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Economia

Sicredi é destaque em ranking anual de melhores projeções do Banco Central

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O “Top 5 Anual” é um ranking divulgado pelo Banco Central do Brasil para classificar as projeções econômicas mensais mais consistentes ao longo do ano e que leva em consideração um Sistema de Expectativas de Mercado. O Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 4 milhões de associados e presente em 22 estados e no Distrito Federal, é destaque no ranking de 2019 nas quatro variáveis analisadas: IPCA, IGP-M e Taxas de Câmbio e Selic.

A instituição financeira cooperativa foi a única participante a estar presente entre os cinco melhores em todas as quatro variáveis de mercado analisadas no “Top 5”. Na categoria Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), utilizado para observar tendências de inflação no país, o Sicredi ocupa a segunda posição no curto-prazo anual. No IGPM-M (Índice Geral de Preços do Mercado), que registra a inflação de preços desde matérias-primas agrícolas e industriais até bens e serviços finais, a instituição foi classificada em quarto lugar, também no curto-prazo anual.

Na Taxa de Câmbio, no curto-prazo anual, o Sicredi foi classificado na quinta colocação. O ranking também avaliou as projeções para a Taxa Selic, a taxa básica de juros do Brasil, e a instituição foi classificada em quarto lugar no médio-prazo anual. Este é o terceiro ano consecutivo em que o Sicredi figura no Top 5 Anual do BC.

Pedro Ramos, economista-chefe do Sicredi, explica que a presença entre as melhores projeções em quatro indicadores do “Top 5” do Banco Central reforça a capacidade da estrutura que a instituição oferece em análise de mercado e projeções. “Um dos nossos principais diferenciais é o time de especialistas altamente preparado para assessorar a tomada de decisões, o que reflete positivamente na nossa capacidade de gestão de investimentos, beneficiando os nossos mais de 4 milhões de associados e garantido a solidez da nossa atuação. Em um mercado com cenário de constantes mudanças, que acontecem em uma velocidade cada vez maior, estar ‘um passo à frente’ é um diferencial fundamental para uma instituição financeira”, afirma.

Com o objetivo de desmistificar o mercado de investimentos, o Sicredi também lançou, recentemente, a plataforma Investindo Juntos (www.investindojuntos.com.br), ideal para quem tem interesse em aplicar recursos, mas tem dúvidas sobre qual a opção mais adequada.

Fonte:Assessoria de Imprensa

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Economia

Crédito a empresas para pagamento de salários começa a ser liberado nesta segunda (6)

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O programa de financiamento da folha de pagamento para pequenas e médias empresas foi regulamentado hoje (6) pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), em reunião extraordinária. Com isso, as empresas já podem pedir o empréstimo aos bancos.

Cerca de 1,4 milhão de pequenas e médias empresas, que empregam 12,2 milhões de trabalhadores que ganham até dois salários mínimos, receberão R$ 40 bilhões de crédito com juros baixos para manter a folha de pagamento por dois meses. O limite de financiamento é de dois salários mínimos. Ou seja, se o trabalhador ganha mais de dois salários mínimos, a empresa terá de complementar o salário. Ao contratar o crédito, a empresa assume o compromisso de não demitir o funcionário nesse período de dois meses.

A taxa de juros será de 3,75% ao ano (atual taxa Selic), com seis meses de carência e 36 meses para o pagamento. Os recursos virão do Tesouro Nacional (85%) e das instituições financeiras participantes (15%). Em caso de inadimplência, as perdas serão absorvidas pelo Tesouro e pelos bancos participantes nessa mesma proporção. A União, por meio do Tesouro Nacional, aportará até R$ 34 bilhões no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que atuará como agente financeiro da União no programa.

As instituições financeiras participantes poderão conceder operações de crédito no âmbito do programa até 30 de junho de 2020. As pequenas e médias terão carência de seis meses para começar a pagar e um prazo de 30 meses para pagamento, totalizando 36 meses.

Segundo o BC, “para assegurar a destinação dos recursos e o cumprimento dos objetivos do programa, empresas e sociedades beneficiárias deverão ter as folhas de pagamento processadas pelas instituições financeiras participantes, além de se comprometerem a prestar informações verídicas e a não utilizar os recursos para finalidades distintas do pagamento de seus empregados. Os recursos tomados serão depositados diretamente nas contas dos funcionários”.

Depósito compulsório

O BC anunciou hoje que devido à “elevada demanda” por recursos decidiu permitir que os bancos participantes do programa deduzam o valor por elas financiado do recolhimento compulsório (dinheiro que os bancos são obrigados a deixar depositado no BC) sobre recursos a prazo. A medida passa a ter efeito, em termos de recolhimento, a partir do próximo dia 20. O volume que pode ser deduzido poderá chegar a R$ 6 bilhões, cerca de 5% do montante atual do recolhimento compulsório sobre recursos a prazo.

Fonte:AgênciaBrasil

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Bancos processam 2 milhões de pedidos de renegociação de dívidas

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Agência Brasil

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Marcelo Camargo/Agência Brasil

Cinco maiores bancos brasileiros processam ao menos 2 milhões de pedidos de renegociação de dívidas

Os cinco maiores bancos do país, Banco do Brasil, Bradesco, Caixa, Itaú e Santander, processaram mais de 2 milhões de pedidos de renegociação de dívidas. O valor das negociações chega a R$ 200 bilhões, conforme levantamento parcial divulgado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

Leia também: MP que permite corte de jornada e salário exige negociações; veja cada caso

Nas operações, as instituições deram carência de dois a três meses no vencimento de parcelas em várias linhas, como crédito pessoal , crédito imobiliário, crédito com garantia de imóveis, crédito para aquisição de veículos e capital de giro.

Empresas e pessoas físicas têm reclamado da falta de acesso a essa medida de pausa nos contratos, cobrança de juros referente ao período de prorrogação e dificuldades de contato com os bancos.

Em nota, a Febraban diz que “os bancos estão totalmente sensibilizados com a necessidade de os recursos chegarem rapidamente na ponta e continuarão agindo com foco para que o crédito seja dado nas mãos das pessoas físicas e das empresas”.

“Entendemos a ansiedade de diversos setores, mas é preciso compreender que esse é um processo gradual e complexo, que demanda diversas providências e, em muitos casos, envolvem mudanças regulatórias, a exemplo da linha de liquidez do Banco Central para a compra de Letra Financeira Garantida e a liberação de compulsórios [depósitos que os bancos são obrigados a deixar no Banco Central]”, acrescenta.

Segundo a Febraban, ao contrário do que aconteceu na crise de 2008 , desta vez, não há “empoçamento de liquidez” (falta de dinheiro em circulação), “mas sim um aumento substancial nas necessidades por recursos líquidos, o que torna esta crise bem diferente da anterior”. “Além disso, os bancos internacionais cortaram as linhas que dispúnhamos, o que estreitou mais ainda a liquidez do sistema. Mas seguiremos trabalhando, com o Banco Central e governo, para prover liquidez e crédito para quem precisa”, diz a federação.

A Febraban informa que já repactuou “diversas operações com grandes empresas, que demandaram volumes expressivos de recursos, com impactos relevantes sobre a liquidez do setor bancário”.

Pedidos

  • Caixa: 1 milhão de pedidos em contratos habitacionais, com oferta de R$ 111 bilhões em créditos e carências de até 90 dias;
  • Bradesco: 635 mil pedidos, que representam 1,036 milhão de contratos;
  • BB: 200 mil pedidos, em valor equivalente a R$ 60 bilhões;
  • Santander: 80,9 mil pedidos, em valor equivalente a R$ 11 bilhões; e
  • Itaú: 302,3 mil pedidos, com saldo de R$ 12,1 bilhões e parcelas já prorrogadas em valor financeiro de R$ 679 milhões.

Na linha Caixa Hospitais, foram disponibilizados recursos da ordem de R$ 5 bilhões para 2020.

Folha de pagamento

A Febraban lembrou que os bancos iniciaram hoje a liberação do crédito para financiar a folha de pagamentos de pequenas e médias empresas com faturamento entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões. A linha de crédito foi criada por meio de linha provisória, com liberação de R$ 40 bilhões.

Fonte: IG Economia
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