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Polícia

Suspeitos envolvidos em roubo de fazenda em Poconé são presos durante operação contra organizações criminosas

Publicado


Assessoria/Polícia Civil-MT

Um roubo com emprego de arma de fogo e cárcere privado das vítimas ocorrido em Poconé (104 km ao sul de Cuiabá) foi esclarecido pela Polícia Civil, na quinta-feira (21.10), com a prisão em flagrante de três pessoas e recuperação de parte dos objetos subtraídos.

Os suspeitos foram autuados em flagrante pelos crimes de receptação, posse ilegal de arma de fogo e associação criminosa armada.

A ação, realizada pelos policiais civis da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e Delegacia de Poconé, integra a Operação Vitae, deflagrada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) de combate a atuação de organizações criminosas na região panteira do estado.

As equipes policiais estavam em diligências para apurar um roubo majorado ocorrido na fazenda no dia 16 de outubro, ocasião em que três criminosas armados invadiram a propriedade, renderam funcionários, que foram amarrados e ameaçadas para que dizer onde estavam objetos de valor e armas da propriedade.

No roubo, os suspeitos subtraíram diversos objetos como telefones celulares, bebidas alcoólicas e armas antigas.

Logo após a comunicação do crime e com base nas informações passadas pelas vítimas, as equipes da Polícia Civil iniciaram as diligências, realizando entrevistas com pessoas, consulta em banco de dados, fazendo a ligação entre as informações. Na quinta-feira (21), os policiais receberam denúncia sobre o local, onde estariam as armas e bebidas subtraídas.

Na residência no bairro Jardim dos Estados, os policiais realizaram a abordagem de dois suspeitos. Em buscas no local, os policiais apreenderam uma pistola, calibre 22 e uma balança de precisão utilizada para o tráfico de drogas.

Questionado, o suspeito levou os policiais até a casa de um comparsa, onde ele escondeu as garrafas de bebidas subtraídas no roubo. Diante das evidências, os três suspeitos foram conduzidos à Delegacia de Poconé, onde após serem interrogados pelo delegado Maurício Pereira Maciel, foram autuados em flagrante pelos crimes de receptação, posse ilegal de arma de fogo e associação criminosa armada.

“Com a prisão dos suspeitos, as investigações continuam para descobrir novos elementos de crime que possam levar a identificação de outros envolvidos e desarticulação do grupo criminoso”, disse o delegado.

Segundo o delegado da GCCO, Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, está tendo uma cobrança muito grande para combate de atuação de organizações criminosas na região de Poconé e por isso, foi organizada uma força-tarefa pela Sesp na região. “Essa ação tranquiliza a população e mostra que o trabalho realizado pelas forças de segurança na região estão dando resultados”, destacou.

Fonte: PJC MT

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Polícia

Policiais civis cumprem 3 mandados de prisões contra autores de homicídio

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Assessoria | Polícia Civil-MT

Três autores de um homicídio ocorrido no município de Sapezal (480 km a noroeste de Cuiabá) foram presos pela Polícia Civil, na manhã desta terça-feira (07.12), na operação “Perséfone” deflagrada para cumprimento de mandados judiciais.

Os dois homens e uma mulher envolvidos no crime tiveram as ordens judiciais decretadas pelo juízo da Comarca local, após investigação da Delegacia de Polícia de Sapezal para elucidar a ocorrência.

O crime que vitimou Junior Cezar dos Santos, 37 anos, ocorreu no dia 06 de outubro no Residencial Papagaio. Na ocasião, um motorista de ônibus foi quem acionou os policiais, quando trafegava pelo local e viu um homem caído em frente ao ferro velho.

O corpo da vítima apresentava perfurações de arma branca, bem como a faca sem cabo estava cravada em seu pescoço.

Durante as diligências para apurar o homicídio, os investigadores conseguiram identificar os três participantes, sendo dois homens e uma mulher a qual é dona de duas casas noturnas na cidade de Sapezal.

Diante os indícios de autoria, a Polícia Civil representou pelas prisões dos investigados, que foram deferidas pela Justiça. De posse dos mandados, a equipe realizou as prisões dos três envolvidos na manhã desta terça-feira (07).

Eles conduzidos até a Delegacia de Polícia, onde foram interrogados e após as providências cabíveis foram apresentados e colocados à disposição do Poder Judiciário.

Nome da operação:

Perséfone: O nome da ação foi em alusão a deusa do submundo dos mortos, Perséfone, deusa da terra e da agricultura na mitologia grega, foi a única filha de Zeus e de Demeter. Na mitologia grega depois também ficou conhecida como a rainha do mundo infernal, ela ficava vigiando as almas e sabia os segredos das trevas.

Fonte: PJC MT

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Polícia

Polícia Civil cumpre 42 mandados contra grupo envolvido com tráfico de drogas e comércio de armas no noroeste de MT

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Assessoria/Polícia Civil-MT

Quarenta e dois mandados judiciais, sendo 19 de prisão preventiva e 23 de busca e apreensão, foram cumpridos pela Polícia Civil, na manhã desta terça-feira (07.12), na operação Sparsum, deflagrada para desarticular uma associação criminosa envolvida com crimes de tráfico de drogas e comércio de armas nos municípios de Juína e Aripuanã (735 km e 1.002 km a noroeste de Cuiabá). 

No total, 18 pessoas foram presas, três flagrantes foram lavrados, além da apreensão de armas de fogo, munições, drogas, dinheiro e apetrechos relacionados ao tráfico. As ordens judiciais foram cumpridas nas cidades de Aripuanã, Tangará da Serra, Rondonópolis, Alta Floresta e Juína.

A operação foi deflagrada com base nas investigações da Delegacia de Aripuanã que identificaram suspeitos de praticarem uma série de ações criminosas na região noroeste do estado, como o fornecimento, distribuição e venda drogas, armas de fogo e munições, atuando no narcotráfico em Aripuanã, região e na Vila do Garimpo

As investigações apontaram que os suspeitos faziam parte de uma rede criminosa responsável por uma intensa atividade criminosa envolvendo a prática de crimes de tráfico de drogas, associação para tráfico de drogas e comercialização ilegal de armas de fogos, estando a organização dividida em três grupos (Núcleo de fornecimento; Núcleo de distribuição e Núcleo de varejo/outros).

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Philipe de Paula da Silva Pinho, os suspeitos se organizavam de modo a preencher os três setores da comercialização de entorpecentes e, agindo dessa maneira, coletivamente, mas sem hierarquização e centralização de atividades, conseguindo se manter ao largo das investigações policiais.

“A atuação descentralizada e rotativa permitiria uma rápida e eficiente troca de parcerias e atividades criminosas entre os agentes, que todavia, foram identificados pelos mencionados núcleos principais de suas atuações”, disse o delegado.

Além da atuação centrada no tráfico de drogas, o grupo praticava crimes de outras naturezas graves, desde comércio de armas até ameaças e aparentes ações violentas, com uso de arma de fogo, aos usuários que adquiriam entorpecentes e não pagavam.

Fonte: PJC MT

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