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Saúde

Secretaria Estadual de Saúde confirma 7 casos de coronavírus em MT; Tangará soma 23 casos suspeitos

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A Secretaria de Saúde Estadual (SES) confirmou, nesta terça-feira (24), sete casos de coronavírus em Mato Grosso.

Cinco deles são na Capital,  um é em Várzea Grande, e um outro, em Nova Monte Verde. Em Tangará da Serra, a prefeitura divulgou um novo boletim epidemiológico. No município um novo caso suspeito entrou em investigação, somando, 24 casos notificados, 23 considerados suspeitos e um paciente foi descartado. Não há nenhum infecção por COVID-19 na cidade.

O governador Mauro Mendes, pediu cautela aos gestores municipais quanto às medidas restritivas de prevenção ao coronavírus, para que a população não tenha mais prejuízos do que os já previstos com a pandemia.

“Estamos muito responsáveis, porque se a gente errar a dose do remédio, a gente mata o paciente. As medidas para combater o coronavírus têm que ser corretas, sérias, rápidas, mas não podem criar um caos econômico no estado de Mato Grosso, e no Brasil. Vamos continuar nessa linha, estou confiante que vamos vencer esta batalha e esse momento difícil com a ajuda de todos, empresários, trabalhadores e os Poderes. É o momento de nos unirmos”, afirma Mendes,

O Estado já decretou situação de emergência por 90 dias, diante da confirmação de casos em Mato Grosso, confira o decreto clicando aqui. O Governo restringiu também  a operação de diversas atividades comerciais, e proibiu aglomerações, saiba mais clicando aqui.

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Saúde

Brasil chega a 3 milhões de casos confirmados de Covid-19

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médicos respiradores covid-19 coronavirus
Rovena Rosa/Agência Brasil

Estado de São Paulo é o mais atingido pela Covid-19

O Brasil chegou neste sábado (8) a 3 milhões de casos confirmados de Covid-19 , doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2), segundo boletim do Ministério da Saúde. A marca foi alcançada no mesmo dia que o  País ultrapassou a 100 mil mortes pela doença.

De acordo as informações divulgadas pela pasta, o casos confirmados passaram a 3.012.412, sendo que os novos registros nas últimas 24 horas foram 49.970. O número de mortos, ainda de segundo esses dados, agora é de 100.477. Os novos óbitos foram 905.

Tabela de mortes e casos confirmados da Covid-19 no Brasil
Divulgação/Ministério da Saúde

Tabela de mortes e casos confirmados da Covid-19 no Brasil

São Paulo continua sendo o estado maia afetado pela Covid-19, com 621.731 casos confirmados da doença e  25.016 óbitos registrados desde o início da pandemia. A quantidade de mortes faz o estado responder, sozinho, por 25% delas em todo o Brasil.

A Bahia é o estado que aparece em segundo lugar, sendo que os casos confirmados no estado são 191.401 e as mortes, 3.899. Em seguida vêm Ceará (188.244 casos confirmados e 7.951 mortes), Rio de Janeiro (178.524 casos confirmados e 14.070 mortes) e Pará (167.099 casos confirmados e 5.871 mortes).

Segundo o Ministério da Saúde, 817.624 pacientes com a Covid-19 estão em acompanhamento, 2.094.293 estão recuperados e 3.450 óbitos ainda estão em investigações.

Logo após a divulgação dos números, a pasta também informou por meio de nota que a Secretaria da Saúde do Paraná está ajustando os dados nos sistemas oficiais, corrigindo, por exemplo, eventuais duplicidades. Por conta disso, ainda pode haver correções dos números.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

100 mil mortos por covid-19: e se todas as vítimas estivessem no mesmo lugar?

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Mapa Brasil covid-19

BBC


O Brasil ultrapassou a marca de 100 mil mortos  por covid-19, pouco menos de cinco meses depois da primeira morte registrada pelo Sars-Cov-2 no país.

O país continua em segundo lugar no mundo em número de casos e de mortes pela doença no mundo, atrás dos Estados Unidos em ambos os quesitos.

Desde a primeira morte ser confirmada, em 12 de março, o número de óbitos cresce mês a mês, ao contrário do que se viu em países como Itália e Espanha.

Segundo especialistas, também é preocupante o fato de que, desde o dia 19 de maio, quando o país registrou pela primeira vez mais de mil mortes em um só dia devido ao vírus, a média diária de mortes não baixou.

Isso significa que a curva brasileira de óbitos por covid-19 atingiu um platô alto, e é hoje muito diferente do que ocorre em outras nações que enfrentam a pandemia.

As mortes atuais por covid-19 representam pouco menos de 0,05% da população do Brasil. E se espalham pelo país, apesar de serem mais concentradas nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Pernambuco e Pará.

Mas a perda real que o Brasil contabiliza é impossível de medir. São mais de 100 mil vidas humanas: pais, mães, filhos, filhas, maridos, mulheres, avós, avós, irmãos e irmãs.

Para alguns, a grandeza do Brasil e o tamanho de sua população podem tornar difícil compreender o tamanho da tragédia.

Mas e se estas 100 mil pessoas estivessem em uma só cidade?

A BBC News Brasil calculou a área equivalente à que seria necessária para sepultar estes corpos em quatro capitais brasileiras.

São Paulo

São Paulo foi a cidade onde ocorreu a primeira morte registrada por covid-19 no país, uma mulher de 57 anos, em um hospital da Zona Leste. A capital continua sendo a cidade com o maior número absoluto de óbitos.

O sepultamento de 100 mil vítimas ocuparia o equivalente a quase quatro vezes a área da Avenida Paulista, um dos locais mais emblemáticos da cidade.

Gráfico São Paulo

BBC


Rio de Janeiro

Já na capital carioca, seria necessário quase o dobro da área total da praia de Ipanema para sepultar todos os mortos brasileiros pelo vírus até o momento.

Gráfico Rio de Janeiro

BBC


A covid-19 chegou primeiro nos bairros mais ricos do Rio, mas, até o dia 13 de junho, oito em cada dez mortes haviam ocorrido nos bairros mais pobres da cidade, segundo um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Fortaleza

O Ceará é o terceiro Estado brasileiro com o maior número de mortes. No final do mês de abril, a Prefeitura já anunciava a necessidade de aumentar o número de vagas em cemitérios por causa da pandemia.

O sepultamento dos atuais mortos por covid-19 ocuparia uma área equivalente a 2,3 vezes o Aterro da Praia de Iracema, um dos principais pontos turísticos da capital cearense.

Gráfico Fortaleza

BBC


Manaus

Na capital do Amazonas, as imagens do colapso do sistema funerário no início da pandemia no Brasil foram destaque em todo o mundo. Alguns cemitérios tiveram que derrubar trechos de mata para abrir novas sepulturas.

Caso fossem sepultados no centro histórico da capital, as vítimas brasileiras ocupariam 21 vezes a área do Largo de São Sebastião, uma das maiores praças da cidade, onde fica o Teatro Amazonas.

Gráfico Manaus

BBC


Como fizemos o cálculo?

A área total foi calculada considerando o tamanho padrão de uma sepultura para adulto nas quatro capitais — 2,20 m de comprimento por 0,80 cm de largura — contando com uma distância mínima entre elas de 0,50 m de cada lado, uma exigência na maioria das capitais brasileiras.

Considerando estes valores, cada sepultura teria uma área de 3,51 m². Portanto, a área necessária para sepultar 100 mil pessoas seria de 351 mil m².

A escolha dos locais foi feita considerando áreas planas e calculando seus polígonos utilizando o Google Earth Pro. Portanto, é possível que os valores reais sejam um pouco diferentes em relação aos apresentados aqui, de acordo com o terreno.

Fonte: IG SAÚDE

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