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Tecnologia

Telegram x Whatsapp: como funciona a privacidade desses aplicativos?

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O Telegram voltou a ser assunto na internet depois que uma conversa entre o atual Ministro da Justiça Sérgio Moro e procurador do Ministério Público Federal em Curitiba Deltan Dallagnol foi vazada no domingo (9). Tudo porque o app russo utilizado para trocar mensagens promete ser um dos mais seguros entre outros que oferecem esse tipo de serviço mas, ainda assim, não foi o suficiente para que os diálogos não viessem à tona. 

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Tela inicial do Telegram
shutterstock
O Telegram é um aplicativo russo de troca de mensagens e promete ser um dos mais seguros do mercado

Indo além do debate político que envolve o caso divulgado pelo  The Intercept Brasil , a questão da privacidade dos apps está sendo discutida. Como funciona a segurança no Telegram ? E, ainda mais, qual a diferença para o queridinho e popular  WhatsApp

Segundo o site do app usados por Moro e Dallagnol, há duas “garantias” quando o assunto é privacidade:

  1. Proteger suas conversas privadas de terceiros “bisbilhoteiros”, como funcionários, empregadores, etc.
  2. Proteger seus dados pessoais de terceiros, como profissionais de marketing, anunciantes, etc.

Apesar de oferecer criptografia de ponta-a-ponta e ferramenta de privacidade , como os Chats Secretos, para permitir que essas conversas privadas e dados não sejam acessados por outras pessoas, e a efetividade da proteção do app ao usuário já foi contestada.

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Um estudo divulgado em 2016 pela Electronic Frontier Foundation (EFF), fundação voltada para a proteção dos direitos civis no ambiente digital, avaliou o serviço de forma negativa por usar duas formas diferentes de criptografia: uma para conversas comuns e outra voltada para os Chats Secretos. Nesse caso, a segunda é mais sofisticada do que a primeira. 

Como funciona o Telegram e qual a diferença do app para o Whatsapp?

Quando você começa uma conversa pelo Telegram, os dados “viajam” do seu aparelho para o do seu amigo com uma “máscara de segurança” para que só vocês possam ler o conteúdo, já que o que você enviou fica embaralhado na nuvem.

Esse método de segurança, porém, só está disponível dentro da opção do Chat Secreto, onde o usuário consegue enviar textos, fotos e vídeos que  se “autodestroem” depois de serem lidos. 

Nas conversas comuns, o sistema de privacidade funciona diretamente entre o seu aparelho e os servidores do app — o que permite que as mensagens sejam decodificadas na nuvem. Esse método é justificado para que o usuário possa acessar as conversas pela versão desktop. 

Já quando falamos do WhatsApp, a criptografia de ponta-a-ponta funciona em todos os tipos de conversa, ou seja, não é preciso acessar um “modo secreto” para ter essa proteção.


A maior diferença, portanto, está no fator do app oferecer backup de conversas automaticamente, o que torna a proteção mais frágil, já que as conversas ficam armazenadas no iCloud ou Google Drive, enquanto o Telegram deixa esse histórico na nuvem do próprio servidor.

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Fonte: IG Tecnologia
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Tecnologia

Selfie espionada? Apps do Google Play atacam privacidade de usuários; entenda

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Olhar Digital

apps de selfie espionavam usuários arrow-options
Reprodução
Apps de Selfie no Google Play espionavam usuários

Pesquisadores da Wandera, empresa especializada em segurança de dispositivos móveis, encontraram dois apps no Google Play que escondiam adware bastante agressivo, que exibia anúncios de tela cheia que prejudicavam o uso do smartphone. Além disso, ambos exigiam permissões que permitiriam espionar os usuários.

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Os apps, chamados Sun Pro Beauty Camera e Funny Sweet Beauty Camera , juntos tinham mais de 1,5 milhão de downloads. Ambos exibem comportamento diferente, porém altamente inconveniente: depois de instalado, o SunPro Beauty Camera começava a exibir anúncios em tela cheia mesmo que o app nunca fosse aberto. Já o Funny Sweet Beauty Camera começava a exibir os anúncios depois que o usuário salvasse uma foto editada no app.

Ambos os apps tentam dificultar sua remoção usando um truque: depois de instalados, eles criam um atalho para si mesmos, e removem seu ícone original da lista de apps. Assim, se o usuário tentar “desinstalar” o app, irá apenas remover o atalho.

Além disso, os apps pediam permissão para gravar áudio, algo que é completamente desnecessário para seu funcionamento, mas poderia ser usado para escutar tudo o que é dito ao redor do aparelho.

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Ambos os apps tinham muitos reviews negativos, o que geralmente é um sinal de que há algo errado. Segundo a Wandera, a recomendação é evitar apps com notas muito baixas, e instalar uma solução de segurança em seu smartphone .

Fonte: Wandera

Fonte: IG Tecnologia
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Tecnologia

Uber Eats alcança marca de 1 bilhão de pedidos feitos no mundo

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Olhar Digital

Uber Eats arrow-options
Divulgação/Uber
Uber Eats alcançou a marca de 1 bilhão de pedidos feitos no mundo

O Uber Eats confirmou ter recebido mais de 1 bilhão de pedidos ao redor do mundo em menos de quatro anos. A plataforma está disponível em mais de 500 cidades e em 36 países. No Brasil, o serviço de entrega chegou somente em dezembro de 2016, mas hoje já é parceiro de milhares de empreendimentos gastronômicos em mais de 70 cidades brasileiras, fazendo a curadoria de restaurantes conhecidos como McDonald’s, KFC e Burger King e de negócios familiares locais como Hi Pokee, Busger e Sushi Plus.

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A empresa alcançou esse marco na mesma semana em que anunciou que irá permitir que restaurantes que utilizam sua própria frota de entregadores se cadastrem na plataforma do Uber Eats . Anteriormente, só era possível o cadastro na plataforma de restaurantes que desejavam fazer entregas usando os entregadores autônomos disponíveis no aplicativo.

Esta nova opção foi planejada para atrair mais usuários para o aplicativo . Na América Latina, o Uber Eats já está testando essa modalidade em diversas cidades, inclusive brasileiras, com resultados promissores.

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O anúncio chega quando dados revelam que o crescente mercado de entrega de comida – que deve valer quase 21 bilhões de dólares até 2023 – está desempenhando um papel cada vez mais importante no crescimento de pequenos e médios restaurantes. Para os 70% dos restaurantes do Uber Eats, que são pequenas e médias empresas, a entrega de alimentos é responsável por uma proporção crescente de sua receita total.

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Fonte: IG Tecnologia
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