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Saúde

Rússia: vacinação em massa contra Covid-19 começa em outubro

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Serviço de Imprensa/Ministério da Defesa da Rússia

Ministro da Saúde afirmou que em outubro deve começar a imunização em massa

O Ministro da Saúde da Rússia declarou que testes de vacina contra o coronavírus (Sars-Cov-2) foram completados e que o país deverá dar início à vacinação em massa no mês de outubro.  Mikhail Murashko fez as declarações em entrevista ao site Sputnik. 

“Estamos nos preparando para que em outubro comece a vacinação em massa contra o coronavírus”, disse o ministro.

“A vacina contra a infecção pelo coronavírus, desenvolvida pelo instituto Gamalei, completou suas pesquisas clínicas”, afirmou Murashko. Segundo o governo russo, atualmente estão sendo colhidos os documentos necessários para o registro oficial da vacina do Centro Nacional de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamalei, que precederá seu uso.

No plano, médicos e professores deverão ser os primeiros a ser vacinados. Mas ainda são esperadas pelo menos duas declarações oficiais sobre os testes clínicos de outras vacinas desenvolvidas na Rússia nos próximos 45 dias.

No último dia 29, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, havia dito que a situação do coronavírus na Rússia havia se estabilizado mas que em algumas regiões a situação ainda é complicada.

Nos meses de junho e julho o número de infectados caiu pela metade na Rússia, em comparação com os números recordes em maio, mas a situação ainda pode se agravar.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Até quando será preciso usar máscara contra a Covid-19? Infectologista responde

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Centro de Manaus, pessoas usam máscara na rua
Mário Oliveira/SECOM

Caso máscara seja utilizada de maneira correta, há 2 a 3 vezes mais chances de proteção


O Brasil está há cinco meses convivendo com a pandemia do novo coronavírus. Logo, a  máscara não é mais uma novidade do cotidiano das pessoas. Ela se tornou, junto do distanciamento social, medida obrigatória para que o convívio com outras pessoas seja seguro.


Em alguns outros países no mundo, o uso de máscara quando alguém está doente já era comum antes do surgimento da Covid-19 .

É o caso do Japão, cujos cidadão aprenderam, desde o período da gripe espanhola (1918 – 1920), que o acessório é necessário para cuidar de si mesmo e de pessoas ao redor.

No Brasil, esse costume vingou só agora, já que é a primeira vez que o País é atingido por uma epidemia tão forte. Por se tratar de um costume novo, uma das grandes perguntas que ficam na cabeça dos brasileiro é: até quando vou precisar usar a máscara?

A consultora em controle de infecção do Hospital Sino-Brasileiro e responsável pelo serviço de infectologia da Rede D’Or, Raquel Muarrek, as máscaras vieram para ficar. “O uso da máscara tem que ser rotina para quem tem sintomas respiratórios. Talvez a gente consiga parar de usar quando não tiver mais sintoma, mas não tem como dizer com precisão”, explica.

Quem pensa que o uso do acessório será menor depois que uma vacina for aprovada e começar a ser distribuída também está enganado. “A vacina vem para diminuir uma doença grave, mas não vem para diminuir a infecção. Quem diminui a infecção é o tratamento, algo que ainda não temos” diz.

“A gente ainda vai ter muitos casos, só não serão tão graves caso a gente consiga a vacina”, acrescenta Raquel.

Para que seja possível começar a pensar em um Brasil livre da obrigatoriedade do uso da máscara, é necessário que haja uma barreira imunológica — ou seja, que o máximo de pessoas possíveis tenham imunidade, fenômeno que é chamado de imunidade de rebanho. Isso só será possível quando grande parte da população tiver anticorpos contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2).

A médica reforça a importância de pessoas que não apresentam sintomas gripais usarem a máscara neste momento. Segundo ela, pessoas assintomáticas ou que contraem o novo coronavírus de maneira fraca não tiveram o vírus no organismo por tanto tempo a ponto de criarem anticorpos.

Por esse motivo, o organismo cria uma “imunidade cruzada” ou “imunidade por lembrança”. “Só que a gente não sabe até quanto tempo essa imunidade cruzada ou de lembrança dura”, afirma Raquel.

Portanto, até que seja seguro e grande parte das pessoas já tenham formado essa barreira imunológica, é preciso que todas as pessoas façam o uso correto da máscara.

Qual é a máscara ideal e como usá-la corretamente?

Raquel orienta que as máscaras eficazes para proteger contra o novo coronavírus são as de algodão, tricoline e TNT. Todas essas têm a dupla camada e um forro interno, necessários para conter as gotículas respiratórias , transmissoras da Covid-19.

As máscaras que possuem as camadas corretas podem conter até 95% das partículas, enquanto uma que não possui contém apenas de 50% a 70%.

Raquel destaca ainda que, mais que o design, é importante que a máscara seja segura. “A máscara tem que ser ideal para o seu rosto, não pode ser só bonita”, reforça. Além disso, é importante que o acessório seja usado corretamente, posicionada na metade do nariz e abaixo do queixo.

“Se estiver caindo não serve, porque você vai precisar ajustar com a mão. Ao colocar a mão, a máscara se torna inadequada”, diz. “É preciso manipular a máscara pelo elástico.”

Após a utilização, é importante que as máscaras sejam lavadas com água e sabão. Raquel aconselha que sejam adicionadas na mistura duas a três gotas de hipoclorito de sódio (água sanitária) em um litro. “É só deixar a máscara submersa por 15 minutos e colocar para secar”, ensina a médica.

Quais as chances de me contaminar com a máscara?

Pessoas que não usam a máscara têm duas a três vezes mais chances de pegar a Covid-19. Essa estimativa salta para três a quatro vezes mais chances se o indivíduo estiver sem máscara em um ambiente fechado com alto nível de transmissão.

Pessoas que usam a máscara de vez em quando ou fazem uso inadequado (deixam a máscara no queixo, não cobrem nariz e boca ou colocam a mão a todo instante) têm duas vezes mais chances de contaminação.

“Um caso leva de dois a três casos. Pense nesses casos se multiplicando, depois triplicando, quadruplicando, e assim por diante. É o que acontece quando alguém não usa a máscara”, explica.

Em quanto tempo devo trocar de máscara?

A infectologista alerta que o ideal é usar a mesma máscara por duas horas. É possível utilizar por quatro horas caso a pessoa não estiver em ambiente muito aglomerado, não ande ou não fale. “O ideal é que a pessoa tenha duas a três máscaras para passar o dia”, orienta.

Se for preciso retirar a máscara para fazer refeições, por exemplo, é importante que essa máscara seja descartada. “Não se deve guardar no bolso ou deixar na mesa. Reserve um pote para máscaras sujas e outra para máscaras limpas”, sugere Raquel.

Fonte: IG SAÚDE

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Mundo ultrapassa marca de 17 milhões de casos de Covid-19

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Divulgação

Mundo chega a nova marca de número de casos da Covid-19


Último relatório da  Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado nesta sexta-feira (31), informou que o mundo ultrapassou a marca de 17 milhões de casos da Covid-19 , doença transmitida pelo novo coronavírus. O planeta bateu recorde diário de casos registrados nas últimas 24 horas: foram 292.527.


Com esse recorde, o total de casos passou a ser de 17.106.007, segundo a instituição. O número de mortes está atualmente em 668.910, sendo que 6.812 foram registradas no último dia.

Essas informações foram apuradas até às 5h, horário de Brasília, de hoje. A organização informa que a taxa de letalidade global do novo coronavírus é de 5,9%.

Tanto no ranking de novos óbitos da Covid-19 como de novos casos, o Brasil aparece em primeiro lugar. A OMS levou em conta os dados do último dia 29, em que o País contabilizou 1.595 novos óbitos e 69.074 casos.

Seguem-se nas duas listas os EUA, com 1.414 novos óbitos e 65.406 novos casos; e a Índia, com 779 mortes e 55.078 casos.

A grande maioria dos casos da Covid-19 estão distribuídos pelas Américas. São 9.152.173 casos apenas neste continente, o que corresponde a 53,50% da totalidade. Em seguida vem a Europa (3.333.300 – 19,48%); Leste Mediterrâneo (1.533.357 – 8,96%); Continente Africano (770.421 – 4,50%); Sudeste Asiático (2.009.963 – 11,75%); Região do Oeste Pacífico (306.052 – 1,78%); e Outros (741 – 0,00%)

Fonte: IG SAÚDE

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