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Se a economia não voltar, vai ter gente morrendo de fome, diz Braga Netto

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Marcelo Camargo/Agência Brasil

General Walter Braga Netto, ministro-chefe da Casa Civil, disse que, se a economia não voltar, vai ter gente morrendo de fome

O ministro-chefe da Casa Civil, Walter Braga Netto, detalhou nesta sexta-feira (22) as ações de combate ao novo coronavírus (Sars-Cov-2) tomadas pelo governo federal nos últimos 60 dias, em Comissão Mista do Congresso Nacional sobre a Covid-19. Ele anunciou uma nova medida e disse que, se a economia não voltar, vai ter gente morrendo de fome no Brasil.

Leia também: Salário de servidores deverá ser congelado até o fim de 2021 após acordo

Braga Netto destacou o auxílio emergencial de R$ 600, pago pela Caixa Econômica Federal com recursos da União, mas lembrou que os recursos são “finitos”. Ele defendeu, ainda, a reabertura da economia, corroborando o que pede o presidente Jair Bolsonaro dia após dia. Segundo o ministro, pode haver um casos social caso a economia não seja reaberta.

“O recurso é finito. Quando terminar o recurso [do auxílio de R$ 600 ], e não tem como continuar por muito tempo, a economia tem que voltar e aí nós precisamos do apoio dos senhores, porque se a economia não voltar, nós vamos ter gente morrendo de fome e vamos ter caos social, de desabastecimento e tudo mais”, afirmou Braga Netto.

O ministro citou ainda o aumento dos pedidos do seguro-desemprego , mas minimizou a quantidade de pedidos neste ano. Braga Netto usou como argumento números divulgados nesta quinta-feira (21) pelo Ministério da Economia, que apontou  alta de 76% na quinzena de maio e 9,6% em 2020. Segundo ele, o número de pedidos cresceu “apenas 9,6 %” no ano, o que indicaria que a situação ainda é controlável, apesar de alarmante.

Segundo Braga Netto, por enquanto, a população e o abastecimento no país estão tranquilos por conta da atuação do governo. Ele disse, porém, que “o governo está se desdobrando para manter esse nível de emprego e de abastecimento “.

Nova MP emergencial para micro e pequenas empresas

Questionado sobre as micro e pequenas empresas e sua dificuldade em tomar crédito em condições especiais na pandemia, Braga Netto citou uma nova Medida Provisória (MP), que, segundo ele, está “prestes a ser editada” pelo governo, para facilitar o crédito.

A ideia é fazer com que a MP se some à Lei 13.999/2020, sancionada nesta semana , para o crédito chegar, de fato, aos micro e pequenos empresários. Os financiamentos serão concedidos por instituições financeiras selecionadas, que são: Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco do Nordeste e Banco da Amazônia.

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Caixa explica divergência de números da Dataprev sobre auxílio

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Caixa contabiliza cadastros por CPF e a Dataprev, pelo número de envios de dados; Confira os principais erros que causam ‘dados inconclusivos’

Em coletiva de imprensa neste sábado (30), a vice-presidente do governo da Caixa Econômica Federal, Tatiana Thomé, respondeu ao iG sobre a divergência nos números relativos aos cadastros do auxílio emergencial. Isso porque na quinta-feira (28), a Dataprev – empresa responsável pelas análises – divulgou  dados diferentes dos da Caixa.

A Dataprev afirmou que 112,5 milhões requerimentos sendo que 16,4 milhões ainda aguardavam resultado da análise do pedido do auxílio emergencial, com 59,3 milhões foram aprovados e 36,9 milhões foram considerados inelegíveis.

Já a Caixa  declarou que o total de pedidos foi de 106,5 milhões e que há 10,4 milhões aguardando a análise, com 59,9 milhões considerados elegíveis e 42,2 milhões foram negados.

Segundo Thomé, a explicação é que a a Caixa faz essa conta por CPF, enquanto a Dataprev contalibiza por número de cadastros.

“Esses números não vão mesmo coincidir, ainda mais daqui para frente. Porque a maneira de calcular é diferente: a Dataprev calcula por processamento, por análise. A Caixa calcula por CPF inscrito. E há possibilidade do cidadão fazer um novo cadastro corrigindo informações, quando tem, por exemplo, a questão da divergência entre cadastros ou da falta de informação, além da possibilidade de constestação”, afirmou a vice-presidente.

Os cidadãos que tiverem o auxílio negado podem fazer uma  contestação à negativa ou refazer o cadastramento no aplicativo ou site Caixa Auxílio Emergencial.

Leia ainda:  Auxílio virou empréstimo? Saiba quem precisará devolver em 2021

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Mães adolescentes podem pedir auxílio a partir de hoje (30)

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Caixa divulgou regras para mães adolescentes se candidatarem aos cadastros

Em coletiva de imprensa neste sábado (30), a vice-presidente do governo da Caixa Econômica Federal, Tatiana Thomé, anunciou que mães adolescentes podem começar a pedir o auxílio emergencial a partir de hoje pelo aplicativo ou site Caixa Auxílio Emergencial.

Na semana passada, a  Caixa afirmou que o recurso seria disponibilizado para mães adolescentes  apenas no dia 1º de junho – sendo que a data limite para os cidadãos fazerem o requerimento do auxílio é até 2 de junho.

O auxílio foi autorizado a mães adolescentes pelo presidente Jair Bolsonaro no último dia 15, mais de um mês após aprovação da lei que rege o auxílio emergencial de R$ 600 de combate à crise provocada pela pandemia.

Segundo a lei, apenas maiores de idade poderiam pedir a renda emergencial.

Mães adolescentes devem fazer o cadastro normalmente, sendo que é necessário ter, no mínimo, duas pessoas em seu pedido: ela e seu filho.

Leia:  Auxílio emergencial: mães adolescentes podem receber

A Caixa divulgou também quais os motivos que tornam um cadastro inconclusivo, que deve ser observada também pelas mães menores de 18 anos:

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Reprodução Youtube Caixa Econômica Federal

Dados inconclusivos levam a negação do auxílio




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