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TikTok: como entrar e o que fazer na rede social do momento

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Como usar o TikTok?


É a quarta maior rede social do mundo em número de usuários. Foi o aplicativo mais baixado no mundo para iOS em 2018. Neste ano, ultrapassou Facebook e Instagram em número de downloads na App Store e Google Play Store. Sim, estamos falando do TikTok . Afinal, o que há de tão legal nele para gerar tamanho sucesso?

A rede social de vídeos curtos tem feito cada vez mais sucesso no mundo todo, sobretudo entre o público mais jovem. De acordo com uma pesquisa feita pela Infobase Interativa, 41% dos usuários da rede social tem entre 16 e 24 anos . A chamada geração Z toma conta do aplicativo, compartilhando e consumindo vídeos de até 15 segundos. Os mais populares são os de dublagem de músicas, esquetes de comédia, memes e desafios. 

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Como entrar no TikTok?

O TikTok é uma rede social que funciona apenas através do aplicativo . Por isso, para começar a utilizá-la, é preciso fazer o download pela  App Store ou Google Play Store . O aplicativo também possui a versão Lite , que ocupa menos espaço de armazenamento. 

Se sua intenção for só consumir conteúdo, fazer o download do app já é o suficiente. No TikTok , não é preciso fazer um cadastro para conseguir assistir aos vídeos que aparecem na timeline ou procurar por perfis e hashtags. 

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Se você deseja produzir vídeos e interagir com outras pessoas, porém, é preciso se registrar na rede social . Para isso, é só seguir os seguintes passos dentro do aplicativo do Tiktok :

  1. Clique no ícone do perfil, no canto direito inferior;
  2. Selecione como você quer criar uma conta, seja através de outra rede social, da conta Google ou do endereço de email;
  3. Siga as recomendações que aparecerem nas páginas seguintes para finalizar a criação da sua conta.

Pronto, você já está cadastrado no TikTok e pode começar a produzir vídeos, seguir pessoas e publicar conteúdos. Para criar um novo vídeo, é só clicar no ícone “+”, no centro inferior da tela. Na lateral direita da câmera aparecerão várias ferramentas simples e intuitivas de edição de vídeo, como filtros e modificador de velocidade. Em cima, é possível adicionar uma música à produção. 

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Captura de tela

O aplicativo tem ferramentas bastante simples de edição de vídeos

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Vídeos curtos e edição simples

O maior diferencial do TikTok é a facilidade com que usuários podem realizar edições de vídeo de forma bastante simplificada na plataforma. Para Isabela Ventura, CEO da Squid, empresa especializada em marketing de influência, o segredo do sucesso do TikTok é justamente esse. “Se antes você precisava sair de um aplicativo de uma rede social para ter outro aplicativo para fazer toda a edição, para depois jogar o vídeo dentro da rede social, hoje o tiktok trouxe essa facilidade de não precisar de outros aplicativos para gerar esses vídeos e para precisar editar”, comenta. 

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Além disso, Isabela afirma que os resultados dos vídeos editados fazem sucesso justamente pela rapidez – cada publicação tem, no máximo, 15 segundos. “Você entra no TikTok achando que vai ficar cinco segundos e fica meia hora, uma hora tranquilamente sem parar. Acho que os vídeos são extremamente viciantes para quem consome”, afirma a especialista. 

A rede social do público teen?

Essa rapidez, facilidade e alta conectividade são os aspectos que fazem do TikTok um sucesso entre a geração mais jovem. Os nativos digitais estão bem mais acostumados ao smartphone do que ao computador, por exemplo, o que alavanca o sucesso do aplicativo entre a geração Z

Mas se engana quem pensa que o público teen é o único alvo da rede social do momento . O sucesso do TikTok começou entre os mais novos, mas muitos adultos já vêm se interessando em fazer parte dessa rede de pessoas. “O Facebook também não começou com a minha mãe e com a minha avó, o Facebook começou com os adolescentes e, hoje, minha mãe e minha avó estão lá dentro. Então esse é um movimento cultural e natural de todas as redes sociais”, explica Isabela, que acredita que o TikTok ainda deve crescer bastante entre o público mais velho. 

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Sucesso nacional

Embora o TikTok tenha ganhado muita popularidade em países como a China – país onde nasceu e mantém um terço do total de usuários -, o Brasil também já vem sendo palco para o sucesso da rede social. Por aqui, o TikTok se fundiu com o finado musical.ly em agosto de 2018, o que alavancou ainda mais o sucesso da plataforma por aqui. 

Assim como o fenômeno de criação de ídolos no YouTube , os chamados TikTokers também fazem muito sucesso no Brasil, movimentando milhões de fãs na rede social. Por aqui, porém, ainda falta que a marca seja reconhecida mais amplamente, sobretudo entre o público mais velho. “Se eu converso com uma pessoa de 10, 15 anos, ela já conhece TikTok. Mas se eu perguntar para uma pessoa de 30 sobre o TikTok, a chance dela falar ‘não conheço’ é grande. Então, acho que precisa de tempo e disseminação da marca no país”, avalia Isabela, que acredita que em alguns meses já veremos uma mudança nesse sentido por aqui. 

Instagram de olho na concorrência

Um dos maiores concorrentes do TikTok , hoje, é o Instagram , inclusive pela grande presença do público teen . E, assim como o Instagram percebeu o crescimento do Snapchat e criou o recurso de Stories , agora a rede social mira no sucesso do TikTok para acrescentar novas ferramentas. 

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No mês passado, o Instagram criou o recurso “Cenas”, que funciona de forma parecida com o TikTok , facilitando a criação de vídeos curtos para serem compartilhados na timeline. O teste começou no Brasil , o que pode indicar que o Instagram estaria tentando investir em mercados nos quais o TikTok ainda não pegou completamente.

Fonte: IG Tecnologia
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LGPD passa a valer em agosto: lei irá mesmo proteger nossos dados?

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IstoÉ Dinheiro

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Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Maioria das empresas não tem como atender à Lei de Proteção de Dados


Chegou a vez de o consumidor colocar as empresas contra a parede. Essa é a promessa da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) , que entra em vigor a partir de 20 de agosto. Além dos clientes, que devem ter suas informações rigorosamente protegidas, a própria legislação esmaga as companhias, ao exigir uma série de responsabilidades para que os dados que elas detêm sejam cuidadosamente armazenados para não serem vazados ou roubados por hackers .

Se isso ocorrer, seja por ter sofrido ataque em seu sistema ou por erro no processo de arquivamento, a LGPD prevê multas que variam de 2% do faturamento da empresa a R$ 50 milhões para cada falha constatada. Uma alta punição pecuniária, capaz de quebrar a maioria das empresas do país e que fará, segundo especialistas, com que a lei venha para ficar .

As companhias estão assustadas. Mas é lenta a movimentação para se adequar às novas regras , devido à complexidade, às mudanças de processos e cultura e aos custos. Conclusão: a quase 200 dias de a norma passar a valer, o arcabouço empresarial brasileiro não está preparado para atender às exigências previstas. E isso coloca em dúvida se a privacidade do cidadão será mesmo preservada a partir da LGPD .

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A nova lei prevê que as empresas têm de proteger ou descartar os dados pessoais (nome, telefone, e-mail, RG, endereço e outros) de clientes e funcionários, por exemplo. E não só arquivos digitais . Os físicos também. Se houver vazamento , de qualquer tipo, será aplicada multa.

Dados sobre consumidores são considerados valiosos no ambiente corporativo para tomadas de decisões mais assertivas, visando alcançar o público-alvo do negócio de forma mais eficiente. Com essas informações em mãos bem trabalhadas e as estratégias definidas, vende-se mais, gastando menos energia e força de trabalho. Por isso, os dados são considerados o petróleo do futuro . E também por isso devem ser bem guardados, pois todo mundo está de olho neles: o cidadão, as empresas, os hackers e as companhias de cibersegurança que trabalham para protegê-los.

Segundo pesquisa da Serasa Experian , 85% das empresas brasileiras não estão preparadas para a LGPD . Foram ouvidos executivos de 508 companhias do País, de 18 setores e dos mais variados portes. Na opinião do diretor-geral da Kaspersky no Brasil, Roberto Rebouças, esse número pode ser ainda maior.

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“É mais do que isso. Hoje, se você entrar em qualquer site, ele te pede um monte de informações. Estamos sendo procurados por empresas”, afirma o executivo da maior companhia privada do Brasil no setor de segurança de dados . “Neste momento, ninguém está preparado. Tem muita coisa nebulosa, muita coisa que será definida em cima da hora e muita coisa que vai acontecer e será avaliada quando a lei estiver em vigência”, diz.

Complexidade

Na avaliação do professor Maximiliano de Carvalho Jácomo, coordenador do curso de segurança digital do Instituto de Gestão e Tecnologia da Informação ( IGTI ), em Minas Gerais, além da proteção, as empresas precisam ter controles de como estão fazendo as coisas. “É complexo. Será alterada a cultura das firmas e dos cidadãos”, observa.

Ele concorda com Roberto Rebouças sobre as empresas não estarem preparadas para atender à lei , apesar de ver a LGPD com olhar otimista, o que coloca em dúvida se a regra vai ser uma conquista ou dor de cabeça para a sociedade brasileira.

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Embora Rebouças, da Kaspersky , precise vender seu peixe, o executivo garante que o brasileiro, em geral, defende muito mal seus dados . Pior: os expõem na internet voluntariamente. “Hoje, temos pouca privacidade. O brasileiro posta muita coisa dele mesmo. É campeão mundial de mídia social em praticamente todas elas. Em 10 ou 15 minutos de pesquisa sobre alguém, posso mandar e-mail com informações sobre ela, fazendo parecer que a conheço há 20 anos”, garante o executivo da Kaspersky, de origem russa e com escritório principal na Suíça. No Brasil , está instalada desde 2012.

“Não vemos nessa lei uma oportunidade de negócio . Temos trabalhado permanentemente com os clientes para deixá-los mais preparados e com conhecimento suficiente para entender qual é a problemática. Ninguém vai ter tempo nem dinheiro para fazer tudo, a tempo de a legislação começar a valer”, diz Rebouças.

O executivo acredita que não há solução definitiva para evitar ataques cibernéticos que visam capturar dados . A solução mais eficaz para a proteção cibernética é transformar a eventual vítima num alvo de difícil acesso. “Não existe proteção 100% e nunca vai existir. Qualquer pessoa mal intencionada, se decidir invadir algum local, consegue. Depende de quanto ela está disposta a investir nesse ataque”.

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Multas podem incentivar “cibersequestro”

A LGPD avançou depois de ataques e vazamentos se intensificarem no Brasil. O país, que já ostentava as primeiras posições mundiais em phishing e outros ataques, viu alguns casos se tornarem famosos por sua grande escala, como divulgação ilegal de dados de clientes bancários e de consumidores de e-commerces – em âmbito mundial, o caso do Facebook é um dos mais famosos e no Brasil destaca-se o da Netshoes .

A legislação tem origem na Medida Provisória 869 de 2018, editada pelo então presidente Michel Temer. O atual comandante do Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro , sancionou a lei 13.853 de 2019, que flexibilizou a Lei Geral de Proteção de Dados (13.709 de 2018) e criou a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), responsável pela futura fiscalização.

Com muitas incógnitas e altas multas, a LGPD pode levar a um caminho perigoso, fazendo surgir outros tipos de crime. “É possível que um invasor entre no sistema de uma empresa, pegue os dados e entre em contato com a própria empresa para pedir resgate, como num sequestro cibernético . Numa situação hipotética, com os dados vazados a empresa pagaria multa de R$ 100 mil, por exemplo. O invasor pede R$ 50 mil para não vazar”, diz Roberto Rebouças, da Kaspersky.


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Thiago Bordini, diretor de inteligência cibernética e pesquisa do Grupo New Space, que tem em uma de suas vertentes a prevenção a fraudes pela internet , aponta outros problemas. “Ainda existem muitas dúvidas sobre a nova lei. Principalmente, de como serão as investigação de vazamentos ”, destaca.

“Não se sabe como isso será feito. E são muitas variáveis. Imagine que uma pessoa tenha a mesma senha e e-mail para duas lojas virtuais diferentes e seus dados foram vazados. Pode haver confusão sobre onde, de fato, é a origem do vazamento e uma empresa pagar pela outra”, avalia Bordini, ao sugerir tempo para “maturação” da lei, com orientações iniciais antes da aplicação das sanções.

Os especialistas apontam, ainda, uma distinção importante entre a lei brasileira e a europeia : o escalonamento. Enquanto na Europa a legislação prevê exigências diferentes para empresas de grande, médio e pequeno portes, por aqui todas as empresas são tratadas da mesma forma. Uma gigante automobilística terá as mesmas obrigações da pequena venda de verduras da esquina. A LGPD trata os diferentes como iguais. A seis meses do início de sua vigência, há mais dúvidas do que certezas. Afinal: a privacidade estará garantida ou mais perto de ser violada?

Fonte: IG Tecnologia
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Assim como futebol americano, EUA quer criar liga de Fortnite nas escolas

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Olhar Digital

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Divulgação/Epic Games

Fortnite se torna esporte em escolas norte-americanas


A startup PlayVS fez um contrato de parceria com a Epic Games para promover torneios competitivos oficiais de Fortnite em escolas e universidades dos Estados Unidos . A ideia é formar uma liga semelhante a esportes tradicionais como basquete ou futebol americano.

Além da produtora do jogo, a startup também fechou parceria com a NFHS – Federação Nacional das Associações de Escolas de Segundo Grau, o órgão que define as regras de competição para a maioria dos esportes do ensino médio nos EUA .


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Escolas, pais ou os próprios alunos poderão pagar US$ 64 por jogador para competir na liga contra escolas vizinhas, como qualquer outro esporte. A PlayVS é a primeira empresa a fechar uma parceria oficial com a Epic Games , e isso permite que escolas e organizações não precisem de muito trabalho para participar dos torneios. Atletas acessam a partida diretamente pela plataforma da startup e a PlayVS fornece estatísticas e insights diretamente do jogo para treinadores, fãs e até recrutadores.

Desde o lançamento, mais de 13 mil escolas já aderiram à lista de espera para obter uma equipe de esports através da PlayVS, que representa 68% da rede de ensino dos EUA . Para efeitos comparativos, 14 mil escolas têm um programa de futebol americano, o esporte tradicional mais popular do país.

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Fonte: IG Tecnologia
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