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Saúde foi tema de metade das propostas apresentadas na Câmara em 2020

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Saúde foi tema de metade das propostas apresentadas na Câmara em 2020

Em meio à pandemia de coronavírus, a Saúde pautou mais da metade dos projetos de lei (PL), Propostas de Emenda à Constituição, Medidas Provisórias e PL complementar apresentados na Câmara dos Deputados em 2020. Foram 2.550 textos sobre o tema, de um total de 4.980.

O levantamento foi feito pelo Observatório do Legislativo Brasileiro (OLB), do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Uerj. O número total de proposições caiu 15,6% no ano passado na comparação com 2019, como revelado pelo colunista Lauro Jardim.

O debate sobre Saúde no Congresso em 2020 foi o maior dos últimos dez anos pelo menos, de acordo com dados levantados pelo GLOBO no portal da Câmara. Desde 2011, os projetos voltados para a área representavam, em média, 25% de todas as propostas. No ano passado, esse índice dobrou e chegou a 51%.

Segundo o estudo, abril foi o mês com pico de propostas em 2020. Entre os projetos apresentados e discutidos na Câmara em meio à pandemia há medidas que tratam de aglomeração, deslocamento e equipamentos de proteção individual.

A discussão sobre medidas emergenciais para o combate à disseminação do novo coronavírus, assim como a aproximação do presidente Jair Bolsonaro de deputados do centrão, acabou aproximando o perfil de votação de parlamentares de partidos de centro ao de integrantes da direita, como PSL e PSC.

Levantamento do Observatório do Legislativo Brasileiro nas proposições apresentadas e votações de cada deputado mostra que, no ano passado, os partidos de centro passaram a votar mais próximos das orientações do governo federal.

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Em 2020, PSL, PL e PP foram as siglas mais fiéis ao governo, seguindo a agenda da maioria. O Observatório sustenta que há um aumento da polarização à direita e uma diluição do centro.

O OLB estabeleceu um ranking de zero a dez. Quanto mais votos alinhados às pautas do governo, maior a nota. Os partidos que votam mais a favor do governo, de acordo com o estudo, são o PSL, PL, PP, Patriota, Novo, Republicanos, PSC, MDB e PTB.

Segundo a cientista política Débora Gershon, pesquisadora do Observatório do Legislativo Brasileiro, a mudança no perfil de votação dos partidos do centrão, que passaram a ser mais fiéis ao governo em 2020, pode ser analisada sob duas perspectivas: a de uma alinhamento maior para aprovar pautas voltadas ao controle da pandemia, e a da aproximação entre o centrão e o presidente.

“A partir do momento em que Bolsonaro fez um aceno mais significativo para os partidos do centrão, a situação começou a mudar. No primeiro semestre, o apoio do centrão ainda foi um pouco errático, mas no segundo semestre esse apoio se consolidou. Por isso, essa aproximação dos partidos do centrão aos partidos de extrema direita. Essas siglas já davam um apoio mais sistemático ao governo”, explica Débora.

O estudo diz ainda que, com o início da pandemia, e a discussão de projetos sobre o tema, a divergência entre parlamentares do mesmo partido aumentou. Avante, PV, Podemos e Pros são as siglas em que houve a maior divisão entre votos favoráveis e contrários aos projetos do governo.

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“O Brasil é muito maior que Lula e Bolsonaro”, diz Doria

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Reprodução: ACidade ON

Doria criticou “extremos” Lula e Bolsonaro

O governador do estado de São Paulo, João Doria (PSDB) , se pronunciou sobre a anulação das condenações do ex-presidente Lula na Lava Jato após despacho do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF) . O tucano criticou a possível polarização do cenário.

“Bolsonaristas radicais propagam a ideia de que ser contrário ao presidente é ser favorável a Lula, e vice-versa. A polarização favorece os extremistas, que destroem o país. O Brasil é muito maior do que Lula e Bolsonaro”, disse, no Twitter.

Doria deve ser um dos candidatos à presidência em 2022. Além dele, diversos potenciais presidenciáveis, como Ciro Gomes e Guilherme Boulos, repercutiram a elegibilidade de Lula.

O presidente Jair também se manifestou. Segundo ele,  o ministro Edson Fachin “tem ligação com o PT”.

“Fachin sempre teve ligação com o PT. [É uma decisão que] Não me estranha, mas todo mundo foi surpreendido”, disse Bolsonaro em entrevista à CNN Brasil em frente Palácio da Alvorada.

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Eduardo Bolsonaro nega participação em invasão do Congresso dos EUA

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Deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP)
Cleia Viana/Câmara dos Deputados

Deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP)

O deputado federal  Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) , filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) negou nesta segunda-feira (8) ter participado de uma “reunião secreta” nos Estados Unidos que teria sido convocada para discutir a  invasão do Capitólio pelos apoiadores de Donald Trump, que ocorreu no dia seguinte.

“Eu queria ser tão poderoso como falam que eu sou”, disse o deputado. A acusação de que o filho do presidente da República teria participado do planejamento do ato foi reportado no site americano de jornalismo investigativo  Proof

Segundo Eduardo Bolsonaro, ele estava em Washington tentando agendar uma reunião com Jared Kushner, o genro de Trump. No Twitter, ele explicou que, como Kushner estava em viagem devido a uma missão no Oriente Médio, ele teria sugerido a Eduardo que se reunisse com sua mulher, Ivanka, para tratar das iniciativas conservadoras que o deputado lidera no País. 

Em janeiro, Eduardo criticou a invasão, dizendo que “não serviu de nada” “Foi um movimento desorganizado. Foi lamentável. Ninguém desejava que isso ocorresse”, disse.

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