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Cidade

Tangará da Serra: Expansão da cidade exigirá investimentos em mobilidade urbana

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Prestes a celebrar 43 anos de emancipação, Tangará da Serra vivencia uma fase de incremento de sua economia. Levantamento publicado no último mês de dezembro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indica que o Produto Interno Bruto (PIB) de Tangará da Serra mais que dobrou num período de seis anos, chegando muito próximo de R$ 3 bilhões.

A boa fase econômica vem resultando no crescimento populacional e, por consequência, numa acelerada expansão do perímetro urbano da cidade, fenômeno que se intensificou nas últimas duas décadas.

Expansão, que se intensificou nas últimas duas décadas, é o resultado do aumento populacional e do desenvolvimento da economia do município. (Imagem de Murilo Nicolli)

Desde o ano 2000, quando o bairro Jardim dos Ipês recebeu um grande número de residências e estabelecimentos, a área urbana não para de crescer em todas as direções. De lá para cá foram aparecendo novas extensões urbanas, como o Jardim São Luiz, ao sul, o San Diego a sudoeste e o Jardim São Marcos, Mané Garrincha e Acapulco a leste.

A oeste, a cidade viu nascer os bairros Morada do Sol, Barcelona e Valência, enquanto ao norte surgiam o Altos do Tarumã e Parque Tarumã.

Já a noroeste da cidade, o Bela Vista foi rapidamente ocupado, assim como vem ocorrendo com os loteamentos Buritis I e II.

Desenvolvimento

Área central de Tangará da Serra: PIB do município mais que dobrou nos últimos seis anos

A ampliação do perímetro urbano traz desenvolvimento à cidade e, por isso, gera demandas extras, como obras de mobilidade urbana.

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A região urbana a noroeste – Bela Vista/Buritis – tem apenas duas ligações com a área central da cidade. A principal é a MT-480, que liga aqueles bairros à Avenida Nilo Torres e, dali, ao Centro. A outra ligação é por uma via lateral até a Avenida Zelino Lorenzetti, no Parque Tarumã, de onde é possível chegar ao Centro pela Rua 26 e outras adjacentes.

Esta situação indica a possibilidade do poder público empreender a extensão da Avenida Tancredo de Almeida Neves, entre o Jardim Olímpico e o Buritis II.

Mobilidade

A extensão representaria uma obra de pavimentação de aproximadamente 1,5 quilômetro, com necessidade de dois pontilhões, já que há dois córregos no trajeto, com suas áreas de preservação.

Segundo o economista, engenheiro e especialista em logística Silvio Tupinambá, a ligação proporcionaria uma série de situações relacionadas à mobilidade urbana e, também, a aspectos socioeconômicos.

Extensão prevista: Vista da região limítrofe entre a Tancredo Neves, no Jardim Olímpico, e a região do Buritis/Bela Vista

Primeiro, a ligação favoreceria os moradores daquela localidade urbana com o encurtamento da distância para a área central da cidade. Segundo, desafogaria o tráfego nas avenidas Ismael José do Nascimento e Nilo Torres. Num terceiro aspecto, a extensão da Tancredo representaria valorização imobiliária àquela região e atração de investimentos.

“Esta ligação favoreceria em muito a qualidade de vida dos munícipes daquela localidade, com ganhos de mobilidade urbana e otimização do tráfego de veículos. À reboque, viriam investimentos privados e públicos”, observou o engenheiro, em recente entrevista ao portal Bem Notícias.

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Ainda ano passado, a Secretaria Municipal de Infraestrutura confirmou que já há um projeto de ligação das localidades com a Tancredo Neves protocolado na prefeitura.

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Cidade

Vereador destaca importância de semáforos na organização e segurança no trânsito

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O vereador Vagner Constantino Guimarães (Professor Vagner, PSDB) vê acerto na implantação de semáforos em pontos estratégicos da área central de Tangará da Serra.

Nas últimas sessões do Legislativo Municipal, Vagner assinalou que os semáforos garantem um aumento sensível na segurança no trânsito urbano da cidade e destaca a prevenção de acidentes como fator de redução do fluxo de pacientes com traumas no Hospital Municipal.

Sistema entrou em funcionamento neste mês de fevereiro (Foto: Professor Vagner)

O representante tucano na Câmara mencionou, ainda, indicação de sua autoria apresentada em plenário em 18 de outubro de 2016, que contou  com mais de 300 assinaturas de moradores da região localizada na Avenida Tancredo Neves, esquina com a Rua 19, onde o sistema foi recentemente implantado pelo poder público local. “Realizamos várias cobranças, reiteramos a indicação e hoje podemos agradecer o atendimento a este pedido”, disse.

Vagner teve indicação atendida pelo poder público local (Foto: Assessoria)

A implantação de dois novos sistemas de semáforos iniciou em janeiro último pela Secretaria Municipal de Infraestrutura. Os locais dos dois novos dispositivos são os cruzamentos da Avenida Tancredo de Almeida Neves com rua Neftes de Carvalho (19) e da Avenida Ismael José do Nascimento com a rua Celso Rosa de Lima (26).

Segundo a prefeitura, o objetivo é proporcionar maior organização, mobilidade e segurança nos dois pontos, considerados de grande movimento especialmente nos horários de pico.

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As novas instalações se somam a outros 11 sistemas semafóricos. Outros pontos com os dispositivos são na própria Avenida Tancredo com Avenida Ismael, em frente à escola Ayrton Senna e com as ruas Antônio Hortolani e Euclides Geraldo Medeiros; na Ismael em frente às escolas Dom Bosco e João Batista, e na Avenida Brasil em frente às escolas 13 de Maio e Antenor Soares, na travessia Praça da Bíblia-Igreja Matriz, e nos cruzamentos com as ruas Sebastião Barreto (08) e João do Prado Arantes (14).

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Cidade

Zika e Chikungunya: Mesmo com baixa incidência, saúde pública entra em alerta

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As autoridades da saúde pública de Tangará da Serra estão em alerta contra a zika e a chikungunya, doenças também transmitidas pelo Aedes Aegypti. Já há, na cidade, uma notificação relacionada a chikungunya e um caso suspeito de zika.

O provável caso de zika foi notificado neste final de semana em um morador do Jardim Europa. A suspeita já rendeu ações preventivas do poder público, com aplicação do tradicional ‘fumacê’ nos arredores do quarteirão da possível incidência. Já a chikungunya já resultou em uma notificação neste mês de fevereiro.

No Jardim Europa, caso suspeito já rendeu ações preventivas do poder público, com aplicação do tradicional ‘fumacê’ nos arredores do quarteirão da possível incidência

Os primeiros casos de zika foram diagnosticados em Tangará da Serra ao final de 2015. Foram 148 notificações, 144 delas somente em dezembro. Em 2016, nos três primeiros meses, a incidência de zika causou apreensão com 370 notificações em janeiro, 547 em fevereiro e 269 em março. Aquele ano acabou fechando com um total de 1.235 notificações.

Neste período, a maior apreensão da comunidade esteve relacionada às gestantes, uma vez que a zika pode atingir o feto e resultar em microcefalia. Os casos confirmados de problemas em recém nascidos totalizaram cinco, com registro de dois óbitos ocorridos logo após o nascimento.

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Já em 2017 e 2018 os casos de zika decaíram de forma vertiginosa, com respectivos 36 e 46 registros, com picos nos meses de março e maio. Considerando os números do ano passado – total de 46 casos – a incidência foi reduzida em 96% em relação ao ano de 2016, quando do recorde da doença.

Chikungunya

Arbovirose causada pelo vírus CHIKV, a chikungunya teve seus primeiros registros em Tangará da Serra no ano de 2016, com quatro notificações. Os casos cresceram para 30 em 2017 e 74 no ano passado. Este ano já há o registro de um caso, neste mês de fevereiro.

Os números da zika e da chikungunya no período compreendido entre 2015 e o início de 2019 constam no ‘1º Boletim Epidemiológico das Doenças Transmitidas pelo Vetor Aedes Aegypti’, divulgado no último dia 08 pela Vigilância Epidemiológica de Tangará da Serra. Neste período, foram notificados um total de 1.465 casos de zika e outros 109 casos de chikungunya.

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