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Polícia

Sesp orienta sobre providências em casos de estupro ou assédio

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Uma das recomendações é checar modelo do carro, placa, nome do condutor e foto. Se um desses dados estiver em desacordo com o mostrado pelo aplicativo, não entrar no veículo e denunciar.

Nara Assis | Sesp-MT

De janeiro a julho de 2018 foram registrados três casos de estupro e um de assédio sexual praticados por condutores de moto-táxi e de carros pertencentes aos serviços de aplicativo em Mato Grosso. Este último está envolvido em três casos: dois estupros e um assédio sexual, enquanto o serviço de moto-táxi foi apontado pela vítima como o autor de um estupro. Os dados são da Coordenadoria de Estatística e Análise Criminal (CEAC) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT).

No ano passado, entre janeiro e dezembro, também houve um registro de estupro envolvendo motorista de táxi, além de dois casos envolvendo moto-taxistas (um estupro e um assédio sexual), e dois casos de estupros envolvendo motorista de aplicativo. Em 2016, no mesmo período, foram dois casos de estupro: um envolvendo taxista e o outro, condutor de moto-táxi.

Frente aos registros gerais de estupro em todo o estado (entre janeiro e setembro de 2018 foram 178 casos envolvendo vítimas femininas de 18 a 59 anos), estes números não são alarmantes. Mas alguns relatos de mulheres que utilizam serviços de transporte particulares têm circulado nas redes sociais e gerado preocupação entre as usuárias dos serviços.

De acordo com o delegado-adjunto da Delegacia de Mulher, Criança e Idoso de Várzea Grande, Cláudio Álvares Santana, é muito importante que as vítimas registrem os casos. “O trabalho investigativo vai partir deste relato, e é fundamental ter a consciência de que o ato de encostar na vítima, qualquer parte do corpo, principalmente as regiões íntimas, configura estupro”.

Ele ressalta algumas orientações que precisam ser seguidas na hora de optar pelo transporte particular, especialmente nos casos de aplicativos que fornecem informações a respeito do motorista. “É preciso checar o modelo do carro, placa, o nome do condutor e a foto. Se um desses dados estiver em desacordo com o mostrado pelo aplicativo, a recomendação é não entrar no veículo e comunicar o fato à empresa”, acrescenta.

Como em qualquer outra situação de perigo e emergência, a vítima também pode acionar os órgãos de segurança pelo 190 (Polícia Militar) ou pelo 180 (Defesa da Mulher). Também é possível fazer o pré-registro de Boletim de Ocorrência (BO) pela Delegacia Virtual, lembrando que nos casos de estupro e outras ocorrências que requerem laudos periciais é preciso ir até a delegacia concluir o atendimento.

Dicas de segurança

Alguns cuidados também podem evitar novos casos: Compartilhar a localização em tempo real com alguém da família ou amigos ao ingressar em transporte alternativo; sentar no banco de trás (no caso de carros); avisar às pessoas caso note algo suspeito; prestar atenção à rota seguida pelo motorista e intervir quando necessário; optar por rotas mais movimentadas; e em horários noturnos ou de madrugada procurar compartilhar a viagem com alguém.

Assim como nas demais situações cotidianas, é importante prestar atenções a detalhes relacionados ao condutor, como cor da roupa, cabelo, cor dos olhos, características pessoais, como tatuagem ou mancha de pele, entre outros que possam auxiliar na identificação e busca, caso haja alguma ocorrência.
 

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Barra do Bugres

Pai e filhos são presos na Barra por matar homem com tiro e golpes de facão em Alagoas

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O Núcleo de Inteligência da Delegacia Regional de Tangará da Serra, coordenado pelo Delegado Adil Pinheiro de Paula, com apoio da Delegacia de Barra do Bugres e atendendo a uma solicitação do Núcleo de Inteligência da SSP de Alagoas, cumpriu nesta manhã de quinta-feira, 30, três mandados de prisão pelo crime de homícidio.

Os três indivíduos presos são pai e filhos. O crime aconteceu no Assentamento São Luiz, Povoado de Ouricuri, zona rural da cidade de Atalaia no Estado de Alagoas.

Segundo o Delegado Adil Pinheiro, os suspeitos em dezembro de 2012 assassinaram a vítima Jakson Batista da Silva com disparo de arma de fogo e golpes de facão. Os criminosos estavam escondidos em Barra do Bugres.

De acordo com a PJC, os presos passaram por exame de corpo delito e foram encaminhados para a Cadeia Pública de Barra do Bugres, onde ficam a disposição da justiça.

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Polícia

Repressão a organizações criminosas resulta em 82 prisões no primeiro semestre

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O enfrentamento da Polícia Civil a organizações criminosas no estado resultou em 82 prisões no primeiro semestre deste ano em ações realizadas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), em especial na repressão a roubo e furto de cargas e de defensivos agrícolas em Mato Grosso. A Polícia Civil também registrou a apreensão de 22 toneladas de defensivos, número superior ao total apreendido no ano passado.

Como parte da atribuição da unidade especializada estão investigações sobre organização criminosa, sequestro, roubos/furtos contra instituições financeiras e de defensivos agrícolas e de cargas. As ações englobaram ainda prisões de integrantes de organizações criminosas que estavam foragidos há muito tempo.

Nos seis primeiros meses deste ano foram apreendidos 21 veículos (12 carros, duas motocicletas, três caminhões e quatro semirreboques), 12 armas de fogo, mais de R$ 46 mil em dinheiro e 276 munições de diferentes calibres.

As ações também resultaram na apreensão de três emulsões de explosivos, 22 toneladas de defensivos agrícolas, número que supera a apreensão do ano passado inteiro, além de uma carga de 50 toneladas de soja, outra de 39 toneladas de sal e 62 litros de óleo.

O delegado titular da GCCO, Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, destaca que o resultado é um somatório de investigações realizadas pela própria unidade e também fruto da proximidade com delegacias do interior e parcerias com outras instituições.

Defensivos agrícolas

As ações de combate a roubos, furtos, desvios e adulteração de defensivos agrícolas foram um dos focos de atuação da GCCO no primeiro semestre do ano. Neste primeiro semestre foram apreendidas 22 toneladas de defensivos agrícolas, número superior ao total apreendido em 2021, quando 19 toneladas foram recolhidas durante operações especializadas.

Roubo e furto de cargas

Passando a ser atribuição recente da GCCO, as investigações de roubos de cargas já apresentaram resultados positivos, com a apreensão de mais de 50 toneladas de soja, 39 toneladas de sal e 62 litros de óleo apenas nos seis primeiros meses deste ano.

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