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Sunaika Bruna mostra mensagens de ódio na gravidez: “Tomara que perca”

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Sunaika Bruna
Reprodução/Instagram

Sunaika Bruna


Sunaika Bruna usou os seus stories para mostrar uma mensagem enviada por uma seguidora que desejava que ela perdesse o bebê. Bruna, que está quase no quarto mês de gestação, vem recebendo com frequência esse tipo de comentário. A influenciadora é casada com Lucas Lira, que contou ao seguidores sobre a gravidez da esposa no início de julho.

“Às vezes eu sumo daqui do Instagram. E é por conta de um tipo de mensagem dessa. Dói muito alguém querer o mal de um ser tão inocente que é o meu filho. Desde que contamos da gravidez eu tenho recebido esse tipo de comentário e eu juro que eu tento não me abalar. Mas tem horas que não dá! Eu bloqueio, restrinjo, mas mesmo assim é dificil. Tem certos tipos de pessoas que são podres. E essa aí é uma delas”, escreveu a influenciadora, mostrando mensagens que recebeu de um mesmo usuário. Em resposta a um stories que ela postou da barriga, a pessoa dizia “tomara que perca”, seguido por “eu te odeio”.

Fonte: IG Mulher

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Atriz de Harry Potter revela que foi estuprada aos 14 anos por treinador

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Jessie Cave, que interpretou a personagem Lilá Brown nos filmes da saga “Harry Potter”, revelou ter sido estuprada por seu treinador de tênis quando tinha 14 anos. Hoje com 33 anos, a atriz lançou um podcast chamado “We Can’t Talk About That Right Now” com sua irmã, a também atriz Bebe, de 23 anos. 

Jessie Cave interpretou Lilá Brown em
Reprodução

Jessie Cave interpretou Lilá Brown em “Harry Potter”


Durante o último episódio do programa, as irmãs estavam falando sobre a adolescência e início da vida adulta delas. “Lembro que tivemos uma briga muito, muito ruim uma vez, quando tentamos descobrir quem tinha a adolescência mais difícil”, comentou a caçula. Jessie respondeu: “Quer dizer, vamos, fui estuprada. Ganhei”. Bebe disse: “Isso é uma espécie de trunfo neste ponto e você apela”. “É, eu apelo”, respondeu Jessie.

“Eu usei aparelho por cinco anos, tive acne quando estava terminando minha adolescência … Fiz limpeza de pele durante toda a escola e, apenas quando as coisas deveriam estar melhorando, aí é que ficou ruim”, comentou Babe. Jessie respondeu: “Para ser justa, acne e aparelho são ruins, mas acho que estupro aos 14 anos é muito pior. Por seu treinador de tênis, em alguém em quem você confiava, que estava em uma posição de poder”.

“Bom, pelo menos você era atleta e tinha pernas boas”, descontraiu Babe. “É verdade, eu estava em forma e era muito hábil com uma bola de tênis. Mas ainda assim ele se aproveitou de mim, mas ele foi preso, então está tudo bem”, respondeu a atriz de “Harry Potter”. “Meu estupro significou que eu tive uma adolescência completamente diferente e início dos vinte anos para você, porque, em retrospecto, eu ainda estava me recuperando e minha jornada sexual, em um caminho completamente anormal em relação ao seu”, completou.

“Acho que ainda há consequências desse período de tempo que só estou percebendo 18 anos depois e, na verdade, quanto mais tempo eu tenho longe disso – isso vai soar horrível – mas me sinto com muita sorte nisso várias maneiras”, afirmou a Jessie, mostrando que não guarda grandes traumas do abuso.

“Isso não me destruiu, e acho que é algo que as pessoas não falam o suficiente sobre abuso sexual e trauma. Há algumas pessoas que ficam bem depois, há algumas pessoas que usam e encontram uma maneira de viver com isso e definitivamente não são definidas por isso”, completou a atriz, que já havia falado sobre em seus shows stand-up, mas sem entrar em detalhes sobre o estuprador.

Fonte: IG Mulher

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Professora de História viraliza com aula inovadora onde faz “maquia e revisa”

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A historiadora Keilla Vila Flor Santos, 24 anos, viralizou no Twitter ao compartilhar um método inusitado na hora de revisar o conteúdo com os alunos. Ela adaptou o clássico “maquia e fala” das blogueiras – no qual elas aparecem se maquiando e conversando com o público – e fez um “maquia e revisa”. “Deixei os alunos escolherem o que eu ia usar enquanto eu revisava Renascimento, Reforma Protestante e Absolutismo Monárquico”, escreveu em sua conta no Twitter. 

mulher maquiada
Reprodução/Twitter

Keilla Vila Flor Santos é professora de História em Brasília

Em entrevista ao Delas, Keilla conta que a ideia surgiu da necessidade de se reinventar diante do cenário de ensino remoto . “Nós estamos tendo aulas remotas por videoaulas e lives há mais de cinco meses. Nem eu, professora, nem eles, os alunos (as/es) aguentamos mais. Eu não tenho a menor dúvida de que continuar nesse sistema remoto é a melhor opção até que exista uma vacina para a Covid-19, mas se faz necessário dinamizar as formas de dar aula”, pontua. 


Apesar do momento pedir inovação na hora das aulas, Keilla fala que nem sempre é fácil. “Nesse ensino remoto a minha criatividade tem andado em baixa. O isolamento está mexendo com todos nós. Eu tenho tentado fugir do tradicional, mas é muito difícil”. Ela conta que ao lembrar do conteúdo feito pelas blogueiras, teve a ideia de adaptar para a sala virtual. “Fui tirando as dúvidas dos alunos quanto à matéria da prova que eles terão na semana que vêm”. 

A receptividade dos alunos não poderia ser melhor. A professora de História conta que eles amaram a ideia e estudantes de outras turmas já pediram para ela fazer o mesmo. “Acho que foi a aula mais divertida desse ensino remoto emergencial. Quando eu errava a maquiagem todos ríamos. Além disso, eles se mantiveram atentos à explicação do conteúdo fazendo perguntas muito boas sobre a matéria que não tinham sido feitas quando eu estava explicando o conteúdo de maneira tradicional”, observa. 

Além do “maquia e revisa”, Keilla já organizou uma aula-debate em que os alunos deveriam debater entre eles o conteúdo da aula. Ela conta que o método também foi interessante para deixar o aprendizado mais dinâmico e sair do tradicional. “Para dinamizar a rotina, alguns colegas de trabalho já deram aulas fantasiados e pediram para os alunos se fantasiarem também e foi um sucesso. Outro colega me conta que sempre começa a aula com uma trilha sonora que combine com o tema ou com algo que tenha acontecido na semana, então a aula já começa num ritmo animado”. 

“Eu tento pensar em trabalhos nos quais eles utilizem os meios digitais para realizá-los. Então peço como trabalho a confecção de cartilhas digitais, vídeos, podcasts e os alunos têm me apresentado trabalhos fantásticos!”, finaliza.

Fonte: IG Mulher

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