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Mato Grosso

Setas recebe certificação de responsabilidade social da ALMT

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A Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social (Setas-MT) recebeu o Certificado de Responsabilidade Social da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. A sessão solene para entrega foi realizada na última segunda-feira (03/12).

Na ocasião a secretária da Setas, Mônica Camolezi, foi homenageada com a Moção de Congratulação – no ato representada pela secretária adjunta de Assistência Social, Marli Luz. O superintendente de Inclusão Social, Aparecido Cavalcante e a contadora Wanderneia Pereira também receberam a homenagem.

A Setas faz gestão de política pública social, também exerce seu papel com a responsabilidade social e intensificou suas ações desde o espetáculo Auto da Paixão quando inseriu nas qualificações trabalhadores do aterro sanitário, indígenas, migrantes haitianos que participaram do evento como atores e figurantes.

De acordo com Aparecido Cavalcante, superintendente de Inclusão Social, a certificação é viabilizadora de recursos públicos e aumenta o ‘status quo’ da Setas alinhando a secretaria com as de outros estados.  “A Setas pela primeira vez recebeu essa certificação, isto para nós é muito importante. É um marco, pois é a primeira vez que a assistência social recebe esse reconhecimento. Desenvolvemos política pública social e também responsabilidade social”, reafirmou.

A secretária da Setas, Mônica Camolezi, disse que a certificação é um reconhecimento do trabalho árduo de cada servidor em fazer o melhor. “O impacto desse nosso trabalho a comunidade sente, pois são mais de 300 mil famílias assistidas por políticas publicas geridas pela Setas em Mato Grosso que inclui os integrantes do Pró-Família, Bolsa Famílias, Criança Feliz e o Benefício de Proteção Continuada”, afirma a secretária.

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Este ano a Setas está desenvolvendo o projeto-piloto com a Associação de Catadores de Material Reciclável e Reutilizável de Mato Grosso Sustentável (Asmats). Já foram entregues mais de 600 quilos de material reciclável, em 120 dias, consolidando o compromisso com a inclusão socioprodutiva.

O superintendente informou que esse projeto já permite a sensibilização do público interno, motivando a reduzir o desperdício. “Nós já iniciamos a transferir o material para os catadores e nos impactou porque também percebemos que precisamos melhorar nosso comportamento, reduzindo o resíduo produzido pela secretaria”, afirma.

A parceria visa proporcionar, além da reciclagem, melhora financeira para as famílias, já que a iniciativa gera recursos para a Associação. A Secretaria fica responsável pela coleta seletiva destes materiais e acompanhamento dos resultados, enquanto a Associação fará o manuseio correto e a venda dos materiais.

Selo

Esta é a 13º edição da concessão do Certificado de Responsabilidade Social – selo criado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Os colaboradores e contadores das instituições receberam moções de congratulações. Este ano, 55 empresas, fundações, associações e cooperativas receberam a certificação.

A Comissão Mista de Responsabilidade Social de Mato Grosso, que reúne representantes de diferentes entidades, avalia e analisa o balanço social apresentado. Esse documento permite visualizar a qualidade das relações internas, externas e com o meio ambiente, além desses vários outros itens são analisados, antes de escolher as entidades para a certificação.

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Mato Grosso

ESCÂNDALO DA SAÚDE: Caso ainda tem desdobramentos e Justiça busca presidente de Oscip

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O Escândalo da Saúde, que lesou os cofres da saúde pública em Tangará da Serra entre os anos de 2010 e 2011, segue com seus desdobramentos.

Esta semana, a juíza Celia Regina Vidotti, da Vara Especializada em Ação Civil Pública e Ação Popular de Cuiabá, tenta encontrar a presidente da Oscip Instituto de Desenvolvimento Humano, Econômico e Ação Social (Idheas), Maria Guimarães Bueno de Araújo, para intimar e citar tanto o instituto quanto sua fundadora.

Maria Guimarães Bueno de Araújo já foi condenada por fraudes em Tangará da Serra

Maria Guimarães é a peça central de supostos desvios de R$ 51 milhões via Programa Saúde da Família nas prefeituras de Tangará da Serra e Timóteo, em Minas Gerais.

A ação é um dos desdobramentos da Operação Hygeia, deflagrada pela Polícia Federal em 2010, e corre em segredo de justiça.

Conforme a ação federal, a finalidade da carta precatória é apenas a notificação dos requeridos. Na prefeitura de Tangará da Serra os esquemas causaram dano de R$ 4 milhões ao erário.

Em razão do escândalo, prefeito Júlio Cesar Ladeia foi cassado pela Câmara em 2011

Por esses crimes, em 2016 a juíza Eza Yara Ribeiro, da comarca daquele município, condenou Maria Guimarães Bueno de Araújo, o ex-prefeito Julio Cesar Davoli Ladeia, o ex-vice-prefeito José Jaconias da Silva, o ex-secretário municipal de Saúde Mario Lemos de Almeida e o empresário Abel Alves Saraiva.

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O caso, conhecido em Tangará da Serra como “Escândalo da Saúde”, também levou, no ano de 2011, à cassação de cinco vereadores. (Com ‘Notícias de Mato Grosso’)

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Jurídico

Acusado de mandar matar Mariana vai a júri popular em Tangará da Serra

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A Justiça determinou a realização de júri popular para julgar, Bruno Santos Souza, 23 anos, acusado de ser o mandante do homicídio de Mariana Dutra Teixeira, 21 anos, encontrada morta em uma região de mata no Bairro Jardim Acapulco em 21 de novembro do ano passado.

Consta no processo pedido de condenação do réu pelo crime de homicídio triplamente qualificado, por motivo torpe, corrupção de menor, consistente na promessa de pagar R$5 mil e drogas ao adolescente “V.L”, para matar a vítima e pelo modo cruel em que operaram o crime, em decorrência dos golpes de faca desferidos contra Mariana, além da ocultação de cadáver.

A sessão do júri ainda não foi determinada pelo Tribunal de Justiça, por caber recurso da defesa, porém foi negado o pedido de habeas corpus a favor do réu, o privando da liberdade enquanto aguarda o julgamento. Quanto aos jurados (Conselho de Sentença) a vara criminal possui uma lista de pessoas da sociedade civil, que serão escolhidos em sorteio prévio e decidirão pela culpa ou inocência do réu. Em caso de condenação, cabe ao juiz estipular o tempo e as condições da pena.

A sentença de pronúncia que encaminhou o caso a júri popular foi definida nesta semana. O menor envolvido no crime, responde por ato infracional e continua apreendido em uma unidade de acolhimento.

 

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O caso

De acordo com as investigações, no dia 5 de novembro de 2018, o menor teria matado Mariana, a golpes de faca, ele ainda revelou que a vítima, implorou para não ser morta, mas, cumpriu o crime a mando de Bruno, por vingança. O corpo de Mariana, foi encontrado 17 dias depois do desaparecimento, em uma região de mata, no bairro Jardim Acapulco.

 

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