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Economia

Touro de Ouro: retirada atende ‘demandas de esquerda’, diz Eduardo Bolsonaro

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Eduardo Bolsonaro
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Eduardo Bolsonaro

O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) afirmou nessa quarta-feira que a remoção do Touro de Ouro atende as ”demandas da esquerda”. Alvo de polêmicas nas últimas semanas, a escultura de Touro foi retirada nessa terça-feira da frente do prédio da Bolsa de Valores, em São Paulo. A determinação veio da prefeitura do estado.

”Ridícula atitude da Prefeitura de SP, retirando uma atração turística que só traria atrativos ao centro. Tudo para atender às demandas da esquerda, que neste momento ri e seguirá depredando, pois isto funciona”, declarou o filho do presidente Jair Bolsonaro.

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Com uma placa com o nome da empresa responsável pelo monumento, a Comissão de Proteção à Paisagem Urbana (CPPU), da Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento, considerou que o Touro de Ouro tem caráter “publicitário ou promocional”, o que viola as normas da Lei Cidade Limpa. A Comissão avaliou ainda que a obra foi instalada sem autorização prévia da CPPU.

Desde que foi instalado, no último dia 16, o monumento recebeu diversas críticas, principalmente, por entidades que lutam contra a fome e a miséria no Brasil.

“O que para eles simboliza a força do mercado financeiro, para nós é um símbolo da fome, da miséria e da superexploração do trabalho. Mas, também é um lembrete de que continuaremos na luta por uma vida com dignidade. E é por isso que hoje fizemos essa ação simbólica de protesto”, informou o coletivo Juventude Fogo no Pavio em nota do coletivo

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Economia

Guedes: “Brasil é hoje prisioneiro de uma armadilha de crescimento zero”

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Washington Costa/ASCOM ME

“Brasil é hoje prisioneiro de uma armadilha de crescimento zero”, diz Guedes

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta terça-feira (7) que o Brasil é prisioneiro de uma “armadilha de crescimento zero”, em razão de políticas econônicas que deram errado no passado. “O Brasil foi desindustrializado ao longo dos últimos 20, 30 anos. É uma longa história de um modelo que deu errado e foi aterrissando até parar”, avaliou o ministro em um encontro com empresários promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

No evento, que também contou com a participação do presidente Jair Bolsonaro (PL), Guedes voltou a defender uma maior abertura da economia. “Vamos abrir a economia brasileira. A economia de mercado é um algoritmo de decisão econômica descentralizada. E é disso que nós estamos precisando no Brasil. Quem estagnou o Brasil foram os que previram o nosso fracasso, errando sucessivamente”, disse o ministro.

Paulo Guedes ainda comentou sobre a agenda de reformas do seu Ministério, uma das grandes promessas do governo durante a campanha eleitoral. “Nós começamos exatamente com uma agenda de reformas, vencendo o ceticismo dos oposicionistas”, começou ele. “As reformas estão lá [no Congresso Nacional]. Quem pede a reforma administrativa, tributária… está tudo lá, é só aprovar”.

“Quando eu olho para o futuro, eu não consigo ver o Brasil não crescer. Agora, evidentemente, há dificuldades pela frente. Se, às vezes, parece que somos ufanistas, que somos irreais, não é isso. É porque temos que resistir aos perdedores das eleições anteriores, que geriram o Brasil por 30 anos e atolaram o Brasil num crescimento zero”, alfinetou.

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Economia

Governistas querem pagar Auxílio Brasil fora do teto em dezembro

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Jair Bolsonaro pode enviar proposta para abrir crédito especial para bancar Auxílio Brasil
Isac Nóbrega/ PR

Jair Bolsonaro pode enviar proposta para abrir crédito especial para bancar Auxílio Brasil

Enquanto a PEC dos Precatórios ainda é protagonista nas discussões no Congresso Nacional, a ala política governista tenta encontrar alternativas para bancar as parcelas de R$ 400 do Auxílio Brasil ainda em dezembro. A sugestão, agora, é solicitar um crédito especial ao Congresso Nacional para bancar o programa social fora do teto de gastos, enquanto não há definição sobre a proposta que parcela dívidas judiciais.

Segundo o jornalista Valdo Cruz, da GloboNews , o presidente Jair Bolsonaro determinou o pagamento integral das parcelas em dezembro. No entanto, a ideia ficaria inviável sem a aprovação da PEC dos Precatórios.

A ala governista sugere a abertura de crédito especial para bancar o benefício em dezembro e contar, com a PEC dos Precatórios para janeiro. A ideia também visa liberar parte dos gastos na regra do teto do Orçamento de 2022 para financiar a campanha eleitoral e outros gastos necessários.

O texto está travado na Câmara dos Deputados, após ter passado com tranquilidade pelo Senado. Mas as alterações feitas por senadores estão deixando ainda mais polêmicas.

O presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), defende a divisão da promulgação da PEC dos Precatórios, medida rechaçada por senadores. Lira pretende promulgar apenas o que aprovado por ambas as Casas e deixar as partes alteradas no texto para a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara e a Comissão Especial analisassem o caso.

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