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Mato Grosso

Servidores estreiam peça teatral sobre educação fiscal

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“A rua quando é construída tem que ter asfalto e iluminação, é o tributo aplicado às necessidades da população”. A frase é um trecho da música animada que abre o espetáculo “Na rota da Educação Fiscal”, encenado por servidores na terça-feira (04), no Auditório da Secretaria de Fazenda (Sefaz). A apresentação é produto final do curso de Educação Fiscal, realizado por meio de uma parceria entre a Superintendência da Escola de Governo e a Sefaz.

A peça abordou de forma descontraída informações importantes sobre tributação e sua história, utilização do imposto recolhido, sua função social, e ainda o papel do cidadão de fiscalizar a aplicação correta e oportuna dos recursos públicos. Cerca de 25 servidores públicos estaduais participaram do curso e formam o grupo teatral “Palco Público”.

O gerente de Promoção da Educação Fiscal da Sefaz, José Humberto Holanda, conta que a ideia surgiu quando viu exemplos de outros estados por meio de troca de experiências com um grupo nacional de Educação Fiscal. O que era apenas intenção saiu do papel ao firmar a parceria com a Escola de Governo, que conta com facilitadores ligados ao teatro e dispostos a participar do projeto.

Conforme a superintendente da Escola de Governo, Débora Gagini, além de promover cursos, a Escola de Governo atua também como parceira e incentivadora de projetos inovadores como este para atender às necessidades dos órgãos. “Estamos de portas abertas para as secretarias que queiram desenvolver atividades de capacitação. Agradecemos aos facilitadores que têm cumprido um papel fundamental no fortalecimento da missão da superintendência, que é aperfeiçoar o serviço público”.

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Uma das servidoras que encarou o desafio e fez parte da primeira turma do curso foi a analista da Secretaria de Fazenda, Roselane Barbosa de França. Servidora há cinco anos, nunca imaginou que iria ter experiência com teatro.  “Foram dois aprendizados em um. Primeiro, sobre os impostos e tributos. E o segundo, trazer tudo isso para o teatro. Foi novo para todos do grupo, sem exceção. E no final eu adorei o resultado, foi maravilhoso”, avalia.

A próxima apresentação do grupo ocorrerá no Auditório do Conselho Regional de Contabilidade de Mato Grosso (CRC), no dia 12 de dezembro, às 14h

Uma proposta diferente

O curso de Educação Fiscal leva os participantes a desenvolverem habilidades de comunicação e relações interpessoais em um ambiente lúdico, recorrendo a técnicas básicas do movimento e da comunicação corporal para promover a autoconsciência e a autoconfiança na atuação profissional, também a capacidade de liderar e no desempenho durante apresentações e entrevistas.

Os servidores têm palestras sobre Cidadania e Educação Fiscal como parte do conteúdo teórico, além de aulas de artes cênicas, momento em que são introduzidas técnicas teatrais em formato de jogos e dinâmicas. Todos os facilitadores são servidores públicos com habilidades nessas áreas que atuam de forma voluntária.

Entre eles estão os servidores das secretarias de Saúde, Alberto Yassuo Yoshiara, Áurea Kelly de Oliveira Campos, Wagton Douglas Fonseca; os servidores da secretaria de Fazenda, Romeo Benedito Oliveira Lucialdo, Carlos Eduardo Predebon, Isabela Alves Almeida de Oliveira, Cristiane Oldoni e José Horácio Ferreira Cerejo, além da servidora da pasta da Educação, Tereza Helena de Souza Nunes.

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Também atuaram como facilitadores voluntários a auditora federal de controle externo do Tribunal de Contas da União em Mato Grosso, Elda Mariza Valim Fim, e Renato Moreira Pinheiro, da Receita Federal.

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Mato Grosso

ESCÂNDALO DA SAÚDE: Caso ainda tem desdobramentos e Justiça busca presidente de Oscip

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O Escândalo da Saúde, que lesou os cofres da saúde pública em Tangará da Serra entre os anos de 2010 e 2011, segue com seus desdobramentos.

Esta semana, a juíza Celia Regina Vidotti, da Vara Especializada em Ação Civil Pública e Ação Popular de Cuiabá, tenta encontrar a presidente da Oscip Instituto de Desenvolvimento Humano, Econômico e Ação Social (Idheas), Maria Guimarães Bueno de Araújo, para intimar e citar tanto o instituto quanto sua fundadora.

Maria Guimarães Bueno de Araújo já foi condenada por fraudes em Tangará da Serra

Maria Guimarães é a peça central de supostos desvios de R$ 51 milhões via Programa Saúde da Família nas prefeituras de Tangará da Serra e Timóteo, em Minas Gerais.

A ação é um dos desdobramentos da Operação Hygeia, deflagrada pela Polícia Federal em 2010, e corre em segredo de justiça.

Conforme a ação federal, a finalidade da carta precatória é apenas a notificação dos requeridos. Na prefeitura de Tangará da Serra os esquemas causaram dano de R$ 4 milhões ao erário.

Em razão do escândalo, prefeito Júlio Cesar Ladeia foi cassado pela Câmara em 2011

Por esses crimes, em 2016 a juíza Eza Yara Ribeiro, da comarca daquele município, condenou Maria Guimarães Bueno de Araújo, o ex-prefeito Julio Cesar Davoli Ladeia, o ex-vice-prefeito José Jaconias da Silva, o ex-secretário municipal de Saúde Mario Lemos de Almeida e o empresário Abel Alves Saraiva.

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O caso, conhecido em Tangará da Serra como “Escândalo da Saúde”, também levou, no ano de 2011, à cassação de cinco vereadores. (Com ‘Notícias de Mato Grosso’)

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Jurídico

Acusado de mandar matar Mariana vai a júri popular em Tangará da Serra

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A Justiça determinou a realização de júri popular para julgar, Bruno Santos Souza, 23 anos, acusado de ser o mandante do homicídio de Mariana Dutra Teixeira, 21 anos, encontrada morta em uma região de mata no Bairro Jardim Acapulco em 21 de novembro do ano passado.

Consta no processo pedido de condenação do réu pelo crime de homicídio triplamente qualificado, por motivo torpe, corrupção de menor, consistente na promessa de pagar R$5 mil e drogas ao adolescente “V.L”, para matar a vítima e pelo modo cruel em que operaram o crime, em decorrência dos golpes de faca desferidos contra Mariana, além da ocultação de cadáver.

A sessão do júri ainda não foi determinada pelo Tribunal de Justiça, por caber recurso da defesa, porém foi negado o pedido de habeas corpus a favor do réu, o privando da liberdade enquanto aguarda o julgamento. Quanto aos jurados (Conselho de Sentença) a vara criminal possui uma lista de pessoas da sociedade civil, que serão escolhidos em sorteio prévio e decidirão pela culpa ou inocência do réu. Em caso de condenação, cabe ao juiz estipular o tempo e as condições da pena.

A sentença de pronúncia que encaminhou o caso a júri popular foi definida nesta semana. O menor envolvido no crime, responde por ato infracional e continua apreendido em uma unidade de acolhimento.

 

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O caso

De acordo com as investigações, no dia 5 de novembro de 2018, o menor teria matado Mariana, a golpes de faca, ele ainda revelou que a vítima, implorou para não ser morta, mas, cumpriu o crime a mando de Bruno, por vingança. O corpo de Mariana, foi encontrado 17 dias depois do desaparecimento, em uma região de mata, no bairro Jardim Acapulco.

 

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