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Cidades

TCE inicia levantamento de obras paralisadas e suspensas em Mato Grosso

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O Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso participa de levantamento das obras paralisadas e suspensas no estado. Trata-se de ação definida pelo Comitê Interinstitucional de Diagnóstico de Grandes Obras Suspensas e Paralisadas composto por representantes do Conselho Nacional de Justiça, da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), dos Tribunais de Contas dos Estados e Municípios e do Tribunal de Contas da União (TCU). Esse levantamento foi solicitado pelo presidente do STF, Ministro Dias Toffoli, em outubro de 2018.

No TCE-MT, os trabalhos estão sob a coordenação e supervisão da auditora Narda Consuelo Vitório Neiva Silva, atual secretária de Controle Externo da Secex de Obras e Infraestrutura, que é integrante do Comitê. Segundo a auditora, a ideia é mapear os problemas das obras suspensas/paralisadas no país para busca conjunta de soluções.

O levantamento iniciou em 11/02/2019 com envio de ofícios do Gabinete da Presidência do TCE-MT para os gestores com as orientações necessárias para preenchimento do questionário eletrônico desenvolvido pelo referido comitê, que deverá ser respondido para cada obra suspensa/paralisada.

As dúvidas sobre o envio dos ofícios poderão ser tratadas com o Gabinete da Presidência através do telefone 65 3613 7513.

Para atender a diversas solicitações de jurisdicionados, o prazo para responder os questionários foi prorrogado para 12/03/2019, considerando que segundo o calendário definido pelo referido comitê, o TCE-MT terá que revisar e consolidar as informações das respostas de todos os questionários a partir do dia 12 de março de 2019 e encaminhar, em 19 de março de 2019, para a consolidação da região Centro Oeste. O prazo final de entrega do levantamento nacional para o CNJ será 12/04/2019.


As dúvidas sobre acesso aos questionários eletrônicos poderão ser tratadas com a Secex de Obras e Infraestrutura nos telefones  (65) 36137631 e (65) 3613 7632.

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Cidade

Nova lei beneficia Associação de Pequenos Produtores no Araguaia

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Thiago discursa no plenário

Foto: Marcos Lopes

Foi publicada no Diário Oficial do Estado de Mato Grosso (DOE) no último dia 28/11, Lei 11014/2019 , de autoria do deputado estadual Thiago Silva (MDB), que declara ser utilidade pública o trabalho da Associação dos Pequenos Produtores do Assentamento Santa Rita (Apeprosari) de Ribeirão Cascalheira – município do Araguaia. A entidade presta serviços considerados relevantes aos menos favorecidos, com doações, fornecimento de cestas básicas e projetos sociais em comunidades do projeto de assentamento Santa Rita, em Ribeirão Cascalheira.

“Essa foi uma demanda que recebemos no início do mandato e conseguimos que a lei fosse aprovada, beneficiando assim mais de 100 moradores do assentamento Santa Rita. Estamos satisfeitos com a aprovação da nova lei”, disse o parlamentar Thiago Silva.


Com a lei de utilidade pública, a instituição poderá reivindicar junto aos órgãos competentes a isenção de contribuições destinadas à seguridade social, pagamento de taxas cobradas por cartórios e imunidade fiscal (restrita às entidades de assistência social e de educação). O título concede ainda credibilidade para que a entidade possa ter acesso às verbas destinadas à continuidade do trabalho social e educativo desenvolvido em prol dos pequenos produtores.

Fonte: ALMT
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Cidade

Jornal Valor Econômico destaca pesquisa da Empaer com a cultura do trigo

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Em matéria assinada pela jornalista Fernanda Pressinott, o jornal de economia, finanças e negócio brasileiro, Valor Econômico, publicou no dia 5 de dezembro, que o “Moinho paranaense construirá fábrica em Mato Grosso” e que a produção de trigo era viável, agronômica e economicamente. Com investimento na ordem de R$ 118 milhões na construção, o moinho Dona Hilda estará em operação no ano de 2022. O pesquisador da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), Hortêncio Paro, responsável pela validação da cultura do trigo no Estado, testou variedades que se adaptavam melhor ao solo e seis delas foram escolhidas.

O jornal Valor Econômico deu destaque a cinco variedades que já estão prontas para serem plantadas. “O Estado tem 140 mil hectares com pivôs preparados para o plantio no período de vazio sanitário da soja. O potencial de produção é e 5,9 milhões de toneladas, levando em conta um rendimento de 70 sacas por hectares”. Em 2020, deverão ser semeados 30 mil hectares e essa área deverá ser mantida até 2022, quando a unidade do moinho começará.

Na matéria publicada, Hortêncio enfatiza que as margens dos produtores poderão ficar entre 15% e 20%, considerando um custo de produção de R$ 3 mil a R$ 3,7 mil por hectare. E que a pesquisa executada pela Empaer mostrou aos dirigentes do Moinho Dona Hilda que o cultivo de trigo no Cerrado poderia dar bons resultados. O desenvolvimento da cultura é realizado em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Associação dos Produtores de Feijão, Trigo e Irrigantes de Mato Grosso (Aprofir).

 Paro destaca que a pesquisa com a cultura do trigo  é realizada há mais de 30 anos.

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A maior ênfase é dada para o cultivo do trigo irrigado, plantado em maio e colhido em setembro, exatamente no período do vazio sanitário da soja. Conforme Paro, o trigo é uma boa opção de manejo de solo nas áreas irrigadas, ajuda a controlar o nematoide de galha e o fungo sclerotinia (mofo branco). E também facilita o controle das invasoras de folhas largas e a palha do trigo após a colheita. Essas medidas impedem que haja erosão solar da matéria orgânica o que prejudicaria a vida microbiana do solo.


De acordo com Paro, o trabalho de pesquisa é feito há mais de 30 anos e tem comprovado a viabilidade técnica do cultivo do cereal em Mato Grosso e a qualidade do trigo colhido, que pode atingir de 300 a 500 de força de glúten (W). Com esse teor de glúten o trigo é classificado como excelente para uso na panificação. Ele explica que os valores de percentual de glúten são cruciais para fabricação de produtos diferenciados, como produção de pão, massas e farinhas. Vale lembrar, que 65% da farinha usada no país é para produção de pão. “O que falta atualmente é uma comercialização que dê sustentabilidade econômica a atividade”, salienta.

Fonte: GOV MT
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