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Política Nacional

Sérgio Camargo xinga jornalistas e diz que se intitular “Black Ustra” foi ironia

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Presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo
Reprodução/ Estado de Minas

Presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo

presidente da Fundação Cultural Palmares, Sérgio Camargo, emitiu um esclarecimento em suas redes sociais após se intitular como “Black Ustra” na última quinta-feira (21). Em publicação, Camargo chamou os jornalistas de burros e disse que não entendem ironia.  

O chefe da fundação faz referência ao torturador na época da ditadura militar, o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, ex-chefe do DOI-Codi. Camargo escreveu: “Vou torturar sim, já que não posso nomear. Black Ustra”.

Sérgio Camargo deu essa declaração após a Justiça do Trabalho o impedir de postar conteúdo intimidatório ou vexatório contra servidores, ex-servidores e representantes da Justiça nas redes sociais. Desde então, ele despreza a restrição.

Na tarde desta sexta-feira (22), o presidente do órgão escreveu em sua conta no Twitter: “Notinha de esclarecimento: uso a risada de vilão (muuuuwhahahaha) para que as crias do Paulo Freire que infestam as redações percebam que é zoeira e ironia quando falo em “reino de terror”, “tortura”, “pelourinho”… Mas não adianta. São muito burros!”.

Desde a segunda-feira (11) até essa sexta (22), Camargo já fez mais de 15 postagens em relação a sua restrição. “A aberração jurídica a que a Palmares foi submetida precisa ser anulada, removida, derrubada!”, respondeu em um tweet. “Juiz do trabalho, vá catar coquinho”, xingou em outro post.

Não é a primeira vez que algum chefe do governo cita o coronel Ustra em uma declaração. Em 2016, durante a votação do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), o então deputado Jair Bolsonaro (sem partido) , exaltou o torturador em seu voto afirmativo para a destituição de Dilma. 

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Em 2019, na saída do Palácio do Alvorada, Bolsonaro afirmou que Ustra foi um “herói nacional”. Carlos Alberto Brilhante Ustra foi reconhecido pela Justiça como torturador da ditadura militar em 2008.



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Carlos Bolsonaro quer anular decreto de apresentação do passaporte de vacina

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Vereador comparou medida às regras da Alemanha nazista
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Vereador comparou medida às regras da Alemanha nazista

O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos) afirmou nesta terça-feira que pretende anular o decreto do prefeito Eduardo Paes que exige a apresentação do “passaporte da vacina” para frequentar uma série de locais, incluindo áreas turísticas, cinemas, teatros, áreas internas de bares e restaurantes do Rio.

A proposta consta de um projeto de lei que Eduardo Bolsonaro apresentou na sexta-feira ao Legislativo. Carlos chega a comparar as regras cariocas a iniciativas tomadas por Adolf Hilter na Alemanha durante a 2ª Guerra Mundial para limitar a circulação de judeus e de outras minorias.

O “passaporte da vacina” é exigido hoje em pelo menos 19 capitais com diferentes níveis de restrições. No Rio, as regras começaram a ser adotadas em setembro e têm sofrido várias modificações. Na mais recente, a prefeitura chegou a cogitar exigir o comprovante para entrar em shoppings, táxis e veículos de aplicativos, mas recuou.

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“Para além da ofensa da dignidade da pessoa humana à moda da Alemanha hitlerista são fatos (…) que atentam (…) à dignidade da pessoa humana” , afirmam trechos do documento.

Eduardo Bolsonaro também diz que há incongruência entre exigir o “passaporte” para alguns locais enquanto o transporte público não conta com qualquer restrição. Ele alega, ainda, que as empresas terão custos para se adaptar às regras.

O projeto ainda não tem data para ir a plenário. Para ser aprovado precisa passar em dois turnos por maioria simples com a presença de pelo menos 26 dos 51 vereadores do Rio.

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Carlos Bolsonaro quer anular decreto que exige passaporte da vacina

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 Carlos Bolsonaro
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Carlos Bolsonaro

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