidson, Indian e outras. Ela manteve o nome do conceito apresentado ano passado, unindo design clássico e recursos tecnológicos, além do motor de referência para a marca: um boxer bicilíndrico. Os primeiros clientes vão receber um kit que inclui um chapéu, um livro sobre a fabricante alemã, luvas e um chaveiro. Ela chega à Europa no segundo semestre por 22.990 Euros (R$ 130 mil, em conversão direta), e deve desembarcar no Brasil também.

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A BMW R 18 foi pensada para uma boa ergonomia, com apoios para os pés montados no meio do chassi, passando por trás do motor, algo que proporciona uma posição de pilotagem mais relaxada e precisa. Ela traz três modos de pilotagem: Rain, Roll e Rock. O primeiro regula a abertura do acelerador e define o controle máximo de tração, favorecendo a condução em pista molhada. O segundo é o modo padrão, e o terceiro é mais agressivo, oferecendo resposta instantânea do acelerador e limitando o controle de tração.

Identidade e equipamentos completamente novos

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Cluster remete aos primeiros modelos da marca, dos anos 60, embutido no farol. Une o analógico ao digital

A novidade, no ano/modelo 2020, será oferecida na versão exclusiva First Edition. As mudanças em relação ao modelo padrão são a pintura preta com detalhes em branco, listras brancas feitas a mão no tanque, mais detalhes cromados e o logotipo First Edition, também cromado, nas capas laterais do motor Boxer. Nos reservatórios de fluido aparece a inscrição “Berlin Built” (nascida em Berlim), que indica a cidade onde, desde 1969, a marca alemã produziu a maioria de suas motos.

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Tem iluminação de LED, painel de visual clássico, que traz um manômetro redondo com um visor de LCD, este que exibe informações como a velocidade, indicador de marcha, modo de pilotagem, entre outras. Entre os acessórios da cruiser da BMW , muitos deles produzidos nos EUA, estão os silenciadores da Vance & Hines e assentos artesanais Mustang Seat. Também é possível customizar o guidão, mudar as rodas e fazer uma infinidade de caracterizações.

De acordo com a marca, o seu motor boxer de dois cilindros é o mais potente já usado na produção de motocicletas. Com 1802 cc, refrigeração a ar e quatro válvulas em cada cilindro, entrega 91 cv a 4.750 rpm e 16,1 kgfm a 3.000 rpm. Segundo a BMW ela vai de 0 a 100 km/h em 4,8 segundos e atinge velocidade máxima de 180 km/h. São números que, de fato, colocam o modelo frente a frente com as rivais do segmento das motos cruiser .

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Na dianteira, a suspensão é composta por garfo telescópico de 49 mm de diâmetro e 120 mm de curso. Já na traseira, é usado sistema cantilever com ajuste de pré-carga da mola. Já os freios têm ABS e contam com sistema próprio da BMW, com discos duplos na dianteira e simples na traseira, todos com 300 mm. As rodas são raiadas, complementando o visual clássico da BMW R 18 , são de 19 polegadas na dianteira e 16 na traseira, com pneus de medidas 120/70 e 180/65, respectivamente.

Fonte: IG Carros
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