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Saúde

SP: Vacina só deve diminuir casos e mortes por Covid-19 em seis meses

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Jean Gorinchteyn, secretário da Saúde do governo de São Paulo
Divulgação/Governo do Estado de São Paulo

Jean Gorinchteyn, secretário da Saúde do governo de São Paulo

A vacinação iniciada neste domingo (19) com a CoronaVac traz esperança à população, mas não significa que automaticamente a pandemia vá arrefecer. Segundo o Secretário de Saúde de SP, Jean Gorinchteyn, o efeito da imunização só deve ser percebido em cerca de seis meses.

“Para a gente ter um impacto real da vacinação, nós precisaríamos já estar vacinando grupos vulneráveis. Entende-se que, hoje, vacinar os profissionais da saúde, que muitas vezes são profissionais de idade até não tão avançado, é uma garantia de assistência à saúde, para que a gente não perca essa força motriz na assistência, principalmente num momento em que a amplitude sem número de casos e internações é maior “, disse o secretário à Folha.

“Por outro lado, mesmo que a gente hoje vacinasse todos os idosos de forma abrupta, acima de 60 anos, nós teríamos 10% da nossa população imunizada. A gente veria o impacto disso de dois a três meses, sem número de internações e gravidade de doença, só. Mas, infelizmente, vamos começar ainda de uma forma muito lenta e gradual. Portanto, talvez a gente cosmético a ter alguma sensibilidade daqui a uns 6 meses “, continuou.

Por isso, especialistas recomendam que as medidas de isolamento social e o uso de máscara devem ser continuados ao longo deste ano de 2021. O Plano de Imunização deve seguir pelo menos até 2022 para que toda a população seja imunizada.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Laboratório faz pedido de uso emergencial da Covaxin no Brasil

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Vacina Covaxin, desenvolvida pelo laboratório Bharat Biotech
Divulgação/Bharat Biotech

Vacina Covaxin, desenvolvida pelo laboratório Bharat Biotech

O laboratório Precisa Medicamentos enviou nesta segunda-feira (8) à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a documentação para fazer o pedido de uso emergencial da Covaxin , vacina desenvolvida pela farmacêutica indiana Bharat Biotech .

“A Precisa Medicamentos apresentou à Anvisa a documentação para o pedido de liberação para uso emergencial da vacina Covaxin, produzida pelo laboratório indiano Bharat Biotech, de quem a Precisa é representante e distribuidora exclusiva no país”, diz a nota do laboratório.

Ainda segundo o documento, “estudos de fase 3 mostram que a vacina é 81% eficaz, e os anticorpos induzidos pela aplicação podem neutralizar cepas variantes”.

Em fevereiro, o Ministério da Saúde anunciou a assinatura de contrato com a Precisa Medicamentos para a entrega de 20 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 entre março e maio. A confirmação do uso do imunizante do Brasil, porém, só poderá ocorrer a partir da autorização da Anvisa.

Por meio de nota, a agência afirmou que vai se reunir nesta terça-feira (9) com representantes do laboratório responsável pela Covaxin para tratar da submissão prévia.

De acordo com a Anvisa, ainda não houve pedido de uso emergencial da Covaxin no Brasil e por isso não há prazo em andamento para a análise desta vacina. A reunião de submissão prévia está prevista no Guia de Uso Emergencial. Ela é feita antes do pedido de uso emergencial de vacinas e serve para avaliar se já há dados suficientes para que o laboratório faço o pedido de uso emergencial.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

“Vacina israelense também está na mira”, diz Bolsonaro sobre possível acordo

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O presidente disse que
Reprodução/CNN Brasil

O presidente disse que “a vacina israelense também está na mira”

No fim da tarde desta segunda-feira (08), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse que está fazendo acordos com  Israel e que “a vacina israelense também está na mira”, em conversa com a imprensa, em frente ao Palácio do Planalto.

“A questão das vacinas, nós levamos uma pessoa [a Israel ] do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações para tratar dessas vacinas nossas com eles. Eu falei que da minha parte, eu não quero reserva de nada lá, nós estamos preocupados em ter a patente de algo tão vital para a humanidade. Trocar informações, passar o que for possível para eles, receber também… E a vacina israelense também está em nossa mira, talvez viemos a fazer um acordo com eles também”, disse o presidente.

Na ocasião, Bolsonaro disse que a Coronavac, vacina da chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, também está avançada, mas que a parceria com Israel seria benéfica em caso de variação das cepas da Covid-19 .

“A nossa [vacina] também está um pouco avançada, está na segunda fase ainda, mas está um pouco avançada. Com esse acordo com Israel, com essa parceria, podemos agilizar também a vacina brasileira, que seria, no meu entender e no entender do pessoal da ciência e tecnologia, muito bom, porque no caso de variação de cepas, nós podemos alterar a vacina aqui no Brasil mesmo”, completou Bolsonaro.

Em conversa com a imprensa, o presidente também celebrou o avanço das negociações com a farmacêutica Pfizer e disse que conseguiu antecipar a vinda dos imunizantes.

Fonte: IG SAÚDE

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