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Street Fighter 6 causa polêmica por causa de logotipo “copiado”

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Logo de Street Fighter 6 pode ter sido copiado de depósito da Adobe
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Logo de Street Fighter 6 pode ter sido copiado de depósito da Adobe

Street Fighter 6 mal foi anunciado e já apresenta sua primeira polêmica: o logo. O símbolo que carrega o nome do jogo foi recebido com certa estranheza pelos fãs, justamente por ser bem diferente dos anteriores. Isso acendeu uma série de debates, até que alguns usuários do Twitter descobriram que a marca foi inspirada por outra muito parecida que está disponível no site da Adobe.

“O novo logotipo do Street Fighter 6 custa US$ 80 no site da Adobe Stock”, escreveu Aurich Lawson, diretor criativo do site Ars Technica. “Eu nem sei o que dizer. Eu sabia que era genérico, mas não sabia que era tão ruim. Eles procuraram por ‘SF’ em um site de logos, arredondaram alguns cantos e adicionaram o 6”, complementou.

A informação não foi confirmada pela Capcom, mas é bem possível que seja realidade. As duas imagens se parecem bastante, tendo apenas cores diferentes e a ausência do número seis em uma delas, como é possível ver mais acima.

Muita gente aproveitou para criticar o uso simplista e que toma como base um design mais limpo, sem o estilo “grafite de rua” que acompanhava os jogos anteriores. Há quem diga que foi um completo desastre:

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Designer tenta explicar

Draco, ou Dracoimagem, é um ilustrador e designer brasileiro que tentou explicar em seu Twitter como pode ter funcionado a mente dos designers da Capcom na hora de bolar o símbolo de Street Fighter 6.

“O principal ponto que me chama atenção nessa mudança é a quebra com a linha visual das versões anteriores. A primeira coisa que eu notei é que abandonaram a numeração romana tão característica, e o SFVI vira SF6. Motivos?”, levanta o questionamento.

“Além de mudarem a grafia do número, o logo agora é uma monograma… E ai é que começa o problema. Não em ser um monograma em si, mas em como ele foi executado”, disse. Ele também compara com o concorrente, Mortal Kombat 11, que usa um monograma, mas de maneira mais bem executada.

Ele também lista possíveis motivos para a mudança, que podem ter relação com a nova abordagem da série. “Alguns grafismos que dão um tom mais tech. Afasta do visual das ruas, mas aproxima dos esportes de arena. Como NBA e UFC. Pode ser um indicativo de que a história jogo caminha pra uma linha de torneio mais in door e menos street. O que pode ser uma estratégia pra fomentar torneios”, complementou.

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Por mais segurança, Google esconde apps antigos na Play Store

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Para deixar Android mais seguro, Google esconde apps antigos na Play Store
Giovanni Santa Rosa

Para deixar Android mais seguro, Google esconde apps antigos na Play Store

As atualizações de aplicativos são super importantes. Além de trazer novos recursos, os desenvolvedores implementam melhorias no software para garantir mais segurança aos usuários e solucionar bugs. E é por isso que o Google vai começar a restringir os apps antigos ou abandonados para Android na Google Play Store.

A mudança foi anunciada em um blog da companhia nesta quarta-feira (6). Na publicação, o Google reforçou que já exige que os novos aplicativos submetidos à loja apontem para um nível de API dentro de um ano após o lançamento mais recente. Mas a empresa pretende redobrar este cuidado para tornar o Android mais seguro.

“Hoje, como parte das atualizações de política mais recentes do Google Play, estamos tomando medidas adicionais para proteger os usuários contra a instalação de aplicativos que podem não ter os recursos de privacidade e segurança mais recentes, expandindo nossos requisitos de API de nível de destino”, anunciaram.

Android: apps antigos serão limitados na Play Store

A alteração aponta diretamente para o nível de API do aplicativo. Ao preparar um aplicativo para o sistema, é preciso indicá-lo para um nível de API. É através desse elemento que o desenvolvedor informa sobre como o app é executado em diferentes versões do Android, segundo um documento do Google.

Cada versão do sistema operacional possui um nível diferente. Por exemplo, o Android 11 é identificado pela API de nível 31 enquanto o Android 10 traz o nível 30. Ou seja, o nível aumenta a cada nova versão do software – mas, claro, há exceções para esta regra.

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E é a partir desse elemento que o Google vai limitar aplicativos antigos. Segundo a publicação, se os apps existentes não segmentarem um nível de API “dentro de dois anos a partir da versão principal do Android mais recente”, o software ficará restrito na loja. Assim, se o celular tiver versões do sistema superiores ao nível da API de destino dos aplicativos, o usuário não poderá encontrá-los ou instalá-los.

Aatualmente, estamos no Android 12, que utiliza a API de número 31. Isto significa que se o seu celular estiver atualizado, o bloqueio não será aplicado aos apps que apontem para o Android 10 (nível 29) e Android 11 (nível 30). O diagrama abaixo também exemplifica isso:

Apps terão que atingir nível de API dos últimos dois anos para serem amplamente exibidos na Play Store
Reprodução/Google

Apps terão que atingir nível de API dos últimos dois anos para serem amplamente exibidos na Play Store

A regra está prevista para entrar em vigor em 1º de novembro de 2022. Mas é importante ressaltar que a política não vai impedir que usuários de versões antigas do sistema instalem apps pela Play Store. O Android Police também observa que, se você usa um celular com Android 9 Pie (nível 28), ainda será possível encontrar apps para o nível 28, por exemplo.

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Primeiro tweet da história está à venda de novo via NFT, por US$ 48 mi

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Primeiro tweet da história está à venda de novo via NFT, por US$ 48 mi
Pedro Knoth

Primeiro tweet da história está à venda de novo via NFT, por US$ 48 mi

Uma cópia do primeiro tweet já escrito na história está à venda de novo via NFT. A publicação havia sido vendida  inicialmente em março do ano passado para o presidente da Bridge Oracle, provedora de serviços de blockchain, Sina Estavi, por US$ 2,9 milhões. Agora, ele está a revendendo por US$ 48 milhões, 16 vezes o valor que pagou.

O tweet é de autoria do fundador do Twitter, Jack Dorsey, que deixou o cargo de CEO da empresa em novembro do ano passado. “só estou configurando o meu twttr”, diz o post feito em 2006.

A venda será feita pela OpenSea, plataforma de negociação de ativos digitais. NFTs são tokens não-fungíveis, uma espécie de certificado digital que atesta a originalidade de um determinado bem.

Estavi anunciou a venda desse tweet por 14.969 Ethereum (ETH), segunda criptomeda mais valiosa do mundo.

Ele prometeu destinar 50% do lucro para a GiveDirectly, uma instituição de caridade que doa dinheiro a pessoas em situação de pobreza. É a mesma organização que Dorsey prometeu apoiar quando vendeu seu primeiro tweet no ano passado.

Jack Dorsey respondeu à publicação questionando: “por que não [doar] 99%?”, marcando no comentário também a GiveDirectly e o bilionário Elon Musk,  que recentemente foi indicado a membro do Conselho de Administração do Twitter.

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