conecte-se conosco

  • banner_Lorenzetti_1250x250

Saúde

Surto de salmonela atinge 37 estados dos EUA

Publicado


source
EUA enfrentam surto de salmonela
Pixabay

EUA enfrentam surto de salmonela

Os Estados Unidos enfrentam um surto de salmonela em cerca de 37 estados. Segundo as autoridades federais de saúde, mais de 600 pessoas já adoeceram pela bactéria. A suspeita é de que as infecções estejam relacionadas a vários tipos de cebolas importadas.

“Dados epidemiológicos e de rastreamento mostram que uma fonte de infecções neste surto são cebolas roxas, brancas e amarelas importadas de Chihuahua, no México, e distribuídas nos Estados Unidos pela ProSource Inc”, informou o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) em um comunicado.

Muitos dos infectados comeram cebolas em um mesmo restaurante, segundo entrevistas conduzidas pelo CDC. O número de pessoas e estados afetados pode ser maior que relatado.

Segundo a agência, “isso ocorre porque muitas pessoas se recuperam sem atenção médica e não são testadas para salmonela”.

Os sintomas da salmonela incluem diarreia com sangue, febre alta, vômitos e desidratação, que aparecem de seis horas a seis dias após a infecção. O CDC investiga se outras cebolas e fornecedores podem estar ligados ao surto.

Fonte: IG SAÚDE

Comentários Facebook

Saúde

CoronaVac: doses paradas estão em negociação para uso internacional

Publicado

por


source
CoronaVac: doses paradas estão em negociação para uso internacional
Divulgação/Governo do Estado de São Paulo

CoronaVac: doses paradas estão em negociação para uso internacional

As 15 milhões de doses de  vacina CoronaVac paradas no  Instituto Butantan podem ter destino internacional. É o que explicou o diretor da instituição, Dimas Covas. De acordo com ele, há negociações de distribuição para países das Américas e da África.

“Estamos em negociação com outros países, inclusive em uma conversa para o fornecimento à Organização Panamericana de Saúde, por meio do mecanismo Covax (ligado à OMS), e, com esse problema todo na África, estamos vendo a possibilidade de usar essas vacinas lá”, disse.

O diretor explicou que aguardava a resposta do Ministério da Saúde para saber do interesse em receber esse pacote adicional de imunizantes — o Butantan já forneceu 100 milhões de doses desta vacina ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) desde janeiro — mas a resposta foi negativa.

Dimas Covas afirmou, porém, que atualmente há dificuldade de comercialização da vacina para países vizinhos. Segundo ele, as nações têm dificuldade em arcar com os custos da vacina. Daí a necessidade de incluir a CoronaVac no mecanismo Covax Facility, uma aliança de distribuição de imunizantes ligada à Organização Mundial da Saúde.

“Acho um erro, oficiamos (a disponibilidade em oferecer as doses) e recebemos a resposta ontem que não havia interesse. É a vacina mais usada no mundo, hoje o presidente da Sinovac adiantou que cerca de 2 bilhões de unidades dessa vacina já estão em uso”, afirmou Covas.

Leia Também

Em nota enviada à reportagem, o Ministério da Saúde informou que contará, no ano que vem, “com um saldo remanescente de 134 milhões de imunizantes de 2021, somada à aquisição de 100 milhões de doses da Pfizer e 120 milhões de AstraZeneca. Essas duas vacinas foram escolhidas por terem o registro definitivo na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a aprovação por parte da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec)”.

Leia Também

Sobre o registro — que é a aprovação definitiva da Anvisa aos fármacos em geral — Dimas Covas diz que o interesse do instituto é entrar com o pedido junto à agência ainda no final deste ano. Porém, ele defende que a vacina deveria ser considerada mesmo com liberação de uso emergencial, que é temporária.

“É uma desculpa para não incorporar (a vacina ao PNI). Como quem não incorporou em agosto, em setembro do ano passado. Agora tem uma nova justificativa. A vacina está autorizada para uso emergencial enquanto durar a pandemia. A pandemia não acabou e não vai acabar ano que vem, é apenas retórica do Ministério da Saúde para justificar a sua escolha”, aponta o diretor do Butantan.

Por conta dessa falta de demanda nacional, o Butantan está desde o final de outubro sem produzir novas doses. As 15 milhões de doses ociosas foram envasadas em agosto deste ano e, portanto, têm validade prevista para até 12 meses após essa data.

Fonte: IG SAÚDE

Continue lendo

Saúde

Conitec vai discutir contraindicação de kit Covid para tratar doença

Publicado

por


source
Conitec vai discutir contraindicação de kit Covid para tratar doença
Samir Jana/Hindustan Times/Getty Images

Conitec vai discutir contraindicação de kit Covid para tratar doença

A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) delibera nesta terça-feira sobre o relatório que não recomenda o  uso do kit Covid em pacientes ambulatoriais, isto é, que não estão internados. Entre os medicamentos, estão cloroquina, hidroxicloroquina, ivermectina e azitromicina, comprovadamente ineficazes contra o coronavírus. A reunião extraordinária está marcada para ocorrer nesta tarde, das 14h às 17h.

Outro ponto a ser debatido é o resultado da consulta pública ao parecer, finalizada em 25 de novembro. Com 2.181 páginas, o documento traz contribuições da sociedade civil ao tema.

O relatório, intitulado “Diretrizes Brasileiras para Tratamento Medicamentoso Ambulatorial do Paciente com Covid-19”, elabora que poucas medicações são efetivas no tratamento contra a Covid-19 para pacientes ambulatoriais, exceto os remédios de anticorpos monoclonais.

”Poucas terapias medicamentosas mostraram-se eficazes no tratamento ambulatorial de paciente com covid-19. À exceção dos anticorpos monoclonais que apresentaram algum benefício, outras terapias não mostraram benefício significativo na prevenção de desfechos clinicamente relevantes, como necessidade de hospitalização, evolução para ventilação mecânica e mortalidade. Banlanivimabe + etesivimabe, casirivimabe + imdevimabe, regdanvimabe e sotrovimabe sugerem benefício clínico em pacientes com alto risco de progressão para doença grave, contudo não é possível realizar a recomendação a favor do uso destes medicamentos no momento devido a seu alto custo, baixa experiência de uso, incertezas em relação à efetividade e a sua indisponibilidade no sistema de saúde”, esclarece documento.

Fonte: IG SAÚDE

Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Política MT

Mais Lidas da Semana