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Polícia

Setor de Desaparecidos da PJC ajuda jovem surdo a localizar mãe

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Assessoria | PJC-MT


Um jovem surdo, com deficiência mental, natural do Estado do Amazonas que estava sem documentos e sua família era procurada, conseguiu com ajuda das redes sociais localizar seus parentes. A iniciativa de divulgar um cartaz pedido ajuda para identificar parentes foi do Núcleo de Pessoas Desaparecidas da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoas (DHPP), da Polícia Judiciária Civil, em Cuiabá.

Tudo começou com pedido da assistência social da Defensoria Pública de Cuiabá, que entrou em contato com o Setor de Desaparecidos da Polícia Civil, solicitando apoio na localização de parentes de um rapaz (andarilho) surdo e que se apresentava como André Gomes Ferreira, para retirada de novos documentos.

De acordo com a Defensoria Pública, André passou certo tempo no Estado do Rio de Janeiro com o nome de Anairo Wai Wai. Porém, estava residindo em Cuiabá há  cerca de um ano, engajado em manifestações sindicais. Ele permanecia diariamente nas dependências da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e morava em um “grilo” nas proximidades do lixão em Cuiabá.

Diante do pedido do Órgão, o Setor de Desaparecidos da DHPP postou o cartaz “procura-se por parentes”, no Facebook do Setor (https://www.facebook.com/Desaparecidos-Pol%C3%ADcia-Civil-Mato-Grosso-1752575328341774/al).

Com a divulgação, várias pessoas comentaram na página informando que conhecia o rapaz e no aplicativo de denúncias do Núcleo (65 9 9982-7766). O Setor também recebeu informações de intérpretes de libras, os quais confirmaram que ele possui problemas mentais e vinha vivendo como andarilho.

Na sexta-feira, 8 de fevereiro, a Defensoria dos Direitos Humanos da cidade de Manaus (AM) entrou em contato com a DHPP, em Cuiabá, comunicando a presença da senhora Dagmar Gomes Faria, a qual afirmou ser a mãe André (que estava em Mato Grosso), mas que na verdade o filho chamava-se Alex Faria Moça.

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Ela afirmou que chegou ao seu conhecimento o cartaz divulgado pelo Núcleo de Pessoas Desaparecidas da PJC-MT, a procura dos familiares. A mãe contou que o filho (Alex) saiu de casa há cinco anos e desde então, só tinha notícias dele esporadicamente. No último ano não conseguiu mais contato com o Alex Faria e tinha anseio de encontrar seu filho com vida.

A mãe manifestou o desejo de ter o filho de volta junto com a família. A Defensoria dos Direitos Humanos de Manaus, do Estado do Amazonas, está averiguando a forma do reencontro de Alex e a mãe Dagmar. 

 

Fonte: PJC MT
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Polícia

Casal foragido do Tocantins é preso em Rondonópolis

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Assessoria | PJC-MT


Os fugitivos do Estado do Tocantins, Milton Bento da Luz e sua mulher, Ana Carla da Silva Gonçalves, foram recapturados em Rondonópolis, na sexta-feira (18).  Milton Bento da Luz é um dos foragidos do Casa de Prisão Provisória (CPP) Paraíso do  Tocantins, no dia 1 de novembro de 2018, após romper as grades do teto da cela.

As prisões foram realizadas pela Polícia Civil, depois de informações recebidas pela Polícia Civil do Tocantins, por meio da Delegacia Estadual de Investigações Criminais – DEIC, Núcleo Paraíso do Tocantins, repassadas a Delegacia de Roubos e Furtos (Derf) do município.

O casal estava morando no bairro Vila Mineira. A mulher usava nome falso e apresentou documento de identidade falso com o nome Maria Clara da Silva. Seu marido era responsável por comandar, de dentro do presídio, o tráfico de drogas na região do Vale do Araguaia (TO). Ele tem condenação por tráfico interestadual de drogas.

O suspeito é um dos 62 criminosos presos da operação Intramuros, da Polícia Civil do Tocantins, que investiga 75 criminosos. Os mandados de prisão foram expedidos 1ª Vara Criminal de Paraíso do Tocantins,  em março e novembro de 2018.

Fonte: PJC MT
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Polícia

Polícia Civil soluciona 92% dos casos de pessoas desaparecidas

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 Assessoria | PJC-MT


A adolescente D.C.F.L., de 15 anos, foi localizada pela da Polícia Judiciária Civil, no dia 04 de abril, no bairro CPA, em Cuiabá. A menina, que é surda e muda, estava desaparecida desde o último dia 31 de março.

Essa ocorrência é um dos 220 casos de pessoas desaparecidas registrados na Polícia Judiciária Civil, que foram atendidos pelo Núcleo de Pessoas Desaparecidas da Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP), no primeiro trimestre de 2019.

Deste total, 92% foram localizados, representando 202 registros. Apenas 18 pessoas não foram achadas, sendo 196 encontrados com vida, o que corresponde a 97% dos registros. Seis vítimas foram localizadas mortas (Ajarene da Silva Nardes, Marcelino Ramos de Arruda, Nelson Wolfred Shug Neto, Marcos Vinícius Vargas, Lourenço Marques de Araujo e Jonas de Almeida Silva). Deste casos, dois são tratados com homicídios, 1 foi acidente com veículo, e os demais encontro de cadáver que aguardam os laudos periciais para o esclarecimento.

Ainda de acordo com os dados estatísticos da Polícia Civil, 65% dos desaparecidos são pessoas adultas de ambos os sexos, na faixa de 18 anos a 64, sendo 114 homens e 34 mulheres. Quanto aos adolescentes, o percentual de registro é de 31%, a maioria na faixa entre 12 a 17 anos (39 mulheres e 19 homens).

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Boa parte dos casos foi registrada em Cuiabá e Várzea Grande. Mas também houve registros referentes a pessoas que sumiram no interior e  em outros estados, as quais tiveram providências tomadas pelo Núcleo.

O delegado titular da DHPP, André Renato Gonçalves, disse que o Núcleo de Pessoas Desaparecidas ao longo dos últimos tem sido estruturado, contando atualmente com três investigadores de polícia, uma escrivã, dois estagiários e um delegado respondendo interinamente, em razão da aposentadoria recente do titular.

 “Era muito importante para a unidade  a estruturação desse núcleo e não tenho dúvida de que presta um serviço de excelência à sociedade através da DHPP”, disse o delegado.

André Renato ponderou que o Núcleo é um setor importante dentro da estrutura da DHPP, que integra os três principais núcleos da Especializada: o núcleo operacional que investiga, sobretudo, os homicídios consumados, o núcleo de pessoas desaparecidas, e o núcleo de inteligência que dá suporte aos dois primeiros.

O delegado Fausto Freiras é o delegado que responde pelo núcleo atualmente, cumulativamente com o trabalho operacional.  

Motivação

São diversos os fatores que levam adolescentes, jovens e adultos a sumirem de casa. O afastamento do convívio familiar correspondem 59%.

Foi esse afastamento do convívio que levou a jovem D.C.F.L., de 15 anos, a deixar a casa da avó, que tem sua guarda. A menina ficou quatro dias sem manter contato com família, até que foi encontrada pelo Núcleo de Desaparecidos, em um bairro na região do CPA.

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Razões não explicadas ou enigmáticas também foram classificadas, sendo elas 35% dos registros, entre outras motivações diversas, apontadas como evasão de custódia legal, subtração por familiares, cooptação para práticas criminosas, etc.

Quando localizados, na Delegacia foram relatadas peculiaridades ou dados da pessoa encontrada. 37% das vítimas eram usuárias de droga.    

 

Fonte: PJC MT
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