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Economia

Síndicos vão passar por prova de avaliação de desempenho e conhecimento

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Uma nova realidade, que se fortalece pela procura crescente do trabalho na área, vem mudando o cenário na vida dos condomínios, pelos benefícios que agrega. Trata-se da profissionalização dos síndicos; Hoje, de inegável importância para uma uma gestão mais produtiva e que afaste ou minimize de certa forma, questões que poderiam vir a se tornar problemas no futuro.

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Em meio a crise econômica, a inadimplência é o maior problema para muitos síndicos em condomínios
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Em meio a crise econômica, a inadimplência é o maior problema para muitos síndicos em condomínios

Não é à toa, que hoje se privilegia o profissionalismo em detrimento da concepção amadora, porém de extrema boa vontade, em que moradores em sua maioria aposentados, com tempo livre, poderiam administrar o empreendimento como síndicos
.

Mas não podemos desmerecer o trabalho exercido, e não é, de maneira alguma, essa a intenção. Não é desconhecida a dedicação desses administradores, no intuito de realizarem sua função dando o melhor de si. Por outro lado, cabe considerar que esses gestores, geralmente aposentados e com tempo ocioso, o que lhes permitia executar a tarefa, são cada vez em número menor, pois os idosos também mudaram seu ritmo de vida, apostando no esporte, nas atividades culturais e de lazer para investir o tempo livre.

Além do fato de que muitos condomínios transformaram-se em verdadeiros clubes, e que sua gestão depende de conhecimentos cada vez mais abrangentes, com a profissionalização da sindicância, condomínios
e condôminos ganham também em qualidade de vida, à medida em que esses profissionais têm ao seu dispor ferramentas para evitar o descumprimento de normas legais, a desvalorização do patrimônio imobiliário, e para facilitar a solução de dificuldades e conflitos.

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Sem contar outras vantagens obtidas com a profissionalização, tais como criar oportunidades para melhorias internas no condomínio, geração de novas fontes de receita, facilidade em distratar o contrato sem ter que chamar uma assembléia (os contratos de sindicância profissional tem, normalmente, cláusula de rescisão sem ônus), apólice de seguro de responsabilidade civil em nome da empresa de sindicância, conhecimento de “melhores práticas” a serem implantadas, entre outras que culminam em uma gestão
mais transparente, ética e segura.

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Essa nova modalidade, e porque não dizer nova profissão, vem merecendo destaque e  caminhando a passos largos para se tornar quase que imprescindível. Contudo, muito embora seja uma realidade em todo o Brasil, essa profissão ainda não é regulamentada, o que faz com que os cuidados com as contratações sejam estritamente necessários, e se iniciem antes mesmo da contratação, para que não surjam situações que  possam gerar desgastes desnecessários, ou arrependimentos irreversíveis.

Mas como fazer isso? Quais cuidados são esses? Para não haver erro, separamos aqui algumas dicas na hora de contratar um síndico profissional para o seu condomínio:


  1. Certifique-se de que o Síndico tenha conhecimento e capacidade de gestão. Por se tratar de uma nova profissão, é difícil identificar os profissionais capacitados para realizar um trabalho de qualidade. Para solucionar esta dificuldade, indicamos os profissionais com a Certificação Síndico 5 Estrelas, única certificação obtida através de uma prova de proficiência e com  reconhecimento da Fundação Vanzolini, principal certificadora do Brasil, gerida pelos professores da USP.
  2. Procure profissionais modernos, atuais e gabaritados para exercer a função, com conhecimentos em tecnologia, direito, contabilidade e engenharia por exemplo;
  3. Verifique o histórico da Síndico, em quais condomínios atua, procure pedir referências;
  4. Tire uma ficha do candidato e do CNPJ de sua empresa, veja se existem processos, protestos, etc.
  5. Procure saber o número de horas que o Sìndico se dedicará ao seu condomínio, bem como o número de funcionários, horários de atendimento, plantões e quantos condomínios atende, para ter uma idéia geral do nível de comprometimento da mesma;
  6. Abra uma concorrência, escute diversos Síndicos, desconfie de “negócios da china” e fique atento aos detalhes das propostas recebidas;
  7. Verifique se o Sìndico possui seguro de responsabilidade civil e qual a sua cobertura e prêmio.
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A verdade é que não existe segredo para que bons resultados sejam alcançados. O caminho certo e seguro é procurar empresas que ofereçam além do conhecimento adequado, idoneidade e credibilidade com síndicos
. Faça sua analise com calma e procure pesar todos os prós e contras antes de tomar sua decisão, com certeza suas chances de grande sucesso aumentarão consideravelmente.

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Economia

Corpus Christi: bancos fecham hoje, mas reabrem amanhã

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fila do banco
Rovena Rosa/Agência Brasil
Neste feriado, clientes poderão usar canais alternativos para pagar contas e fazer saques, depósitos e transferências

Os bancos não funcionam nesta quinta-feira (20), ponto facultativo em razão do dia de Corpus Christi. O atendimento bancário volta ao normal na sexta-feira (21), com agências abertas ao público das 11h às 16h.

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A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informou que os clientes poderão usar canais alternativos para pagar contas e fazer saques, depósitos e transferências, como caixas eletrônicos e atendimento por telefone e internet.

As contas que vencem hoje poderão ser pagas, sem multa, na sexta-feira, próximo dia útil.


Segundo o diretor adjunto de Operações, Walter Tadeu de Faria, a população não ficará sem serviços bancários. “Caixas eletrônicos vão funcionar normalmente, para o fácil acesso do consumidor ”, comentou.

Fonte: IG Economia
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Economia

Energisa é condenada a pagar indenização por cobrança abusiva em fatura

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Uma ação de indenização por danos morais, em virtude de cobranças abusivas que tramita desde setembro de 2015 contra a Energisa Mato Grosso, concessionária dos serviços de Energia Elétrica, foi julgada procedente pelo juiz Yale Sabo Mendes, da Sétima Vara Cível de Cuiabá.  Com isso, a empresa foi condenada a pagar uma indenização de R$ 12 mil para a autora, M.B.O,  que após um reajuste de 27,06%, passou a receber faturas com valores correspondentes ao dobro de seu consumo.

Pela sentença condenatória, a ré terá que readequar as faturas de energia da unidade consumidora referente aos meses de março a junho de 2015, para pagamento no valor correspondente à média de consumo de 74 KWH, devendo o valor excedente ser restituído em dobro, acrescido de juros de 1% ao mês a partir da citação e correção monetária a partir do desembolso de cada pagamento. Terá ainda que efetuar o pagamento da indenização por danos morais acrescido de juros de 1% ao mês a partir da citação e correção monetária a partir do arbitramento do processo.

Notificada no decorrer do andamento processual, a Energisa alegou que não houve nenhuma ilegalidade nas cobranças feitas pela distribuidora de energia. Sustentou que apesar de não ter sido realizada vistoria técnica no local também não foi localizada qualquer inversão, desvio de vazamento ou interligação no sistema de medição. Assim, sustentou ausência dos pressupostos do dever de indenizar e pediu que a ação fosse julgada improcedente.

Porém, ao julgar o mérito do processo no dia 12 deste mês o juiz Yale Sabo desconsiderou os argumentos da empresa e deu ganho de causa à autora.

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DANOS MORAIS CONFIRMADOS 

Com relação ao pedido de indenização por danos morais, o magistrado ressaltou que o artigo 22 do Código de Defesa do Consumidor dispõe que as concessionárias de serviço público são obrigadas a fornecer serviços adequados, eficientes, seguros e a manter a continuidade quanto aos essenciais, que é o caso do fornecimento de energia elétrica.

“Além disso, as prestadoras de serviço público, como é o caso da requerida, respondem objetivamente por eventuais danos ocasionados por seus serviços, sendo prescindível a necessidade de se comprovar culpa ou dolo por parte da mesma, bastando, para configurar a responsabilidade, a demonstração do nexo causal entre o evento e o dano” afirmou o magistrado ao estipular o valor de R$ 12 mil a ser pago a título de danos morais. Ele ainda condenou a ré ao pagamento das custas do processo e honorários advocatícios arbitrados em 20% do montante da condenação. Cabe recurso da sentença de primeira instância.


 

 

 

Fonte:FolhaMax

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