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Política Nacional

Rodrigo Pacheco diz que PSD pode ter ‘proposta alternativa’ a Lula e Bolsonaro

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Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, se filiou ao PSD
Marcos Brandão/ Senado Federal

Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, se filiou ao PSD


Pouco após anunciar, oficialmente, sua filiação ao PSD , o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (MG), sugeriu a presença direta do partido na próxima eleição presidencial. Para ele, a legenda pode ter uma “proposta alternativa” à esperada disputa entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o atual presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

“No momento certo, o PSD vai tomar suas decisões. Mas eu acredito muito que o PSD possa ter uma proposta alternativa, moderna, nova, de futuro, que possa olhar o Brasil para frente. Eu acredito muito que o partido será protagonista dessa proposta de Brasil”, disse Pacheco, segundo a Folha de S. Paulo.

Desde que sua mudança do DEM para o PSD passou a ser especulada, meses atrás, o senador é apontado como um  possível candidato para representar a terceira via no pleito de 2022. De acordo com a publicação, o presidente do partido, Gilberto Kassab, endossa essa ideia, mas o parlamentar mantém o discurso cauteloso.


“A minha posição política em 2022 será decidida em 2022”, adiantou, acrescentando que não se permite “antecipar a discussão da eleição”.

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Carlos Bolsonaro quer anular decreto de apresentação do passaporte de vacina

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Vereador comparou medida às regras da Alemanha nazista
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Vereador comparou medida às regras da Alemanha nazista

O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos) afirmou nesta terça-feira que pretende anular o decreto do prefeito Eduardo Paes que exige a apresentação do “passaporte da vacina” para frequentar uma série de locais, incluindo áreas turísticas, cinemas, teatros, áreas internas de bares e restaurantes do Rio.

A proposta consta de um projeto de lei que Eduardo Bolsonaro apresentou na sexta-feira ao Legislativo. Carlos chega a comparar as regras cariocas a iniciativas tomadas por Adolf Hilter na Alemanha durante a 2ª Guerra Mundial para limitar a circulação de judeus e de outras minorias.

O “passaporte da vacina” é exigido hoje em pelo menos 19 capitais com diferentes níveis de restrições. No Rio, as regras começaram a ser adotadas em setembro e têm sofrido várias modificações. Na mais recente, a prefeitura chegou a cogitar exigir o comprovante para entrar em shoppings, táxis e veículos de aplicativos, mas recuou.

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“Para além da ofensa da dignidade da pessoa humana à moda da Alemanha hitlerista são fatos (…) que atentam (…) à dignidade da pessoa humana” , afirmam trechos do documento.

Eduardo Bolsonaro também diz que há incongruência entre exigir o “passaporte” para alguns locais enquanto o transporte público não conta com qualquer restrição. Ele alega, ainda, que as empresas terão custos para se adaptar às regras.

O projeto ainda não tem data para ir a plenário. Para ser aprovado precisa passar em dois turnos por maioria simples com a presença de pelo menos 26 dos 51 vereadores do Rio.

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Carlos Bolsonaro quer anular decreto que exige passaporte da vacina

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 Carlos Bolsonaro
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Carlos Bolsonaro

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