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Economia

Simples Nacional: empresas afetadas por crise podem parcelar dívidas

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Simples Nacional: empresas afetadas por crise podem parcelar dívidas
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Simples Nacional: empresas afetadas por crise podem parcelar dívidas

Simples Nacional: empresas afetadas por crise podem parcelar dívidas

As micro e pequenas empresas afetadas pelo agravamento da pandemia de covid-19 podem parcelar os débitos com o Simples Nacional até o fim de junho, com desconto na multa e nos juros. A renegociação vale para dívidas vencidas de março a dezembro de 2020 e não pagas até hoje em decorrência da crise provocada pela doença.

As condições para a renegociação foram definidas pela Portaria 1.696, da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), que recriou as transações excepcionais que vigoraram no ano passado.

Simples Nacional: empresas afetadas por crise podem parcelar dívidas

Simples nacional

O parcelamento especial impede que as empresas sejam excluídas do Simples Nacional. O prazo para negociar os débitos inscritos em dívida ativa da União começou em 1º de março e se encerrará às 19h de 30 de junho. A adesão pode ser feita pelo portal Regularize. Basta o contribuinte escolher a opção Negociar Dívida e clicar em Acesso ao Sistema de Negociações.

Etapas

O processo tem três etapas. Na primeira, o contribuinte preenche a Declaração de Receita ou de Rendimento, para que a PGFN verifique a capacidade de pagamento do contribuinte. Em seguida, o próprio site liberará a proposta de acordo. Por fim, caso o contribuinte esteja apto, poderá fazer a adesão.

Após a adesão, o contribuinte deverá pagar o documento de arrecadação da primeira prestação para que a renegociação especial seja efetivada. Caso não haja o pagamento da primeira prestação até a data de vencimento, o acordo é cancelado.

Análise

As micro e pequenas empresas, assim como os microempreendedores individuais (MEI), poderão negociar débitos do Simples Nacional que passaram para a dívida ativa da União. Essa incorporação, no entanto, deverá ocorrer até 31 de maio deste ano.

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Após o pedido de parcelamento, a PGFN analisará a capacidade econômica do devedor. As condições estão mais brandas que a das modalidades especiais de parcelamento criadas no ano passado, que só abrangiam a renegociação de dívidas classificadas como C ou D, com difícil chance de recuperação. Agora, a PGFN avaliará apenas os impactos econômicos e financeiros decorrentes da pandemia.

PJs

Para as pessoas jurídicas, a redução, em qualquer percentual da soma da receita bruta mensal de 2020 (com início em março e fim no mês imediatamente anterior ao de adesão) em relação à soma da receita bruta mensal do mesmo período de 2019, será levada em conta para a adesão.

Propostas

Com base no resultado da análise, a PGFN proporá a negociação no Portal Regularize. Em troca de uma entrada de 4% do valor total do débito, que poderá ser parcelada em até 12 meses, o saldo restante poderá ser dividido em até 133 meses para os contribuintes inscritos no Simples Nacional. O número de parcelas é maior que o das médias e grandes empresas, que poderão dividir o débito em até 72 vezes.

Em relação às micro e pequenas empresas e aos MEI, o desconto corresponderá a até 100% sobre os valores de multas, juros e encargos, respeitado o limite de até 70% do valor total da dívida. Por restrições impostas pela Constituição, a renegociação de dívidas com a Previdência Social está limitada a 60 parcelas (cinco anos). (Ag. Brasil).

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Economia

Além das lives: setor de eventos para área empresarial se reinventa na pandemia

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Durante 2020, a MM Eventos realizou transmissões semi-presenciais, com a equipe de produção, e totalmente virtuais
Divulgação / MM Eventos

Durante 2020, a MM Eventos realizou transmissões semi-presenciais, com a equipe de produção, e totalmente virtuais


A pandemia acertou em cheio a economia brasileira. E muitos setores precisaram se reinventar. É o caso das empresas especializadas em eventos. Segundo a Associação Brasileira dos Promotores de Eventos (Abrape), até fevereiro deste ano, mais de 350 mil eventos deixaram de ser realizados em 2020 (entre shows, festas, congressos, rodeios, eventos esportivos e sociais, teatro, entre outros). A situação praticamente não mudou este ano.

Segundo a associação, um terço das empresas fechou as portas em definitivo. Das que permanecem abertas, 97 de cada 100 não está prestando serviço. O ramo deixou de faturar, ao menos, R$ 90 bilhões. E um terço das empresas em atividade vai ter muita dificuldade para reabrir, diz o levantamento

Uma outra pesquisa, feita pelo Sebrae em agosto de 2020, mostrou que, até o terceiro trimestre, empresários tentaram negociar prazos para amenizar os impactos da pandemia: 34% devolveram o dinheiro para o contratante, mas 35% deles contam que conseguiram negociar crédito para utilizar futuramente. Outros apostaram em inovação. 

Como o grupo MM Eventos. Com sede em São Paulo e atuação no país inteiro, desenvolveu uma maneira de inovar as tradicionais lives que, na visão de Ana Carolina Medeiros, diretora de relacionamento da empresa, “já estão batidas”. 

O grupo se dedicou a criação do que Medeiros chama de lives interativas: em vez de assistir a uma transmissão impessoal e pouco interativa, o espectador tem uma experiência dinâmica através de um kit físico entregue na sua casa. “A ideia é transportar a experiência do presencial pró on-line”, explica. 

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A transição não foi fácil. Medeiros conta que, na primeira semana de distanciamento social em todo o país, cerca de 200 eventos da empresa foram cancelados. A equipe entrou em desespero. “Peguei, sentei todo mundo em uma call para discutir: o que faríamos para nos adaptar e inovar?”   

O resultado, no final das contas, foi positivo. Até o final de 2020, a MM Eventos realizou mais de 700 eventos, nas modalidades 100% on-line e alguns semi-presenciais, que contavam com parte da equipe em estúdio. A lista vai desde convenções e feiras a festas de fim de ano e lançamentos de produtos. 

A quantidade de pessoas varia conforme a empresa que solicita o serviço. Algumas, menores, requerem 50 kits. Outras, mais ousadas, chegaram a reunir duas mil pessoas em uma feira, com cada uma delas recebendo seu kit personalizado. 

Um dos novos projetos, e mais ambiciosos, é a realização de um evento de vários dias com a entrega de um kit preparado especialmente para cada dia. Segundo Medeiros, a sensação de experiência personalizada é decisiva para enfrentar o isolamento.

Transição

A empresa de João Geo, que estava acostumada a fazer eventos comemorativos, foi uma das que buscou se reinventar em meio a pandemia. A Seguradora Pottencial, com sede em Belo Horizonte (MG), “tinha essa cultura da festa”, diz o CEO

Além de ser um raro exemplo de empreendimento que registrou alta de faturamento durante a pandemia, a Pottencial também inovou com a sua tradicional festa de fim de ano.

A comemoração, que em 2020 alcançou mais de mil pessoas, foi totalmente virtual, mas igualmente importante para a equipe. Os dois eventos, um para os clientes e outro para a equipe, contaram com a participação do cozinheiro Leo Paixão em uma chamada de vídeo coletiva.


“Cozinheiro com Paixão”

Batizada de “Cozinhando com Paixão”, a organização da live enviou kits de culinária com ingredientes para a elaboração de pratos dirigidos pelo cozinheiro. Foi um momento de reunião familiar que, segundo Geo, “ajudou a manter nossa cultura viva”.

Ele conta que, além da tentativas de manter vivo o espírito da equipe, a empresa também adotou medidas de cuidado da saúde mental de seus funcionários. Semanalmente, a equipe de RH entra em contato com cada um dos trabalhadores, de todos os setores, para oferecer assistência psicológica e, até, física. “Às vezes o cara não tem um notebook bom, um suporte para se manter ereto na cadeira… E é dever da empresa fornecer esta estrutura para o funcionário, né?”, diz o presidente. 

A Pottencial também ofereceu assistência com psicólogos para seus funcionários e uma cartilha de “boas práticas no home office”. 

Para o futuro 

Medeiros crê que o mercado de eventos comece a engatinhar rumo ao que era antes da pandemia em julho deste ano. Os eventos presenciais, “com aquela aglomeração gostosa”, ela diz, só retornarão na medida em que a população se vacinar massivamente.

Ainda assim, certos hábitos da pandemia permanecerão. “Vai demorar para largarmos a máscara, o álcool em gel, o medo do abraço”, conta. Ela também espera que o período de isolamento sirva para criar lealdade e união dentro do setor de eventos que, para ela, ainda é muito desunido. 

“Como muitos dos nossos concorrentes quebraram, acho que, pra criar um novo setor de eventos, já que este está destruído, vamos ter que nos organizar melhor e cooperar mais. Em diretrizes, em protocolos, em organizações que defendam os nossos interesses, por que este ainda é um mercado muito desunido, muito traiçoeiro”, diz. 

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