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SUÍNOS/CEPEA: Baixa oferta e exportação firme elevam preços

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Cepea, 16/5/2019 – No correr de 2019, dois fatores têm contribuído para que os preços praticados na cadeia suinícola se mantenham em patamares bastante superiores aos registrados no ano passado: a produção de suínos mais ajustada frente à de 2018 e o aumento contínuo das exportações. Segundo colaboradores do Cepea, essa conjuntura, além de impulsionar os valores da carne no mercado interno, também tem elevado os preços do animal, desde o leitão até o suíno pronto para abate. No Oeste Catarinense, o suíno vivo, posto no frigorífico, é negociado ao preço médio de R$ 3,89/kg na parcial deste mês (até o dia 15), avanço real de 32% frente ao mesmo período do ano passado. Em Erechim (RS), no mesmo comparativo, a alta no preço do animal vivo foi de 34%, com valor médio de R$ 4,09/kg na parcial deste mês. Quanto ao mercado de carnes, no atacado da Grande São Paulo, o quilo da carcaça especial suína teve valorização real de 30,2% na parcial deste mês frente ao mesmo período do ano passado, com negócios na média de R$ 6,59/kg (valores deflacionados pelo IPCA de abril/19). Para a carcaça comum, no mesmo comparativo, a alta foi de 31,2%, a R$ 6,34/kg na parcial de maio. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: CEPEA
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Mapa lança nova página do Programa de Controle da Raiva dos Herbívoros

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) lançou nesta segunda-feira (23) nova página do Programa Nacional de Controle da Raiva dos Herbívoros (PNCRH) para mostrar a importância e a necessidade de controle da enfermidade.

A nova página marca também o Dia Mundial de Luta Contra a Raiva, celebrado no dia 28 de setembro. A data foi instituída em 2007 em homenagem a Louis Pasteur, que desenvolveu a primeira vacina eficaz contra a doença.

A página ficou mais atrativa visualmente com a inserção de imagens e textos explicativos. Pelo site, o usuário pode acessar a página do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), que leva a informações sobre a raiva dos herbívoros.

Outras informações disponíveis são como deve ser feita a notificação dos casos, os endereços dos locais de notificação e um mapa com os endereços e os contatos das Superintendências Federais da Agricultura nos estados e dos serviços veterinários estaduais. São informadas ainda as medidas a serem adotadas em caso de suspeita de raiva e os locais para onde devem ser encaminhadas as amostras para o diagnóstico da doença.

O que é a raiva?

A raiva dos herbívoros é registrada o ano todo no meio rural. É transmitida pelo morcego hematófago, que ataca os animais (bovinos, suínos, equinos, caprinos e ovinos).  Alguns dos sinais mais comuns da doença são paralisia do animal, isolamento (se afasta do rebanho), aumento da sensibilidade, salivação abundante e dificuldade de engolir. 

A raiva em áreas urbanas é transmitida ao homem pela mordedura de cães e gatos infectados por morcegos ou outros animais silvestres. Ambas são letais em praticamente 100% dos casos. 

O que é o programa contra raiva? 

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Os principal objetivo é reduzir a prevalência da doença entre herbívoros domésticos. A linha de trabalho segue o conceito de saúde única, que é a integração entre a saúde humana, a saúde animal, o ambiente e a adoção de políticas públicas efetivas de prevenção e controle de enfermidades nos níveis local, regional, nacional e global, em conjunto com os ministérios da Saúde e do Meio Ambiente.

Outros objetivos são: a vigilância ativa nas áreas de maior risco; investigação dos casos suspeitos em herbívoros domésticos (coelho, porquinho da Índia, chinchila e outros) e morcegos; diagnóstico laboratorial dos casos suspeitos; vacinação dos animais domésticos e monitoramento dos morcegos hematófagos.


Informações à imprensaCoordenação-Geral de Comunicação Social
Janete Lima
[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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Primavera começa com temperaturas acima da média e pouca chuva, aponta Inmet

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primavera começou nesta segunda-feira (23), às 4h50, e a previsão é que a estação chegue com temperaturas acima da média climatológica e poucas chuvas na maior parte do país, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Foto: DS

Os termômetros deverão registrar temperaturas de 1°C a 1,5°C acima da média – isso significa ter dias com temperaturas bem altas, e outros com temperaturas mais baixas ou dentro da média, o que na variação entre os três meses chega à elevação prevista, afirma o chefe da previsão do tempo do Inmet, Francisco de Assis Diniz.


Chuva na primavera

A primavera deverá ter menos chuvas do que o normal para a estação, de acordo com Diniz. Em Goiás, parte do Mato Grosso e em Minas Gerais, as chuvas deverão ser irregulares e um pouco abaixo da média climatológica. A estação se estende até o dia 22 de dezembro, quando começa o Verão, à 1h19.

Fim do inverno com recorde de calor

Na segunda-feira (16), Cuiabá chegou a registrar a maior temperatura em 108 anos – foram 42,3°C. Desde 1911 até agora, o último recorde foi de 42,2°C, em 1940.

Fonte: G1

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