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Economia

Sicredi reforça a importância do cooperativismo em seminário da Unemat

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O Sicredi esteve presente apoiando o ‘Seminário Cooperativismo – Desenvolvimento Local Sustentável e Bem Viver’, promovido desde a última segunda-feira (10) pelo Departamento de Administração da UNEMAT, no auditório do campus de Tangará da Serra. O evento, encerrado na tarde desta quarta-feira, reuniu bom público, especialmente acadêmicos e, também, representantes do poder público nas esferas municipal e estadual.

Evento apoiado pelo Sicredi reuniu bom público, especialmente acadêmicos e, também, representantes do poder público nas esferas municipal e estadual.

Durante o evento, o Sicredi divulgou a importância do cooperativismo de crédito como ferramenta de desenvolvimento econômico local e também na melhoria da qualidade de vida das pessoas que dele se valem como fator de fomento. “O cooperativismo é um ciclo virtuoso, resultado da união de pessoas pelo mesmo objetivo. Neste ciclo todos ganham, seja no aspecto econômico, seja no social e até mesmo no desenvolvimento humano”, destacou a Assessora de Comunicação do Sicredi, Keila Volkmer.

Keila, do Sicredi: “O cooperativismo é um ciclo virtuoso, resultado da união de pessoas pelo mesmo objetivo”.

Aberto ao público, o evento teve uma extensa programação, envolvendo os períodos matutino e vespertino, sendo promovido pelo Programa Incubadora de Organizações Coletivas Autogeridas Solidárias e Sustentáveis (IOCASS) que envolve ações de ensino pesquisa e extensão.

O evento também contou com participação de sócios de Empreendimentos Econômicos Solidários Incubados (EESI), objetivando promover um diálogo interdisciplinar sobre as transformações no mundo do trabalho e alternativas ao modelo hegemônico com base em conceitos como cooperativismo, associativismo, economia solidária, e desenvolvimento local sustentável.

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A programação contou com palestras, mesa redonda, diálogos, workshop de grupos de pesquisa e depoimento de membros de empreendimentos.

Modelo

Uma das palestras que mais despertou atenção foi a ministrada pela presidente da Associação das Mulheres Rurais Frutas do Vale (AMFRUVALE), – Lídia Nunes Ferreira de Paula. A entidade sediada no Assentamento Vale do Sol II, em Tangará da Serra, teve origem em 2011, após um curso sobre aproveitamento de frutas e vegetais para doces, conservas e compotas, promovido através de parceria entre o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SEAPA), e o Núcleo de Políticas para Economia Solidária (NUPES).

A associação foi idealizada por 12 mulheres que hoje produzem em sistema cooperativo e associativo, com boa aceitação dos seus produtos no mercado. Vários equipamentos utilizados pela entidade no processo de produção foram adquiridos através de crédito cooperativo. “Nossa associação nasceu forte, de uma união, e continua unida. Sabemos que uma associação como a nossa não enriquece ninguém, mas ajuda como alternativa importante de renda e desenvolvimento da nossa comunidade”, disse Lídia.

Keila e Lídia Nunes, presidente da AMFRUVALE: “São iniciativas como estas que apoiamos, sempre visando o desenvolvimento local e o bem estar das pessoas envolvidas”.

A palestra foi muito aplaudida pelo público e embasou vários questionamentos dos presentes. “São iniciativas como estas que apoiamos, sempre visando o desenvolvimento local e o bem estar das pessoas envolvidas”, observou Keila Volkmer, do Sicredi, que convidou os presentes a conhecerem as instalações do Sicredi em Tangará da Serra e seu modelo de funcionamento.


Após intensos trabalhos nos dois turnos dos três dias de realização, o evento foi concluído já ao final da tarde desta quarta-feira, com avaliações e encaminhamentos.

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Economia

Veja as contas que você pode ficar sem pagar para sair do vermelho

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Confira dicas sobre quais contas e dívidas devem ser priorizadas na hora do aperto

O endividamento faz parte da vida do brasileiro. Mais de 40% da população adulta tem pelo menos uma dívida que não consegue pagar e a inadimplência vive seu maior índice da história, atingindo 63,2 milhões de pessoas, de acordo com a Serasa Experian.

Leia também: O que fazer com os R$ 500 do FGTS: pagar dívida, deixar parado ou gastar?

Manter as contas em dia, especialmente em período de alto desemprego, não é tarefa simples. As pendências, contudo, podem criar uma “bola de neve” até que se tornem impagáveis e passem a afetar mais diretamente a vida do endividado, com a restrição ao nome , por exemplo.

Para começar a organizar as finanças em um momento de aperto, vale até mesmo saber quais contas e dívidas são mais “atrasáveis” .

Para isso, é importante levar em conta os juros , os serviços que podem ser cortados e ainda estar atento ao confisco de bens em caso de atraso de determinadas contas, além, claro, de buscar a educação financeira para regularizar a situação caso haja restrição ao nome e a partir disso construir uma situação estável dentro de cada realidade.

Fabrizio Gueratto, financista do canal 1Bilhão Educação Financeira, orienta que o primeiro passo para ter uma condição financeira estável é procurar se enxergar, entender o que acontece e quais as razões para o descontrole de gastos, recorrendo até mesmo a questões familiares e culturais que levam ao hábito de gastar mais do que se deve.

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Sem grana? 6 ideias para ganhar dinheiro de forma rápida e fácil

Segundo ele, o caminho é colocar na ponta do lápis os ganhos, os gastos e as dívidas, construir um espelho financeiro e traçar pontos negativos de uma vida de endividamento, como atritos com a família, por exemplo, e pensar em como seria se livrar das pendências.

Cortar gastos supérfluos e se adequar a própria realidade são pontos de mudança. Para Gueratto, é preciso entender que gastar é prazeroso, sim, mas procurar desculpas para gastar mais do que seu rendimento permite vai trazer consequências. “Uma hora a conta chega”, lembra.

“Gastar dá prazer, mas a partir da educação financeira o brasileiro deve procurar ter prazer em guardar dinheiro”, afirma o financista, que cita três perguntas que cada um deve se fazer na hora de comprar: “Quero? Posso? Preciso?”. Segundo ele, entender a realidade e gastar dentro do possível sempre deve ser a regra, não a exceção.

Afinal, quais dívidas e contas devem ser prioridade?

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Marcelo Camargo/Agência Brasil
Contas essenciais, como as de luz, água e gás, devem sempre ser tratadas como prioridade


  1. Contas essenciais;
  2. Dívidas em relação a bens em alienação;
  3. Dívidas com cartões de crédito e cheque especial.

De acordo com Fabrizio Gueratto, além do básico e do que pode comprometer bens , a prioridade deve ser renegociar dívidas com juros altos, sobretudo com cartão de crédito e cheque especial. 

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Na hora de não pagar, portanto, opte por aquelas que  não envolvam corte imediato de serviços, não coloquem bens em risco e tenham os juros mais baixos. Tributos costumam ter os juros mais baixos.

Por outro lado, atrasar serviços não essenciais , de entretenimento, por exemplo,  pode ser mais vantajoso do que ficar sem pagar a luz.  

Embora tenham juros mais baixos que outras dívidas, as contas essenciais , tais como as de luz, água e gás, estão sujeitas a interrupção do serviço em curtos períodos de tempo após atraso.

Então, elas  devem ser priorizadas , já que o corte seria feito pouco após o atraso no pagamento e esses serviços são vitais e os bloqueios afetariam direta e rapidamente a vida do endividado.

Dívidas em relação a bens em alienação também devem estar sempre no radar, já que não acertar as contas também afetaria a qualidade de vida do endividado diretamente.

Leia também: Vagas de emprego: veja mais de 840 oportunidades em todo o Brasil

Segundo Gueratto, compras parceladas e a cultura de comprar sempre algo a mais no dia a dia pesa no fim do mês e acaba comprometendo o orçamento de muitos brasileiros a curto, médio e longo prazo.


Para ele, em casos mais extremos, o ideal é fazer um cartão pré-pago, procurar condições melhores e cortar gastos, já que os juros do cartão de crédito são abusivos.

Fonte: IG Economia
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Na hora do aperto, quais contas escolher para não pagar? Especialista ensina

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Confira dicas sobre quais contas e dívidas devem ser priorizadas na hora do aperto

O endividamento faz parte da vida do brasileiro. Mais de 40% da população adulta tem pelo menos uma dívida que não consegue pagar e a inadimplência vive seu maior índice da história, atingindo 63,2 milhões de pessoas, de acordo com a Serasa Experian.

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Manter as contas em dia, especialmente em período de alto desemprego, não é tarefa simples. As pendências, contudo, podem criar uma “bola de neve” até que se tornem impagáveis e passem a afetar mais diretamente a vida do endividado, com a restrição ao nome , por exemplo.

Para começar a organizar as finanças em um momento de aperto, vale até mesmo saber quais contas e dívidas são mais “atrasáveis” .

Para isso, é importante levar em conta os juros , os serviços que podem ser cortados e ainda estar atento ao confisco de bens em caso de atraso de determinadas contas, além, claro, de buscar a educação financeira para regularizar a situação caso haja restrição ao nome e a partir disso construir uma situação estável dentro de cada realidade.

Fabrizio Gueratto, financista do canal 1Bilhão Educação Financeira, orienta que o primeiro passo para ter uma condição financeira estável é procurar se enxergar, entender o que acontece e quais as razões para o descontrole de gastos, recorrendo até mesmo a questões familiares e culturais que levam ao hábito de gastar mais do que se deve.

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Segundo ele, o caminho é colocar na ponta do lápis os ganhos, os gastos e as dívidas, construir um espelho financeiro e traçar pontos negativos de uma vida de endividamento, como atritos com a família, por exemplo, e pensar em como seria se livrar das pendências.

Cortar gastos supérfluos e se adequar a própria realidade são pontos de mudança. Para Gueratto, é preciso entender que gastar é prazeroso, sim, mas procurar desculpas para gastar mais do que seu rendimento permite vai trazer consequências. “Uma hora a conta chega”, lembra.

“Gastar dá prazer, mas a partir da educação financeira o brasileiro deve procurar ter prazer em guardar dinheiro”, afirma o financista, que cita três perguntas que cada um deve se fazer na hora de comprar: “Quero? Posso? Preciso?”. Segundo ele, entender a realidade e gastar dentro do possível sempre deve ser a regra, não a exceção.

Afinal, quais dívidas e contas devem ser prioridade?

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Marcelo Camargo/Agência Brasil
Contas essenciais, como as de luz, água e gás, devem sempre ser tratadas como prioridade


  1. Contas essenciais;
  2. Dívidas em relação a bens em alienação;
  3. Dívidas com cartões de crédito e cheque especial.

De acordo com Fabrizio Gueratto, além do básico e do que pode comprometer bens , a prioridade deve ser renegociar dívidas com juros altos, sobretudo com cartão de crédito e cheque especial. 

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Na hora de não pagar, portanto, opte por aquelas que  não envolvam corte imediato de serviços, não coloquem bens em risco e tenham os juros mais baixos. Tributos costumam ter os juros mais baixos.

Por outro lado, atrasar serviços não essenciais , de entretenimento, por exemplo,  pode ser mais vantajoso do que ficar sem pagar a luz.  

Embora tenham juros mais baixos que outras dívidas, as contas essenciais , tais como as de luz, água e gás, estão sujeitas a interrupção do serviço em curtos períodos de tempo após atraso.

Então, elas  devem ser priorizadas , já que o corte seria feito pouco após o atraso no pagamento e esses serviços são vitais e os bloqueios afetariam direta e rapidamente a vida do endividado.

Dívidas em relação a bens em alienação também devem estar sempre no radar, já que não acertar as contas também afetaria a qualidade de vida do endividado diretamente.

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Segundo Gueratto, compras parceladas e a cultura de comprar sempre algo a mais no dia a dia pesa no fim do mês e acaba comprometendo o orçamento de muitos brasileiros a curto, médio e longo prazo.


Para ele, em casos mais extremos, o ideal é fazer um cartão pré-pago, procurar condições melhores e cortar gastos, já que os juros do cartão de crédito são abusivos.

Fonte: IG Economia
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