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Thaeme fala sobre cuidados na gravidez após aborto e descobrir trombofilia

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Em maio deste ano, Thaeme sofreu um  aborto espontâneo
 em consequência da má formação do bebê. Hoje, na segunda gestação, a cantora adotou uma série de cuidados especiais para garantir uma gravidez tranquila e segura tanto para ela quanto para o futuro filho.


Thaeme compartilha no Instagram cuidados após descobrir trombofilia e segunda gestação após aborto espontâneo
Reprodução/Instagram
Thaeme compartilha no Instagram cuidados após descobrir trombofilia e segunda gestação após aborto espontâneo

De acordo com o obstetra Alberto Guimarães, o aborto espontâneo, como no caso de Thaeme
, acontece mais frequentemente no primeiro trimestre da gestação, até 12 semanas. Na maioria das vezes, por conta de alteração no próprio embrião. Nesse caso, o médico explica que a mulher não precisa passar por nenhuma investigação ou tratamento médico antes de tentar uma nova gestação.


No entanto, quando o aborto espontâneo
é tardio (a partir da 20ª semana), é importante saber os motivos que causaram. “Em geral, tem a ver com o colo do útero. O médico deve investigar as características do colo uterino. No caso de colo curto existe grande possibilidade de intervenção, um reforço para que a mulher consiga levar a gestação o mais próximo possível do termo”, explica. Portanto, diante de mulheres com um histórico de aborto tardio, indica-se uma investigação mais profunda para evitar que isso aconteça novamente.

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Cuidados de Thaeme                                  


Thaeme fez uma série de exames após descobrir trombofilia para garantir uma gravidez saudável para ela e o bebê
Reprodução/Instagram
Thaeme fez uma série de exames após descobrir trombofilia para garantir uma gravidez saudável para ela e o bebê

No domingo (25), a cantora compartilhou no Instagram Stories, ferramenta de vídeos da rede social, a motivação do seu aborto espontâneo e a rotina de cuidados que adotou na segunda gravidez
. Ela ainda fala que recentemente descobriu que tem trombofilia
– uma propensão maior a trombose – o que fez com que ela redobrasse os cuidados.

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A sertaneja conta que, desde quando o exame identificou a trombofilia, passou a tomar anticoagulante e usar meia de compressão. Além disso, fez uma série de exames para garantir uma segunda gestação saudável
. “Fiz vários exames antes de tentar engravidar e eu já sabia que tinha um fator de trombofilia”, fala. O médico também recomendou que ela não passasse tanto tempo sentada ou deitada.

Thaeme
fala que até chegou a ser criticada pela quantidade de exames feitos, mas ela garante que dessa forma se sentiu mais segura para tentar engravidar novamente. De acordo com Alberto Guimarães, os cuidados para uma gravidez após um aborto variam no caso de aborto precoce ou tardio. No caso de precoce, não é preciso esperar muito tempo. “Indica-se ácido fólico e atividade sexual”, fala. No caso de aborto tardio, é preciso passar por uma avaliação médica.

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Ela tem 19 anos e o marido, 62: “Ele é muito maduro e me trata como uma rainha”

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Samantha Simpson, de 19 anos, conheceu seu marido, JR, de 62, através de amigos em comum quando ela tinha 18. Após meses de conversa, a jovem se apaixonou por ele. O casal rapidamente selou a união em janeiro de 2018 e, desde então, a mulher é obrigada a ouvir comentários desagradáveis sobre seu marido por conta da diferença de idade
entre eles.


Samantha Simpson, de 19 anos, é casada com JR, de 62, e recebe diversas críticas pela diferença de idade entre eles; veja
Arquivo pessoal/Reprodução/The Sun
Samantha Simpson, de 19 anos, é casada com JR, de 62, e recebe diversas críticas pela diferença de idade entre eles; veja

A união com o aposentado não foi bem aceita por sua família. Por conta disso, decidiu sair de casa. Pouco depois, JR juntou-se a ela. Apesar da relação séria que vivem, conforme relata o The Sun
, a estudante afirma que recebe ofensas diárias de estranhos que não aceitam sua relação com o marido
.


“Sempre que estamos em público, estranhos o confundem com o meu avô e isso pode realmente me aborrecer. Mas é ainda pior quando as pessoas o chamam de ‘ladrão de crianças’ ou ‘pedófilo’ quando nos veem de mãos dadas ou nos beijando em público. Não há um momento em que saimos e alguém não faz uma crítica sobre o nosso relacionamento
. É exaustivo”, conta.

Samanta relata que a paixão por ele ocorreu devido à sua aparência e o fato de ser cavalheiro. “Ele falava muito bem sempre que nos encontrávamos e também quando conversávamos pelo telefone e por mensagens de texto
. Era algo que eu nunca havia encontrado em um homem antes. Já namorei alguns próximos da minha idade, mas eram imaturos e não sabiam tratar a parceira”, expõe.

Jovem e o marido planejam ter um filho


Samantha espera que o relacionamento com o marido seja visto com seriedade e ainda conta que quer engravidar
Arquivo pessoal/Reprodução/The Sun
Samantha espera que o relacionamento com o marido seja visto com seriedade e ainda conta que quer engravidar

Apesar das opiniões de outras pessoas, a jovem planeja ter um bebê com o homem. ”Embora JR tenha um filho de um relacionamento anterior, queremos ter o nosso e começar uma família. No momento, estou tentando engravidar, pois sentimos que é a hora certa. Nos casamos e temos nossa própria casa, então por que não?”, questiona.

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Ela também faz um desabafo. “Desejo que, quando tivermos um filho, o abuso pare, já que não queremos criar uma criança em um ambiente em que ele tenha que ouvir insultos desagradáveis ​​sobre o pai”, diz.

Samantha ainda acredita que, ao compartilhar a história de amor com o marido
, as pessoas percebam que não se trata de uma piada. “Estamos muito sérios um com o outro, apesar da nossa diferença de idade
e aparências. Ele é muito maduro e me trata como uma rainha. Não há nada que eu mudaria nele ou em nossa relação
”, finaliza.

Fonte: IG Delas
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Mulher

Assédio no carnaval: mulheres explicam sinais que também querem dizer “não”

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Olhares, sorrisos, aproximação… as maneiras de flertar são incontáveis, e com a chegada do carnaval, o clima de paquera fica ainda mais propício para tentar novas abordagens. Como a criatividade não tem limites, vale tudo – desde que não ultrapasse a barreira do respeito e do consentimento, claro! E é aí que mora o problema: como definir se o flerte está sendo legítimo ou se a situação virou assédio?

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Não é não - mas você não precisa dizer nada para demonstrar isso. Qualquer coisa depois do não, é considerada assédio
shutterstock
Não é não – mas você não precisa dizer nada para demonstrar isso. Qualquer coisa depois do não, é considerada assédio

Além do clássico: “Não estou interessada”, há outros jeitos de mostrar que não se está afim sem precisar dizer exatamente. Ainda assim, tem gente (alô, homens!) com dificuldade para interpretar – ou aceitar a realidade -, e acaba deixando a outra pessoa desconfortável, sendo esse o primeiro passo para descrever um assédio
.

Apesar de não existir uma época específica para acontecer a violência sexual contra a mulher, é no carnaval
que os índices aumentam. No ano passado, o número de denúncias em todo o país, ao longo dos quatro dias de folia, cresceu 90%. Foram 109 registros em 2017 contra 58 no carnaval de 2016 de acordo com o 180, serviço de atendimento de denúncias da Secretaria de Políticas para Mulheres do Governo Federal.

Pensando em esclarecer e ajudar mulheres a reconhecerem quando estiverem passando por um momento desse tipo e saber como agir quando não se sentirem confortáveis para dizer o famoso “não quero”, o Delas
conversou com quem já passou por essa experiência e reuniu algumas dicas que podem ser úteis, principalmente para quem quer aproveitar a folia sem dor de cabeça.

Como dizer “não”, sem precisar dizer


Desviar o olhar, chamar as amigas, se afastar... sinais do corpo podem servir para dispensar o cara e evitar o assédio
Elena Fragoso/Shutterstock
Desviar o olhar, chamar as amigas, se afastar… sinais do corpo podem servir para dispensar o cara e evitar o assédio

Apesar de alguns serem subjetivos, sinais corporais já deveriam ser suficientes para mostrar quando é o momento de parar de investir no crush. “Não adianta dizer que não sabe. A gente sempre sabe quando está dando certo a investida e quando não está. O problema é que homem não aceita a rejeição”, dispara a analista de tecnologia, Samira Campos, de 26 anos.

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Ela conta que nem sempre se sente confortável para dizer “não”, ainda mais no carnaval. “Nos bloquinhos é tudo muito rápido. Às vezes o cara nem precisa chegar em você falando, simplesmente acontece. E da mesma maneira que acontece de a gente ficar com a pessoa sem precisar trocar uma palavra, também é possível dar um fora em silêncio. Para bom entendedor, meia desviada de olhar basta”, brinca.

Outra técnica que também é bastante clara é a de se afastar. “Sem falar, digo não no olhar. Se o homem for educado, vou saindo de fininho, na brincadeira. Mas se for grosseiro, peço licença de forma bem seca, com um olhar bem impertinente”, fala a fisioterapeuta, Joana Lobo, de 35 anos.

Fora o desvio de olhar e o afastamento, há também quem use a tática de interagir com outras pessoas para demonstrar desinteresse. “Geralmente se eu vejo alguém se aproximando que não me chama a atenção, eu começo a conversar com uma amiga. Inclusive, tenho até um código com elas: a gente costuma dizer que está com dor de barriga e precisa ir ao banheiro. Toda vez que esse assunto surge, a gente sabe que alguma de nós está se sentindo desconfortável”, fala a estudante Giovanna Lacerda, de 23 anos.

Quando esse “código de alerta” é acionado, imediatamente outras amigas cercam a garota, para protegê-la e evitar qualquer contato externo. “Parece bobo, mas evita encheção de saco. Geralmente a gente identifica quem está sendo o cara chato e ficamos encarando. Dá certo. Mas quando estamos com algum amigo homem, o resultado é infinitamente mais rápido”, pontua Giovanna.

Samira completa dizendo que, em um mundo perfeito, dizer “não” poderia ser dispensado. “Seria incrível se a gente não precisasse de subterfúgios para nos livrarmos de alguns homens. O ideal seria mesmo a gente não ter que precisar dizer ‘não’, gritar, fazer escândalo, pedir socorro. Ainda sonho com o dia que os homens vão aprender a interpretar os sinais e nos poupar dessas situações que estragam nossa diversão”.

O sonho de Samira é o de muitas outras mulheres. Às vezes, a insistência é tanta que faz com que quem não está afim sinta-se intimidada em reagir. “Eu sempre finjo que não estou vendo a pessoa. Eu nunca revidei ou xinguei alguém, finjo que não percebi a investida e saio andando”, conta atendente de telebanco Alany Gomes, de 23 anos. A reação contida tem um motivo: medo.

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“Já aconteceu de eu estar um bloco de carnaval, um cara pegou minha cerveja e disse que só devolvia depois de um beijo. Os amigos dele insistiram e até me cercaram. Eu não consegui falar nada porque fiquei com medo, eles estavam em muitos. Então me enfiei na multidão e comecei a andar para fugir”, lembra.

Estou sendo assediada, e agora?


Ao ver alguma mulher sendo vítima de assédio no carnaval, não pense duas vezes e ajude!
shutterstock
Ao ver alguma mulher sendo vítima de assédio no carnaval, não pense duas vezes e ajude!

A partir do momento que o paquera não foi correspondida, seja por meio de uma frase ou sinal corporal, e a pessoa continuar insistindo, é assédio. “Assédio é quando transpõe o limite da mulher, quando não é recíproco ou quando se torna inconveniente ou invasivo”, afirma Joana.

Se alguma mulher for vítima
 de algum assédio ou qualquer tipo de violência, o ideal é procurar algum policial ou segurança para relatar o caso e pedir ajuda. Se houver como identificar o agressor, também é possível ir a uma delegacia de polícia registrar um boletim de ocorrência, pedindo expressamente para que seja aberta uma investigação para apurar os fatos.

Lembrando que, neste ano a punição pode mudar, já que é primeira vez que a Constituição pode agir mais firmemente a favor das mulheres. Isso porque o carnaval de 2019 vai contar com o apoio da lei
, sancionada em setembro do ano passado, que caracteriza o assédio sexual
como crime.

De acordo com a nova norma, será configurado crime de importunação sexual “praticar ato libidinoso contra alguém sem consentimento para satisfazer a própria lascívia ou a de terceiros”, com punição prevista de 1 a 5 anos de prisão – pena mais dura que a dada a quem comete homicídio culposo, sem intenção de matar, cuja punição é de 1 a 3 anos de detenção, por exemplo.

Para quem for passar o carnaval em São Paulo, poderá contar com o apoio para mulheres que se sentirem importunadas ou violentadas. Um ônibus lilás estará nos mega blocos da Avenida Tiradentes e da Praça da República, no Centro da cidade, para acolher as vítimas.

Além disso, vale lembrar que ao perceber uma mulher passando por alguma situação de assédio,
ajude. “Precisamos estar juntas. Ao ver uma de nós ser acuada para ficar com alguém, intervenha. Peça ajuda, se for necessário. A meta é não deixar que nenhuma foliã vire uma vítima”, conclui Giovanna.

Fonte: IG Delas
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