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SOJA/CEPEA: Liquidez é baixa e cotações recuam

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Cepea, 26/11/2018 – As cotações internas da soja em grão se enfraqueceram nos últimos dias, diante de uma demanda arrefecida. Segundo colaboradores do Cepea, compradores se mostram estocados e, por isso, estão fora de mercado para novas aquisições. Vendedores também não demonstram interesse em negociar o remanescente da safra 2017/18, uma vez que consideram baixos os preços atuais. Além disso, produtores estão focados no semeio e nos tratos culturais das lavouras da temporada 2018/19, deixando a comercialização de lado. Os prêmios de exportação também seguiram em queda por mais uma semana, refletindo a possibilidade de retomada das negociações entre Estados Unidos e China e também a expectativa de maior oferta na América do Sul no primeiro semestre de 2019, o que limitou ainda mais as negociações no mercado doméstico. Entre 16 e 23 de novembro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa da soja Paranaguá (PR) recuou 1,6%, a R$ 83,24/saca de 60 kg na sexta-feira, 23. No mesmo comparativo, o Indicador CEPEA/ESALQ Paraná teve queda de 1,1%, a R$ 77,62/sc de 60 kg no dia 23. As baixas só não foram mais expressivas devido à valorização de 2,1% do dólar no período, que fechou a R$ 3,81 na sexta, 23. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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Feira nos Emirados Árabes pode render US$ 20 milhões em novos negócios

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O Brasil participa pela segunda vez consecutiva com um pavilhão organizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com o apoio do Ministério das relações Exteriores (MRE) e da Câmara de Comércio Árabe Brasileira (CCAB), da 9ª edição da SIAL Middle East, uma das principais feiras de alimentos e bebidas do Oriente Médio. A ferira começou na segunda-feira (10), na cidade de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos.

O Pavilhão Brasil, conta 108 m2 e tem toda a estrutura e serviços de apoio para 14 empresas brasileiras selecionadas a participar do evento. Carne bovina, frutas amazônicas, produtos apícolas, uva, manga, café, biscoitos, balas e confeitos são alguns dos produtos promovidos no evento. O estande brasileiro foi inaugurado pelo vice primeiro-ministro dos Emirados Árabes, Sheik Mansour Bin Zayed Al Nahyan, e pelo embaixador do Brasil em Abu Dhabi, Fernando Luís Lemos Igreja.

Pela primeira vez, o Brasil teve dois produtos selecionados a participar da SIAL Innovation, uma competição para alimentos premium, com a bebida de açaí, da ABN8 Trading e a Tapioca Express, da AE Negócios Internacionais. Esta última foi classificada como finalista e avaliada entre os oito melhores produtos da feira.

As estimativas para os primeiros dias do evento, segundo os expositores brasileiros, confirmam os números da edição passada de fechamento de negócios em torno de US$ 20 milhões.

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No ano passado, o evento reuniu mais de 20 mil visitantes de 90 nacionalidades, 950 expositores de 47 países e mais de 30 pavilhões nacionais. Os Emirados Árabes funcionam como um importante centro de distribuição para toda a região. Na última edição, de acordo com dados fornecidos pelos próprios expositores brasileiros presentes, a expectativa inicial em novos negócios para os 12 meses subsequentes à realização da feira foi estimada em mais de US$ 20 milhões.

Em outubro deste ano, o Mapa também participou da Agriscape, feira internacional voltado a investimentos agrícolas, em Abu Dhabi. Na oportunidade, foi apresentado um portfólio de projetos agrícolas brasileiros abertos a investidores estrangeiros. A missão feira pretende, paralelamente, também retomar os contatos feitos naquela ocasião.

 

Mais informações à ImprensaCoordenação Geral de Comunicação Social
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Sistema de poda e tutoramento aumenta produtividade do cacau

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Pesquisadores do Centro de Pesquisa do Cacau da Ceplac testam técnica de poda e tutoramento que aumenta o número de plantas por hectare e, consequentemente, a produtividade. Os pesquisadores obtiveram resultados favoráveis com o uso da técnica no cacaueiro, também conhecido como sistema candelabro pela aparência que a planta apresenta.

Este sistema de manejo, desenvolvido no semiárido da Bahia, permite o gerenciamento da planta buscando o equilíbrio entre a parte vegetativa e a parte frutífera da planta.

De acordo com os pesquisadores do centro, George Andrade Sodré e José Basílio Vieira Leite, este manejo tem se mostrado adequado para plantas de pequeno porte, com plantio com densidade acima de 1.600 plantas por hectare.

O cultivo candelabro, de acordo com os pesquisadores, apresenta potencial para a produção intensiva comercial de cacaueiros. Entretanto, necessita ser validado em áreas maiores e também precisa da realização de estudos de viabilidade econômica, definição de clores, mecanização da poda e outras práticas associadas ao uso do sistema.

Mais informações à ImprensaCoordenação Geral de Comunicação Social
Inez De Podestà
[email protected]

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