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Economia

Sine abre mais de 1.200 vagas de emprego nesta semana

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O painel de vagas do Sistema Nacional de Emprego (Sine-MT) está com 1.201 vagas de emprego abertas nessa semana. As oportunidades estão distribuídas em 27 municípios de Mato Grosso. Os interessados devem procurar a unidade mais próxima de sua residência em Cuiabá e no interior do Estado.

Para os interessados que moram em Cuiabá são 36 vagas disponíveis. O público geral conta com 27 oportunidades de emprego nas áreas de técnicos de alimentos, técnico em segurança do trabalho, atendente de lanchonete, entre outros. Já para o público PCD, são nove oportunidades nas áreas de atendente balconista, atendente de balcão, auxiliar de limpeza e camareira de hotel.

Em Tangará da Serra, são 32 oportunidades disponíveis; 01 eletricista automotivo, 01 serigrafista, 01 supervisor de garantia da qualidade (veterinária ou zootecnia), 04 técnico de enfermagem,
02 costureira de lingerie, 01 vendedor externo, 01 analista de recursos humanos, 01 instalador técnico de internet, 01 montador de móveis, 01 crediário, 02 técnico eletrônico, 05 técnico de enfermagem, 01 mecânico de caminhões, 01 técnico agrícola, 01 vaga para pessoa com deficiência, 01 auxiliar de cozinha, 01 recepcionista noturno, 03 mecânico de motos, 03 auxiliar de mecânico de motos. As vagas estão sujeitas a alteração. Para se cadastrar, o candidato precisa levar ao SINE,  Carteira de Trabalho, RG e CPF.

No município de Lucas do Rio Verde, localizado ao norte do Estado, são oferecidas 194 vagas de trabalho. 50 vagas são para apanhador- na cultura, 35 são para operador de processo de produção, 17 ajudante de cozinha e as demais em diversas áreas.

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Em Diamantino são 150 oportunidades ofertadas. Somente na área de auxiliar de linha de produção são 101 vagas, 32 em operador de máquinas agrícolas, oito, em oficial de serviços gerais de manutenção de edificações, operador de pá carregadeira, entre outros.


Nessa semana, no município de Sapezal as vagas  de trabalho se concentram no setor agrícola. São 62 vagas para operador de máquinas agrícola, 20 operador de máquinas fixas, em geral, 15 auxiliar de linha de produção.

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Economia

Governo processa agências de viagem por escassez de informações sobre a Avianca

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avião da avianca
Divulgação/Avianca Internacional
Em caso de condenação, CVC Brasil, Submarino Viagens e Decolar poderão ser multadas em até R$ 9,7 milhões cada

O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) instaurou, nesta quarta-feira (26), um processo administrativo para investigar se CVC Brasil, Decolar e Submarino Viagens estão comunicando de forma correta os clientes afetados pela crise da Avianca Brasil, em recuperação judicial desde dezembro . O órgão questiona a qualidade e a efetividade das informações fornecidas pelas agências de viagem, além da falta de assistência. 

Se não puderem comprovar a eficácia do serviço que prestaram aos passageiros, as empresas poderão ser multadas em até R$ 9,7 milhões cada em caso de condenação. Após a intimação, as operadoras terão um prazo de dez dias para apresentar suas defesas e serão submetidas à decisão do DPDC, vinculado à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) .

Procurada, a CVC Brasil , que responde pela Submarino Viagens, informou que não recebeu nenhuma comunicação do DPDC. Em nota, a operadora declarou que têm dado todo respaldo necessário aos seus clientes sobre as viagens inicialmente contratadas com a Avianca.

“Devido à interrupção dos voos da Avianca Brasil, estamos atuando em caráter de força-tarefa, por meio da área de Atendimento a Clientes e de equipes de atendimento na rede de lojas em todo o Brasil e equipes de apoio nos aeroportos, auxiliando seus clientes na reprogramação da viagem ou processamento de reembolso”, esclareceu a agência.

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A Decolar sinalizou que também não foi notificada pelo órgão e que tem trabalhado juntamente à Avianca Brasil para “auxiliá-la em suas soluções e reduzir o impacto de suas responsabilidades aos clientes Decolar”.

Fonte: IG Economia
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Economia

Previdência já acumula déficit de R$ 80 bilhões em 2019, diz governo

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previdência
Marcos Corrêa/PR
Déficit global da Previdência para este ano está previsto em R$ 314,9 bilhões, o que corresponde a 4,4% do PIB brasileiro

O Ministério da Economia informou hoje (26) que, de janeiro a maio deste ano, o déficit nas contas da Previdência Social chegou a R$ 80,7 bilhões. O Tesouro Nacional e o Banco Central tiveram, juntos, superávit de R$ 63,3 bilhões. É por causa dessa diferença que as contas públicas do Governo Central – Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social – registraram déficit de R$ 17,4 bilhões no período.

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Já o déficit global da Previdência  para este ano, somando os trabalhadores da iniciativa privada, que se aposentam pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), e os servidores públicos civis e militares será de R$ 314,9 bilhões. O valor representa 4,4% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro.

O governo também divulgou as projeções para a evolução da Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG), cuja trajetória de crescimento começou em 2014 e deve alcançar o pico no atual governo, chegando a 82,2% do PIB em 2022. No ano passado, a dívida ficou em 77,8% e deve encerrar 2019 na casa dos 80%. A trajetória de alta deverá ser revertida a partir de 2023, ficando em patamares próximos de 71% em 2028.

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A média de países emergentes, como o Brasil, é de 50% do PIB. “Se o Brasil fosse um país desenvolvido, uma dívida bruta de quase 80% do PIB não seria tão preocupante. [Mas] Para o grupo de países [de] que nós participamos, [com] que as agências de classificação de risco nos comparam, a nossa dívida está excessivamente elevada”, avaliou Mansueto Almeida, secretário do Tesouro Nacional. 

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Teto de gastos

No caso da regra do teto de gastos , que impõe limite orçamentário para os gastos públicos, o Tesouro Nacional informou que, nos primeiros cinco meses do ano, foi executado um total de 38,2% do valor total previsto, que é de R$ 1,4 trilhão. Entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além do Ministério Público da União, a maioria dos órgãos vem executando o orçamento em valores inferiores ao limite permitido pelo teto.

“No acompanhamento por órgão, que é uma exigência dessa regra, tem órgãos que estão com a execução acumulada, de janeiro a maio, com valor superior ao que ele pode crescer no ano como um todo. Esses órgãos são a Justiça Militar da União e o Ministério Público da União”, disse o secretário de Planejamento Estratégico da Política Fiscal do Ministério da Fazenda, Pedro Jucá.

Regra de ouro

O secretário adjunto do Tesouro, Otávio Ladeira, informou que, após o Congresso Nacional aprovar crédito suplementar no valor de R$ 248,9 bilhões, o governo terá uma folga de R$ 1,8 bilhão neste ano para o pagamento de despesas correntes. Sem esses recursos, o governo descumpriria a chamada regra de ouro .


Parte desse crédito extra, cerca de R$ 171,2 bilhões, foi transferida para pagamento de despesas de 2020, ano para o qual ainda não há recursos em caixa para quitar todas as contas previstas. “Mesmo com a transferência desses R$ 171,2 bilhões de 2019 para 2020, a deficiência que estava sendo observada na regra de ouro em 2019, superior a R$ 100 bilhões, transformou-se em uma suficiência de R$ 1,8 bilhão”, explicou Ladeira.

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Fonte: IG Economia
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